Por diferentes motivos, Brasil e Colômbia ampliam investimento no futebol feminino

De um lado, uma queda precoce do Brasil ainda na fase de grupos da Copa do Mundo Feminina. De outro, as chamadas “Chicas Superpoderosas” (Meninas Superpoderosas) da Colômbia chegaram às quartas de final do torneio, seu melhor desempenho na história. E por diferentes motivos, ambos países anunciaram investimentos na modalidade.

No início de agosto, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se posicionou logo após a eliminação da seleção brasileira e prometeu mais investimentos.


Apesar da frustração, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues afirmou que os investimentos na categoria não iriam cessar.

“Infelizmente, a eliminação do Brasil foi precoce e o resultado da seleção ficou aquém do esperado. Agora, é absorver o resultado e analisar com calma tudo o que aconteceu neste ciclo. Faremos os investimentos necessários para que o Brasil venha nos Jogos Olímpicos [de Paris 2024], assim como nas próximas competições, com ainda mais apoio em busca dos melhores resultados”, afirmou o dirigente.

O mandatário ainda detalhou que pretende implementar, ainda neste ano, o Campeonato Brasileiro Sub-15/17, envolvendo todas as regiões do país.


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Já o governo da Colômbia anunciou que irá destinar cerca de US$ 1,9 milhão em investimentos para desenvolver o campeonato feminino de futebol do país em 2024. O anúncio foi feito pelo presidente Gustavo Petro em audiência com a delegação de jogadoras. Elas foram condecoradas com a Ordem de Boyacá, a mais alta distinção do país para civis.

A equipe colombiana chegou às quartas de final do torneio, perdendo para a Inglaterra, uma das finalistas. Na fase de grupos, a Colômbia eliminou a Alemanha, bicampeã mundial. Nas oitavas de final, passou pela Jamaica, que havia eliminado o Brasil, ao vencer por 1 a 0.

Petro homenageou as jogadoras na última quarta-feira (16) no Palácio de Nariño, sede do poder executivo, e anunciou o que descreveu como um “apoio histórico” ao futebol feminino: a liberação de 8 bilhões de pesos (US$ 1.9 milhão) para que em 2024 “haja uma liga profissional de futebol feminino na Colômbia”.

O atual campeonato é disputado apenas cinco meses por ano devido à falta de recursos e patrocinadores. As jogadoras de futebol são obrigadas a procurar outros empregos para se sustentarem. Com isso, vivem em um regime de semiprofissionalismo. Apenas as que atuam no exterior podem ser consideradas jogadoras profissionais.

“Pretendemos trabalhar de mãos dadas com a federação [colombiana de futebol] para melhorar e continuar trabalhando para que o futebol feminino alcance muito mais”, afirmou Astrid Rodríguez, ministra do Esporte da Colômbia.

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 Enquanto Seleção Brasileira caiu na fase de grupos, as “Meninas Superpoderosas” fizeram uma campanha histórica
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