Playoffs da NFL: Dolphins não terá Tua Tagovailoa, mas deposita ‘esperanças’ no talento de Tyreek Hill

Confira uma análise da campanha do Miami Dolphins, classificado aos playoffs da NFL

Uma montanha russa de emoções. Isto resume um pouco da temporada do Miami Dolphins (9-8), que conseguiu a última vaga de wildcard da AFC, com um field goal a 18s do término da partida contra o New York Jets, na semana 18. Em dado momento, o time brilhou com a mudança de patamar de Tua Tagovailoa, chegando a assumir a liderança do Leste à frente do Buffalo Bills. No entanto, cinco derrotas seguidas deixou a classificação à pós-temporada por um fio, que veio apenas no chute salvador do kicker Jason Sanders. Sem Tua, com problemas na defesa, Miami vem em um degrau abaixo do esperado. Em nossa prévia para os playoffs da NFL, confira uma análise sobre o Dolphins!




Destaques: Tyreek Hill e defesa no jogo terrestre

Com
Tua Tagovailoa em campo, o ataque do Dolphins produziu, em média, 25.5 pontos por jogo, estalecendo como um dos melhores da NFL. Ao todo, o setor ofensivo entregou e se mostrou eficiente: 6º com mais jardas totais por partida (364.5), com destaque absoluto para o jogo aéreo (265.4 jardas por jogo, o 4º melhor). Isso acabou refletido no sucesso de outro grande astro de Miami: o wide receiver 
Tyreek Hill, o 2º na liga com mais recepções completadas (119). Outro recebedor,
Jaylen Waddle também esteve em boa forma com 1,356 jardas e 8 touchdowns. No entanto, Tua será desfalque após sofrer a terceira concussão no ano e o novato
Skylar Thompson vai assumir a missão de ser o quarterback titular. 
Em entrevista ao
Bolavip Brasil, Rafael Leal, administrador do
perfil não oficial do Miami Dolphins no Brasil, entende que o principal mérito do time se deu pela criação de um ataque voltado para potencializar Tua. “O ataque criado por Mike McDaniel foi idealizado para maximizar as qualidades do Tua. A vinda de peças como o offensive tackle Terron Armstead, o fullback Alec Ingold e o running back Raheem Morstet ajudaram. Além da grande estrela Tyreek Hill, que foi fundamental nessa ‘virada de página'”, analisa Leal. 
Não é somente o ataque que ganhou uma melhora se comparado ao último ano. A
defesa no jogo terrestre apresentou evolução e se tornou uma das mais sólidas da temporada entre os 32 times: 4ª melhor da liga, permitindo 103.0 jardas por partida – uma diminuição de mais de 6 jardas do que a temporada de 2021. 

Skylar Thompson registra somente 1 touchdown na NFL. Créditos: Winslow Townson/Getty Images

Pontos de atenção: inexperiência de Skylar Thompson e defesa contra o jogo aéreo

O problema para o Dolphins começou quando veio a notícia da
ausência de Tua na estreia dos playoffs. Sem o camisa 1, o ataque não anda: média de 16,3 pontos por jogo. Reserva imediato, o experiente 
Teddy Bridgewater sofreu uma lesão na mão direita e está fora de ação. Restou para o
inexperiente Thompson liderar o setor, embora acumule mais sacks (6) e interceptações (3) do que touchdowns (1) nas sete partidas de seu ano de estreia. 
Na defesa, o calcanhar de Aquiles está no jogo aéreo: o 6º pior da NFL, cedendo 234.8 jardas por partida. “Faltas e defesa contra o jogo aéreo. O time ainda é muito indisciplinado nos dois lados da bola. Faltas bobas e isso é treinamento. Na defesa, algumas chamadas do coordenador Josh Boyer são questionáveis, mas o problema mesmo são as inúmeras lesões de jogadores muito importantes, como Byron Jones, Brandon Jones, Emmanuel Ogbah, Nik Needham, entre outros. Daí não tem o que fazer”, afirma Leal. 
 

Locked in. ��#FinsUp x #MIAvsBUF pic.twitter.com/zQfDnOuJdM

— Miami Dolphins (@MiamiDolphins)
January 14, 2023



O que vale ficar de olho: dúvida na presença de Mostert e sem ‘favoritismo’

Principal running back do Dolphins, Raheem Mostert ainda é presença incerta na estreia da pós-temporada. Com lesão no polegar, ele seria um reforço e tanto para o ataque, caso apresente condições. Ao menos, deverá haver dois retornos na linha ofensiva: os de Terron ArmsteadKendall Lamm. No mais, o time chegará com um quarterback e técnico principal (Mike McDaniel) estreantes em playoffs. Sem Tua, apesar da potente dupla de recebedores (Hill e Waddle), as chances de Miami reduzem nos playoffs. O que joga a responsabilidade para o outro lado do campo, o dos adversários. Isso pode ser um trunfo do Dolphins, que retornam a pós-temporada após seis anos. 

Outro nome para estar atento: o linebacker Elandon Roberts

Quando joga pelos playoffs da NFL?

