Na última sexta-feira, 17, a Polícia Federal prendeu um homem suspeito de integrar um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas contra instituições financeiras públicas. A ação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da central de segurança da Caixa Econômica Federal.
De acordo com as investigações, o grupo havia adquirido recentemente uma casa lotérica no Rio Grande do Norte, utilizada para realizar centenas de autenticações irregulares de boletos. Os valores eram desviados para contas pessoais e de outros integrantes da quadrilha.
Após as operações fraudulentas, o suspeito embarcou no aeroporto de Natal com destino a Curitiba (PR), onde foi preso em flagrante por agentes da PF.
Polícia investiga relação com outra fraude lotérica na Caixa
Três dias antes, segundo a Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, uma lotérica em Suzano (SP) já havia sido alvo de golpe com o mesmo modo de atuação, o que levanta a suspeita de que o crime tenha sido cometido pela mesma organização.
O homem foi encaminhado à Justiça e permanece sob custódia. As investigações seguem para identificar e localizar outros envolvidos.
Rio de Janeiro também entra na mira
No começo de outubro deste ano, a PF deu início às prisões da Operação Pague a Conta, que apura crimes de peculato cometidos contra a loteria da Caixa na Baixada Fluminense (RJ).
A ação ocorreu na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da investigada e recolheram dois celulares, um tablet, documentos diversos e um veículo. A Justiça também determinou a quebra dos sigilos telemáticos e bancários da suspeita.
As investigações começaram em 2024, após a própria Caixa encaminhar notícia-crime à PF. O levantamento apontou que uma permissionária de lotérica teria deixado de repassar à instituição os valores arrecadados nas operações do estabelecimento, e o rombo já ultrapassaria R$ 1 milhão, segundo a informação da Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro.
Por administrar recursos vinculados à Caixa, a permissionária é equiparada a funcionária pública, podendo responder pelo crime de peculato. A Caixa acompanha o andamento do caso e segue colaborando com as autoridades na apuração.
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Na última sexta-feira, 17, a Polícia Federal prendeu um homem suspeito de integrar um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas contra instituições financeiras públicas. A ação contou com o apoio
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