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Pesquisa mostra que 35% da população do DF fez alguma aposta em 2025; veja as modalidades favoritas

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O levantamento indica que a principal motivação dos apostadores foi o ganho financeiro.

Distrito Federal.- O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) publicou um levantamento que realizou em parceria com a Secretaria da Família do DF sobre jogos de azar na unidade federativa. Segundo o estudo, 35% dos moradores fizeram algum tipo de aposta nos últimos 12 meses.

Segundo a pesquisa intitulada “O Perfil dos Apostadores no DF”, a modalidade mais popular entre os brasilienses são as loterias tradicionais, com 26,6% da preferência. Na segunda colocação estão as apostas esportivas, com 8,4%, seguidas pelo bingo, preferido por 8% dos entrevistados.

Veja também: Projeto propõe que 30% dos recursos das bets sejam destinados à segurança pública e prevenção ao feminicídio

Os jogos de cassino online foram jogados por 6,5% dos moradores no último ano. 4,8% dos entrevistados responderam ter apostado no jogo do bicho em 2025.

A maior parte dos entrevistados, 85,5%, afirmou que a principal motivação para apostar em jogos de azar é ganho financeiro. 11,1% declararam que praticam por prazer ou diversão e outros 7,3% disseram que é uma forma de socialização com familiares e amigos. O levantamento identificou ainda que 5,8% dos jogadores recebem benefícios sociais federais e estaduais.

“Parece um número baixo, mas não é. A gente não analisa só o percentual cru. Olhando para essa informação junto às demais, a exemplo de renda, em que a maior parte dos apostadores está na renda média-baixa e baixa, chama a atenção”, disse ao Metrópoles, a diretora de estudos e políticas sociais do IPEDF, Marcela Machado.

Segundo a representante do IPEDF, os jogos de azar são mais praticados por homens jovens com renda entre um e três salários mínimos.

“Quando você vê 85,5% de pessoas dizendo que jogam modalidades legais ou até ilegais, não regulamentadas para ganhar dinheiro e apenas 11,1% por prazer ou diversão, percebe um comportamento preocupante. São homens de baixa renda. A pessoa não têm renda para cobrir os gastos cotidiano, mas gasta com apostas, na esperança que terá ganhos mais fáceis. Ele está gastando, com a esperança de um ganho que não tem com o trabalho”, acrescenta Machado.

O levantamento indica que a principal motivação dos apostadores foi o ganho financeiro.

Distrito Federal.- O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) publicou um levantamento que realizou em parceria com a Secretaria da Família do DF sobre jogos de azar na unidade federativa. Segundo o estudo, 35% dos moradores fizeram algum tipo de aposta nos últimos 12 meses.

Segundo a pesquisa intitulada “O Perfil dos Apostadores no DF”, a modalidade mais popular entre os brasilienses são as loterias tradicionais, com 26,6% da preferência. Na segunda colocação estão as apostas esportivas, com 8,4%, seguidas pelo bingo, preferido por 8% dos entrevistados.

Veja também: Projeto propõe que 30% dos recursos das bets sejam destinados à segurança pública e prevenção ao feminicídio

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A maior parte dos entrevistados, 85,5%, afirmou que a principal motivação para apostar em jogos de azar é ganho financeiro. 11,1% declararam que praticam por prazer ou diversão e outros 7,3% disseram que é uma forma de socialização com familiares e amigos. O levantamento identificou ainda que 5,8% dos jogadores recebem benefícios sociais federais e estaduais.

“Parece um número baixo, mas não é. A gente não analisa só o percentual cru. Olhando para essa informação junto às demais, a exemplo de renda, em que a maior parte dos apostadores está na renda média-baixa e baixa, chama a atenção”, disse ao Metrópoles, a diretora de estudos e políticas sociais do IPEDF, Marcela Machado.

Segundo a representante do IPEDF, os jogos de azar são mais praticados por homens jovens com renda entre um e três salários mínimos.

“Quando você vê 85,5% de pessoas dizendo que jogam modalidades legais ou até ilegais, não regulamentadas para ganhar dinheiro e apenas 11,1% por prazer ou diversão, percebe um comportamento preocupante. São homens de baixa renda. A pessoa não têm renda para cobrir os gastos cotidiano, mas gasta com apostas, na esperança que terá ganhos mais fáceis. Ele está gastando, com a esperança de um ganho que não tem com o trabalho”, acrescenta Machado.

  

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