Peça chave em conquistas da Seleção Brasileira, Dinamite foi da artilharia à frustração com a equipe canarinho: “A maior tristeza na minha carreira”

O próprio Dinamite pontuou que sua maior alegria e sua maior tristeza foram na Seleção Brasileira

Pouco mais de uma semana após o falecimento do Rei Pelé, o futebol brasileiro sofreu a perda de mais uma de suas lendas. O maior ídolo da história do Vasco da Gama, Roberto Dinamite, faleceu na manhã do último domingo (8) após dois anos de luta contra um câncer no intestino. Aprofundando ainda mais o luto no esporte.


 

Roberto Dinamite fez história principalmente como o maior ídolo da história do Vasco da Gama. Pelo clube carioca foram 708 gols marcados em 1.110, além de conquistar um Campeonato Brasileiro (1974) e cinco Campeonatos Cariocas (1977, 1982, 1987, 1988 e 1992). Pelo clube, Dinamite não foi apenas um ídolo como jogador, ele também foi eleito em 2008 Presidente do Vasco e reeleito em 2011, durante este período, o Clube conquistou a Copa do Brasil e a Série B do Campeonato Brasileiro.




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Mas para além dos feitos no Vasco, Roberto Dinamite também deixou sua marca na Seleção Brasileira. Com a equipe carinho viveu dias de glória e também momentos ruins. O atacante foi convocado para a Seleção Brasileira, em 1975, quando tinha 21 anos, estreando na Copa América, na derrota contra o Peru por 3 a 1. O ofensivo passou em branco na partida e só veio balançar as redes pela equipe canarinho no ano seguinte, na vitória do Brasil em um amistoso diante da Inglaterra.

 

Copa de 1972

 

Se demorou um ano para finalmente marcar pela Seleção Brasileira, depois que marcou o primeiro, Dinamite fez um belo ciclo com a equipe e balançou as redes 17 vezes até a Copa do Mundo de 1978. O único atleta que marcou mais gols foi Zico. Mesmo após o ciclo bem sucedido, Dinamite por pouco não ficou para trás na Copa de 78. Além de Zico, o técnico Cláudio Coutinho priorizou Reinaldo, do Atlético-MG, e Nunes, do Santa Cruz, que havia feito apenas sete gols pela Seleção antes do Mundial.

O futebol brasileiro dá adeus a uma de suas lendas. E o @VascodaGama ao seu maior ídolo.

Descanse em paz, Roberto Dinamite! ��

— Copa do Mundo FIFA �� (@fifaworldcup_pt)
January 8, 2023



Mas Nunes acabou se lesionando em um treinamento e acabou sendo substituído por Roberto Dinamite, que não entrou em campo até a terceira partida, quando o centroavante finalmente recebeu uma oportunidade, ao assumir a vaga de Reinaldo, na partida contra a Áustria. E o jogador fez seu papel, marcou o gol que garantiu que o Brasil avançasse para a próxima fase. Para Dinamite este foi o gol mais marcante de sua carreira. “Estava esquecido por toda a imprensa e torcida há mais de 20 dias. Mas, com o gol que fiz contra a Áustria, voltei a ser aclamado como ídolo do povo brasileiro de um dia para o outro. Foi sensacional”, disse em entrevista.

�� 20 gols em 38 jogos pela Seleção ����
�� Participação em duas Copas do Mundo
�� 708 gols em 1.110 partidas pelo @VascodaGama
�� Maior artilheiro de todos os tempos do @Brasileirao, com 190 gols marcados em 328 partidas

Roberto Dinamite, uma lenda do futebol brasileiro ���� pic.twitter.com/JBv14Hw8kS

— Copa do Mundo FIFA �� (@fifaworldcup_pt)
January 8, 2023



Na Copa na Argentina, a Seleção Brasileira terminou invicta, Dinamite marcou ao todo três gols, mas a equipe acabou vendo o título escapar, ficando apenas em terceiro lugar. Foi justamente este o momento que foi lembrado por Dinamite como a maior tristeza da sua carreira. “A maior tristeza na minha carreira foi a maneira como fomos desclassificados do Mundial de 1978, na Argentina. Estávamos invictos, mas fomos eliminados com a derrota do Peru por 6–0 para a Argentina”.

