O software foi desenvolvido pela DoNotPay, que é um chatbot de serviços jurídicos
Em fevereiro está previsto para acontecer uma audiência jurídica nos Estados Unidos que deve entrar para a história. Pela primeira vez, uma inteligência artificial será usada para advogar a favor de um réu em um tribunal. No julgamento, que acontecerá, a IA ouvirá todo o discurso por meio de um celular e depois aconselhará o réu sobre o que dizer pelo fone de ouvido, de acordo com publicação do New Scientist.
Embora o uso de celulares ou computadores com fone seja proibido na maioria dos tribunais dos países, a empresa que desenvolveu a Inteligência Artificial (IA) encontrou uma brecha na lei que a coloca como um aparelho auditivo. O local do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em segredo pela empresa que criou a IA, a DoNotPay.
Reprodução/Pixabay
Apesar de já desempenhar outras funções, o principal objetivo da empresa era criar um “robô-advogado”. O réu que estará no tribunal irá contestar uma multa recebida por excesso de velocidade. O criador da Inteligência Artificial (IA) ainda se comprometeu a pagar qualquer valor de multa, caso perca o caso, no lugar do réu. O fundador da empresa, Joshua Browder, diz que demorou muito para treinar a IA, com uma vasta quantidade de jurisprudência necessária para torná-la útil.
Inteligência artificial defenderá réu em tribunal nos EUA
Depois de criar obras de arte digitais, traduzir letras de médicos e realizar outras façanhas, a inteligência artificial (IA) vai atuar como advogada pela primeira vez. Como noticiou a New Scient… https://t.co/E4fXXY2Mc9
— Todas as Notícias (@AllNewsBrasil)
January 8, 2023
Tópicos sobre a lei de imigração, por exemplo, que antes estavam ausentes, agora já estão incluídos no app. A tecnologia por trás dessa IA é o sistema GPT-3, conjunto de ferramentas que usa a aprendizagem de máquina para gerar respostas detalhadas em forma de texto. Ele foi desenvolvido originalmente pela OpenAI.
O software foi desenvolvido pela DoNotPay, que é um chatbot de serviços jurídicos Em fevereiro está previsto para acontecer uma audiência jurídica nos Estados Unidos que deve entrar para a história. Pela primeira vez, uma inteligência artificial será usada para advogar a favor de um réu em um tribunal. No julgamento, que acontecerá, a IA ouvirá todo o discurso por meio de um celular e depois aconselhará o réu sobre o que dizer pelo fone de ouvido, de acordo com publicação do New Scientist.
Embora o uso de celulares ou computadores com fone seja proibido na maioria dos tribunais dos países, a empresa que desenvolveu a Inteligência Artificial (IA) encontrou uma brecha na lei que a coloca como um aparelho auditivo. O local do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em segredo pela empresa que criou a IA, a DoNotPay.
Reprodução/Pixabay
Apesar de já desempenhar outras funções, o principal objetivo da empresa era criar um “robô-advogado”. O réu que estará no tribunal irá contestar uma multa recebida por excesso de velocidade. O criador da Inteligência Artificial (IA) ainda se comprometeu a pagar qualquer valor de multa, caso perca o caso, no lugar do réu. O fundador da empresa, Joshua Browder, diz que demorou muito para treinar a IA, com uma vasta quantidade de jurisprudência necessária para torná-la útil.
Inteligência artificial defenderá réu em tribunal nos EUA Depois de criar obras de arte digitais, traduzir letras de médicos e realizar outras façanhas, a inteligência artificial (IA) vai atuar como advogada pela primeira vez. Como noticiou a New Scient… https://t.co/E4fXXY2Mc9 — Todas as Notícias (@AllNewsBrasil)
January 8, 2023
Tópicos sobre a lei de imigração, por exemplo, que antes estavam ausentes, agora já estão incluídos no app. A tecnologia por trás dessa IA é o sistema GPT-3, conjunto de ferramentas que usa a aprendizagem de máquina para gerar respostas detalhadas em forma de texto. Ele foi desenvolvido originalmente pela OpenAI.
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