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Polícia Federal cria grupo especializado para investigar manipulação de resultados e fraudes em apostas esportivas

polícia federal cria grupo especializado para investigar manipulação de resultados e fraudes em apostas esportivas

polícia federal cria grupo especializado para investigar manipulação de resultados e fraudes em apostas esportivas

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Nova estrutura terá foco no combate à manipulação de resultados esportivos, lavagem de dinheiro e fraudes em apostas de quota fixa.

Brasília.- A Polícia Federal instituiu um grupo especializado para investigar manipulação de resultados esportivos, fraudes em apostas e crimes relacionados ao setor no Brasil. A medida foi oficializada por meio da Portaria DICOR/PF nº 92, publicada no Boletim de Serviço da terça-feira (12) e assinada pelo diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, delegado Dennis Cali.

Batizada de “Base Apostas”, a estrutura terá caráter institucional e duração inicial de um ano, podendo ser prorrogada após reavaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR).

O grupo será responsável por investigar crimes como manipulação de competições esportivas, exploração fraudulenta de apostas de quota fixa, lavagem de dinheiro, corrupção privada, estelionato e associação criminosa.

Veja também: Brasil apresenta sistemas e ferramentas para combater manipulação de resultados esportivos

Segundo a portaria, a Base Apostas ficará subordinada à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro. As operações também contarão com apoio de unidades especializadas da PF no combate ao crime organizado e crimes financeiros.A nova estrutura terá instalações reservadas e funcionamento sigiloso, com prioridade para uma localização próxima ao Distrito Federal. Enquanto a sede definitiva não for definida, o grupo poderá atuar temporariamente nas dependências da Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro.

Entre as prioridades investigativas estão o combate a organizações criminosas envolvidas na manipulação de resultados esportivos e fraudes em apostas, além da identificação de financiadores, intermediários, apostadores estratégicos e agentes esportivos ligados aos esquemas.

A recuperação de ativos obtidos ilegalmente também será foco das investigações. A PF prevê apreensão e sequestro de bens relacionados aos crimes apurados, especialmente em casos de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

Veja também: Governo aumenta repasse das apostas esportivas para a Polícia Federal até 2028

A portaria ainda estabelece cooperação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalizados de apostas esportivas, além da possibilidade de atuação conjunta com autoridades internacionais.

A Base Apostas também será responsável por análises de inteligência policial, monitoramento de padrões suspeitos em eventos esportivos e identificação de movimentações financeiras atípicas ligadas ao mercado de apostas.

O grupo contará inicialmente com um delegado da Polícia Federal, um escrivão e três policiais analistas especializados em áreas como inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos e monitoramento de plataformas digitais.

Veja também: Governo Federal cria política nacional para combater fraudes e manipulação no esporte

A PF informou que os policiais serão recrutados prioritariamente entre profissionais com experiência em investigações complexas envolvendo tecnologia, operações financeiras e ecossistemas de apostas esportivas.

Ao final do período inicial de funcionamento, o delegado responsável pela Base Apostas deverá apresentar um relatório detalhando os resultados das operações e avaliando a necessidade de continuidade dos trabalhos.

Veja também:

Veja também: Ministros do STF apontam as apostas com um dos fatores de endividamento dos brasileiros

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Batizada de “Base Apostas”, a estrutura terá caráter institucional e duração inicial de um ano, podendo ser prorrogada após reavaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR).

O grupo será responsável por investigar crimes como manipulação de competições esportivas, exploração fraudulenta de apostas de quota fixa, lavagem de dinheiro, corrupção privada, estelionato e associação criminosa.

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Segundo a portaria, a Base Apostas ficará subordinada à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro. As operações também contarão com apoio de unidades especializadas da PF no combate ao crime organizado e crimes financeiros.A nova estrutura terá instalações reservadas e funcionamento sigiloso, com prioridade para uma localização próxima ao Distrito Federal. Enquanto a sede definitiva não for definida, o grupo poderá atuar temporariamente nas dependências da Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro.

Entre as prioridades investigativas estão o combate a organizações criminosas envolvidas na manipulação de resultados esportivos e fraudes em apostas, além da identificação de financiadores, intermediários, apostadores estratégicos e agentes esportivos ligados aos esquemas.

A recuperação de ativos obtidos ilegalmente também será foco das investigações. A PF prevê apreensão e sequestro de bens relacionados aos crimes apurados, especialmente em casos de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

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A portaria ainda estabelece cooperação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalizados de apostas esportivas, além da possibilidade de atuação conjunta com autoridades internacionais.

A Base Apostas também será responsável por análises de inteligência policial, monitoramento de padrões suspeitos em eventos esportivos e identificação de movimentações financeiras atípicas ligadas ao mercado de apostas.

O grupo contará inicialmente com um delegado da Polícia Federal, um escrivão e três policiais analistas especializados em áreas como inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos e monitoramento de plataformas digitais.

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Ao final do período inicial de funcionamento, o delegado responsável pela Base Apostas deverá apresentar um relatório detalhando os resultados das operações e avaliando a necessidade de continuidade dos trabalhos.

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