 

Copa de 1982

Com pesar, a CBF lamenta a morte de Roberto Dinamite, um dos maiores atletas do futebol brasileiro.

Pela Seleção Brasileira, o ex-jogador marcou 25 gols e foi artilheiro no vice-campeonato do Brasil na Copa América de 1983. Ele também disputou as Copas do Mundo de 1978 e 1982. pic.twitter.com/d3oPLIuu2c

— CBF Futebol (@CBF_Futebol)
January 8, 2023



Artilheiro na Copa do Mundo de 1978, Dinamite não conseguiu conquistar o técnico Telê Santana. O craque do Vasco acabou perdendo espaço para Reinaldo, Nunes, Serginho e Careca. O jogador foi o maior artilheiro do futebol brasileiro com 62 gols, mas não entrava na lista do treinador. Inclusive mesmo com a forte pressão por parte da imprensa, o jogador ficou de fora da convocação. Sendo chamado posteriormente após Careca se lesionar. O treinador acabou cedendo à pressão e convocou Dinamite como substituto, porém durante toda a competição, o artilheiro ao menos foi relacionado para ficar no banco de reservas. Telê Santana foi alvo de críticas e protestos, principalmente por parte da torcida vascaína.

 

Números pela Seleção

Você sempre fará parte da história do nosso futebol.

Obrigado por tudo, Roberto. Descanse em paz. ��

— CBF Futebol (@CBF_Futebol)
January 8, 2023



Dinamite teve passagem marcante pela Seleção Brasileira. Com a Amarelinha, o atacante atuou pela equipe canarinho de 1975 a 1984, atuando ao todo em 47 jogos, sendo 28 vitórias, 14 empates e apenas cinco derrotas, marcou 25 gols, sendo também o artilheiro no vice-campeonato do Brasil na Copa América de 1983. O atacante foi peça chave nas conquistas da Taça do Atlântico, Copa Rio Branco, Taça Oswaldo Cruz e Torneio Bicentenário dos USA.

O próprio Dinamite pontuou que sua maior alegria e sua maior tristeza foram na Seleção Brasileira Pouco mais de uma semana após o falecimento do Rei Pelé, o futebol brasileiro sofreu a perda de mais uma de suas lendas. O maior ídolo da história do Vasco da Gama, Roberto Dinamite, faleceu na manhã do último domingo (8) após dois anos de luta contra um câncer no intestino. Aprofundando ainda mais o luto no esporte.
 
Roberto Dinamite fez história principalmente como o maior ídolo da história do Vasco da Gama. Pelo clube carioca foram 708 gols marcados em 1.110, além de conquistar um Campeonato Brasileiro (1974) e cinco Campeonatos Cariocas (1977, 1982, 1987, 1988 e 1992). Pelo clube, Dinamite não foi apenas um ídolo como jogador, ele também foi eleito em 2008 Presidente do Vasco e reeleito em 2011, durante este período, o Clube conquistou a Copa do Brasil e a Série B do Campeonato Brasileiro.

 

Mas para além dos feitos no Vasco, Roberto Dinamite também deixou sua marca na Seleção Brasileira. Com a equipe carinho viveu dias de glória e também momentos ruins. O atacante foi convocado para a Seleção Brasileira, em 1975, quando tinha 21 anos, estreando na Copa América, na derrota contra o Peru por 3 a 1. O ofensivo passou em branco na partida e só veio balançar as redes pela equipe canarinho no ano seguinte, na vitória do Brasil em um amistoso diante da Inglaterra.
 
Copa de 1972
 
Se demorou um ano para finalmente marcar pela Seleção Brasileira, depois que marcou o primeiro, Dinamite fez um belo ciclo com a equipe e balançou as redes 17 vezes até a Copa do Mundo de 1978. O único atleta que marcou mais gols foi Zico. Mesmo após o ciclo bem sucedido, Dinamite por pouco não ficou para trás na Copa de 78. Além de Zico, o técnico Cláudio Coutinho priorizou Reinaldo, do Atlético-MG, e Nunes, do Santa Cruz, que havia feito apenas sete gols pela Seleção antes do Mundial.

