PLDay: conferência voltada à indústria de apostas debate prevenção à lavagem de dinheiro

O evento em São Paulo terá representantes de plataformas de apostas e de empresas de pagamento.


São Paulo.- A prevenção à lavagem de dinheiro na indústria de apostas de quota fixa será o tema da conferência PLDay, que será realizada na quarta-feira (27), em São Paulo (SP). O evento deve reunir especialistas do setor de jogos no Brasil.

Entre os temas que serão debatidos no encontro, estão os desafios do setor de jogos, questões sobre a regulamentação e práticas de combate a fraudes financeiras no setor.

Veja também: Coaf alerta para atraso em análises: impacto atinge plataformas de apostas e bancos


iGaming & Gaming International Expo - IGI

Alguns dos convidados confirmados são Plínio Lemos Jorge, presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL); Vitor Marques, gerente de compliance da BetMGM; Mila Rabelo, diretora de compliance da Paag; e Fred Justo, ex-coordenador-geral de Monitoramento de Lavagem de Dinheiro da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

“A realização de um evento como o PLDay é essencial para promover um diálogo aberto entre todos os atores do setor de apostas. Ao reunir autoridades, operadores e especialistas em compliance, conseguimos avançar na construção de práticas mais seguras e responsáveis, que não apenas fortalecem o mercado, mas também aumentam a confiança de toda a sociedade nesse segmento, que se encontra em constante expansão”, comentou João Fraga, CEO da Paag.

“Operadores são responsáveis por prevenir a lavagem de dinheiro em suas plataformas”, afirma CEO da Paag

Em dezembro de 2023, foi sancionada a Lei Federal Nº 14.790/23, também conhecida como Lei das Apostas. A legislação define diversas obrigações das operadoras de apostas online para operar legalmente no Brasil. Entre essas diretrizes, uma das principais é o combate à lavagem de dinheiro.

Ministério da Fazenda exige que as plataformas de igaming implementem ferramentas para prevenir crimes financeiros. As bets que não cumprem essa norma pode sofrer diversas sanções, incluindo perder a permissão para atuar no Brasil.

“A regulamentação brasileira foi clara e objetiva ao estabelecer que os operadores são diretamente responsáveis por prevenir a lavagem de dinheiro dentro de suas plataformas”, explicou João Fraga, CEO da Paag, empresa de soluções financeiras para a indústria de jogos online.

“Com a entrada em vigor da Portaria nº 561 e o recente alerta do Ministério da Fazenda, não há mais espaço para omissão: é obrigatório ter uma política estruturada de PLD, com regras internas, identificação de usuários, monitoramento contínuo e reporte imediato de operações suspeitas. O setor de apostas precisa se adaptar rapidamente a esse novo cenário, deixando para trás qualquer resquício de informalidade. O combate à lavagem de dinheiro não é apenas uma exigência legal — é uma condição essencial para a legitimidade e a sustentabilidade do mercado no Brasil”, complementa o executivo.

Além de implementar tecnologias para reforçar a segurança dos apostadores, as empresas do setor devem fiscalizar denunciar operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).

É também de obrigação das bets monitorar e investigar indícios de práticas do mercado que possam estar associadas a grupos criminosos. Alguns dos pontos que precisam ser observados pelas operadoras é a compatibilidade entre as operações e a situação socioeconômica do jogador e se um usuário estaria usando ferramentas automatizadas para apostas.

As plataformas de apostas esportivas têm ainda a obrigação de manter armazenadas as informações de clientes, funcionários e fornecedores por, ao menos, cinco anos.

O evento em São Paulo terá representantes de plataformas de apostas e de empresas de pagamento.

São Paulo.- A prevenção à lavagem de dinheiro na indústria de apostas de quota fixa será o tema da conferência PLDay, que será realizada na quarta-feira (27), em São Paulo (SP). O evento deve reunir especialistas do setor de jogos no Brasil.

Entre os temas que serão debatidos no encontro, estão os desafios do setor de jogos, questões sobre a regulamentação e práticas de combate a fraudes financeiras no setor.

Veja também: Coaf alerta para atraso em análises: impacto atinge plataformas de apostas e bancos

Alguns dos convidados confirmados são Plínio Lemos Jorge, presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL); Vitor Marques, gerente de compliance da BetMGM; Mila Rabelo, diretora de compliance da Paag; e Fred Justo, ex-coordenador-geral de Monitoramento de Lavagem de Dinheiro da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

“A realização de um evento como o PLDay é essencial para promover um diálogo aberto entre todos os atores do setor de apostas. Ao reunir autoridades, operadores e especialistas em compliance, conseguimos avançar na construção de práticas mais seguras e responsáveis, que não apenas fortalecem o mercado, mas também aumentam a confiança de toda a sociedade nesse segmento, que se encontra em constante expansão”, comentou João Fraga, CEO da Paag.

“Operadores são responsáveis por prevenir a lavagem de dinheiro em suas plataformas”, afirma CEO da Paag

Em dezembro de 2023, foi sancionada a Lei Federal Nº 14.790/23, também conhecida como Lei das Apostas. A legislação define diversas obrigações das operadoras de apostas online para operar legalmente no Brasil. Entre essas diretrizes, uma das principais é o combate à lavagem de dinheiro.

Ministério da Fazenda exige que as plataformas de igaming implementem ferramentas para prevenir crimes financeiros. As bets que não cumprem essa norma pode sofrer diversas sanções, incluindo perder a permissão para atuar no Brasil.

“A regulamentação brasileira foi clara e objetiva ao estabelecer que os operadores são diretamente responsáveis por prevenir a lavagem de dinheiro dentro de suas plataformas”, explicou João Fraga, CEO da Paag, empresa de soluções financeiras para a indústria de jogos online.

“Com a entrada em vigor da Portaria nº 561 e o recente alerta do Ministério da Fazenda, não há mais espaço para omissão: é obrigatório ter uma política estruturada de PLD, com regras internas, identificação de usuários, monitoramento contínuo e reporte imediato de operações suspeitas. O setor de apostas precisa se adaptar rapidamente a esse novo cenário, deixando para trás qualquer resquício de informalidade. O combate à lavagem de dinheiro não é apenas uma exigência legal — é uma condição essencial para a legitimidade e a sustentabilidade do mercado no Brasil”, complementa o executivo.

Além de implementar tecnologias para reforçar a segurança dos apostadores, as empresas do setor devem fiscalizar denunciar operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF).

É também de obrigação das bets monitorar e investigar indícios de práticas do mercado que possam estar associadas a grupos criminosos. Alguns dos pontos que precisam ser observados pelas operadoras é a compatibilidade entre as operações e a situação socioeconômica do jogador e se um usuário estaria usando ferramentas automatizadas para apostas.

As plataformas de apostas esportivas têm ainda a obrigação de manter armazenadas as informações de clientes, funcionários e fornecedores por, ao menos, cinco anos.

  


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