Sem mando de campo, o Miami Dolphins visita o Buffalo Bills neste domingo (15), às 15h, horário de Brasília. 

Confira uma análise da campanha do Miami Dolphins, classificado aos playoffs da NFL Uma montanha russa de emoções. Isto resume um pouco da temporada do Miami Dolphins (9-8), que conseguiu a última vaga de wildcard da AFC, com um field goal a 18s do término da partida contra o New York Jets, na semana 18. Em dado momento, o time brilhou com a mudança de patamar de Tua Tagovailoa, chegando a assumir a liderança do Leste à frente do Buffalo Bills. No entanto, cinco derrotas seguidas deixou a classificação à pós-temporada por um fio, que veio apenas no chute salvador do kicker Jason Sanders. Sem Tua, com problemas na defesa, Miami vem em um degrau abaixo do esperado. Em nossa prévia para os playoffs da NFL, confira uma análise sobre o Dolphins!

 

Destaques: Tyreek Hill e defesa no jogo terrestre

Com
Tua Tagovailoa em campo, o ataque do Dolphins produziu, em média, 25.5 pontos por jogo, estalecendo como um dos melhores da NFL. Ao todo, o setor ofensivo entregou e se mostrou eficiente: 6º com mais jardas totais por partida (364.5), com destaque absoluto para o jogo aéreo (265.4 jardas por jogo, o 4º melhor). Isso acabou refletido no sucesso de outro grande astro de Miami: o wide receiver 
Tyreek Hill, o 2º na liga com mais recepções completadas (119). Outro recebedor,
Jaylen Waddle também esteve em boa forma com 1,356 jardas e 8 touchdowns. No entanto, Tua será desfalque após sofrer a terceira concussão no ano e o novato
Skylar Thompson vai assumir a missão de ser o quarterback titular. 

Em entrevista ao
Bolavip Brasil, Rafael Leal, administrador do
perfil não oficial do Miami Dolphins no Brasil, entende que o principal mérito do time se deu pela criação de um ataque voltado para potencializar Tua. “O ataque criado por Mike McDaniel foi idealizado para maximizar as qualidades do Tua. A vinda de peças como o offensive tackle Terron Armstead, o fullback Alec Ingold e o running back Raheem Morstet ajudaram. Além da grande estrela Tyreek Hill, que foi fundamental nessa ‘virada de página'”, analisa Leal. 

Não é somente o ataque que ganhou uma melhora se comparado ao último ano. A
defesa no jogo terrestre apresentou evolução e se tornou uma das mais sólidas da temporada entre os 32 times: 4ª melhor da liga, permitindo 103.0 jardas por partida – uma diminuição de mais de 6 jardas do que a temporada de 2021. 

Skylar Thompson registra somente 1 touchdown na NFL. Créditos: Winslow Townson/Getty Images

Pontos de atenção: inexperiência de Skylar Thompson e defesa contra o jogo aéreo

O problema para o Dolphins começou quando veio a notícia da
ausência de Tua na estreia dos playoffs. Sem o camisa 1, o ataque não anda: média de 16,3 pontos por jogo. Reserva imediato, o experiente 
Teddy Bridgewater sofreu uma lesão na mão direita e está fora de ação. Restou para o
inexperiente Thompson liderar o setor, embora acumule mais sacks (6) e interceptações (3) do que touchdowns (1) nas sete partidas de seu ano de estreia. 

Na defesa, o calcanhar de Aquiles está no jogo aéreo: o 6º pior da NFL, cedendo 234.8 jardas por partida. “Faltas e defesa contra o jogo aéreo. O time ainda é muito indisciplinado nos dois lados da bola. Faltas bobas e isso é treinamento. Na defesa, algumas chamadas do coordenador Josh Boyer são questionáveis, mas o problema mesmo são as inúmeras lesões de jogadores muito importantes, como Byron Jones, Brandon Jones, Emmanuel Ogbah, Nik Needham, entre outros. Daí não tem o que fazer”, afirma Leal. 

 

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January 14, 2023

O que vale ficar de olho: dúvida na presença de Mostert e sem ‘favoritismo’
Principal running back do Dolphins, Raheem Mostert ainda é presença incerta na estreia da pós-temporada. Com lesão no polegar, ele seria um reforço e tanto para o ataque, caso apresente condições. Ao menos, deverá haver dois retornos na linha ofensiva: os de Terron Armstead e Kendall Lamm. No mais, o time chegará com um quarterback e técnico principal (Mike McDaniel) estreantes em playoffs. Sem Tua, apesar da potente dupla de recebedores (Hill e Waddle), as chances de Miami reduzem nos playoffs. O que joga a responsabilidade para o outro lado do campo, o dos adversários. Isso pode ser um trunfo do Dolphins, que retornam a pós-temporada após seis anos. 
Outro nome para estar atento: o linebacker Elandon Roberts. 
Quando joga pelos playoffs da NFL?
Sem mando de campo, o Miami Dolphins visita o Buffalo Bills neste domingo (15), às 15h, horário de Brasília.   


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