O futebol brasileiro dá adeus a uma de suas lendas. E o @VascodaGama ao seu maior ídolo. Descanse em paz, Roberto Dinamite! �� — Copa do Mundo FIFA �� (@fifaworldcup_pt)
January 8, 2023

Mas Nunes acabou se lesionando em um treinamento e acabou sendo substituído por Roberto Dinamite, que não entrou em campo até a terceira partida, quando o centroavante finalmente recebeu uma oportunidade, ao assumir a vaga de Reinaldo, na partida contra a Áustria. E o jogador fez seu papel, marcou o gol que garantiu que o Brasil avançasse para a próxima fase. Para Dinamite este foi o gol mais marcante de sua carreira. “Estava esquecido por toda a imprensa e torcida há mais de 20 dias. Mas, com o gol que fiz contra a Áustria, voltei a ser aclamado como ídolo do povo brasileiro de um dia para o outro. Foi sensacional”, disse em entrevista.

�� 20 gols em 38 jogos pela Seleção ���� �� Participação em duas Copas do Mundo �� 708 gols em 1.110 partidas pelo @VascodaGama �� Maior artilheiro de todos os tempos do @Brasileirao, com 190 gols marcados em 328 partidas Roberto Dinamite, uma lenda do futebol brasileiro ���� pic.twitter.com/JBv14Hw8kS — Copa do Mundo FIFA �� (@fifaworldcup_pt)
January 8, 2023

Na Copa na Argentina, a Seleção Brasileira terminou invicta, Dinamite marcou ao todo três gols, mas a equipe acabou vendo o título escapar, ficando apenas em terceiro lugar. Foi justamente este o momento que foi lembrado por Dinamite como a maior tristeza da sua carreira. “A maior tristeza na minha carreira foi a maneira como fomos desclassificados do Mundial de 1978, na Argentina. Estávamos invictos, mas fomos eliminados com a derrota do Peru por 6–0 para a Argentina”.
 
Copa de 1982

Com pesar, a CBF lamenta a morte de Roberto Dinamite, um dos maiores atletas do futebol brasileiro. Pela Seleção Brasileira, o ex-jogador marcou 25 gols e foi artilheiro no vice-campeonato do Brasil na Copa América de 1983. Ele também disputou as Copas do Mundo de 1978 e 1982. pic.twitter.com/d3oPLIuu2c — CBF Futebol (@CBF_Futebol)
January 8, 2023

Artilheiro na Copa do Mundo de 1978, Dinamite não conseguiu conquistar o técnico Telê Santana. O craque do Vasco acabou perdendo espaço para Reinaldo, Nunes, Serginho e Careca. O jogador foi o maior artilheiro do futebol brasileiro com 62 gols, mas não entrava na lista do treinador. Inclusive mesmo com a forte pressão por parte da imprensa, o jogador ficou de fora da convocação. Sendo chamado posteriormente após Careca se lesionar. O treinador acabou cedendo à pressão e convocou Dinamite como substituto, porém durante toda a competição, o artilheiro ao menos foi relacionado para ficar no banco de reservas. Telê Santana foi alvo de críticas e protestos, principalmente por parte da torcida vascaína.
 
Números pela Seleção

Você sempre fará parte da história do nosso futebol. Obrigado por tudo, Roberto. Descanse em paz. �� — CBF Futebol (@CBF_Futebol)
January 8, 2023

Dinamite teve passagem marcante pela Seleção Brasileira. Com a Amarelinha, o atacante atuou pela equipe canarinho de 1975 a 1984, atuando ao todo em 47 jogos, sendo 28 vitórias, 14 empates e apenas cinco derrotas, marcou 25 gols, sendo também o artilheiro no vice-campeonato do Brasil na Copa América de 1983. O atacante foi peça chave nas conquistas da Taça do Atlântico, Copa Rio Branco, Taça Oswaldo Cruz e Torneio Bicentenário dos USA.  


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