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PF deflagra operação contra bets ilegais em seis estados do Brasil

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Operação investiga esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 10 bilhões em dois anos.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Slots contra um grupo criminoso suspeito de utilizar plataformas ilegais de apostas online para lavagem de dinheiro. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 951 milhões (US$ 187 milhões) ligados aos investigados.

Segundo a CNN Brasil, a operação cumpre 14 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária nos estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Paraíba e Sergipe. Onze empresas também foram alvo de medidas judiciais.

Veja também: Entenda a medida provisória que destina parte da arrecadação das apostas para a Polícia Federal

Os mandados de prisão têm como alvos dois influenciadores digitais do Espírito Santo. Uma influenciadora foi presa, enquanto o marido ainda não havia sido localizado.

Segundo a PF, o grupo é investigado por utilizar empresas de fachada, plataformas ilegais de apostas de quota fixa e mecanismos financeiros para ocultar e dissimular a origem ilícita de recursos. A investigação teve início a partir de informações que apontavam uma possível prática de lavagem de dinheiro relacionada ao tráfico de drogas.

As apurações identificaram a exploração clandestina de plataformas de apostas na internet. De acordo com os investigadores, influenciadores digitais eram utilizados para divulgar os sites irregulares, enquanto empresas intermediadoras de pagamentos atuavam no recebimento, movimentação e dispersão dos valores obtidos com as atividades ilegais.

A PF aponta que as 11 empresas investigadas estavam divididas em três grupos e atuavam de forma organizada, com funções específicas dentro do esquema. Entre as práticas identificadas estava a alteração frequente de links e endereços eletrônicos para dificultar a atuação das autoridades.

Em dois anos, as empresas teriam movimentado mais de R$ 10 bilhões (US$ 2 bilhões). A investigação também identificou evolução patrimonial considerada incompatível com a capacidade econômica declarada pelos investigados, além do uso de pessoas jurídicas com características de empresas de fachada.

Plataformas operavam sem autorização

Segundo a Polícia Federal, as plataformas divulgadas pelos investigados não tinham autorização para operar no Brasil. Os sites também utilizavam indevidamente símbolos, selos e referências visuais relacionados ao Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), do Ministério da Fazenda, e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

As plataformas também direcionavam os depósitos dos usuários para pessoas jurídicas sem autorização para explorar apostas de quota fixa, fato que contribuiu para o aprofundamento das investigações.

Além do bloqueio de R$ 951 milhões (US$ 187 milhões), a justiça autorizou o sequestro de um imóvel de alto padrão e de veículos de luxo. Também foi determinada a suspensão das atividades das empresas investigadas e a proibição de divulgação de plataformas de apostas irregulares pelos envolvidos.

Veja também:

Veja também: Prefeitura de Belo Horizonte emite decreto que proíbe publicidade de bets em espaços e eventos públicos

Operação investiga esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 10 bilhões em dois anos.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (15), a Operação Slots contra um grupo criminoso suspeito de utilizar plataformas ilegais de apostas online para lavagem de dinheiro. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 951 milhões (US$ 187 milhões) ligados aos investigados.

Segundo a CNN Brasil, a operação cumpre 14 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária nos estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Paraíba e Sergipe. Onze empresas também foram alvo de medidas judiciais.

Veja também: Entenda a medida provisória que destina parte da arrecadação das apostas para a Polícia Federal

Os mandados de prisão têm como alvos dois influenciadores digitais do Espírito Santo. Uma influenciadora foi presa, enquanto o marido ainda não havia sido localizado.

Segundo a PF, o grupo é investigado por utilizar empresas de fachada, plataformas ilegais de apostas de quota fixa e mecanismos financeiros para ocultar e dissimular a origem ilícita de recursos. A investigação teve início a partir de informações que apontavam uma possível prática de lavagem de dinheiro relacionada ao tráfico de drogas.

As apurações identificaram a exploração clandestina de plataformas de apostas na internet. De acordo com os investigadores, influenciadores digitais eram utilizados para divulgar os sites irregulares, enquanto empresas intermediadoras de pagamentos atuavam no recebimento, movimentação e dispersão dos valores obtidos com as atividades ilegais.

A PF aponta que as 11 empresas investigadas estavam divididas em três grupos e atuavam de forma organizada, com funções específicas dentro do esquema. Entre as práticas identificadas estava a alteração frequente de links e endereços eletrônicos para dificultar a atuação das autoridades.

Em dois anos, as empresas teriam movimentado mais de R$ 10 bilhões (US$ 2 bilhões). A investigação também identificou evolução patrimonial considerada incompatível com a capacidade econômica declarada pelos investigados, além do uso de pessoas jurídicas com características de empresas de fachada.

Plataformas operavam sem autorização

Segundo a Polícia Federal, as plataformas divulgadas pelos investigados não tinham autorização para operar no Brasil. Os sites também utilizavam indevidamente símbolos, selos e referências visuais relacionados ao Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), do Ministério da Fazenda, e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

As plataformas também direcionavam os depósitos dos usuários para pessoas jurídicas sem autorização para explorar apostas de quota fixa, fato que contribuiu para o aprofundamento das investigações.

Além do bloqueio de R$ 951 milhões (US$ 187 milhões), a justiça autorizou o sequestro de um imóvel de alto padrão e de veículos de luxo. Também foi determinada a suspensão das atividades das empresas investigadas e a proibição de divulgação de plataformas de apostas irregulares pelos envolvidos.

Veja também:

Veja também: Prefeitura de Belo Horizonte emite decreto que proíbe publicidade de bets em espaços e eventos públicos

  

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