Para Hazenclever Lopes Cançado, deve-se focar em combater as plataformas de jogos online que são ilegais e que podem estar ligadas a outros crimes.
Rio de Janeiro.- O combate às casas de apostas irregulares tem sido um dos tópicos mais defendidos pelos agentes do mercado regulado de jogos de azar no Brasil. Esse tema também foi abordado por Hazenclever Lopes Cançado, o presidente da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj) durante a participação no programa EsferaCast.
O representante da Loteria do Rio de Janeiro defendeu que as autoridades estaduais e federais devem se unir para formar uma espécie de força-tarefa para focar os esforços no objetivo de retirar do ar as plataformas de jogos online que são ilegais que podem estar ligadas a outros crimes.
Veja também: Loterj confirma apoio ao RioSolidário: Lar da Mulher receberá investimento para 12 meses
“Precisamos unir os estados e organismos federais, como Receita Federal, Polícia Federal, Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] e Banco Central, para a criação de uma força de combate às casas de apostas irregulares. As dezenas de milhares de casas irregulares que funcionam no Brasil são a porta de entrada para o tráfico, para a milícia, para o narcotráfico, para a lavagem de dinheiro e para vários outros crimes”, declarou Hazenclever.
Lopes Cançado citou o exemplo do que foi colocado em prática no estado do Rio de Janeiro como uma modelo que poderia servir de inspiração de como garantir a segurança das operações das plataformas de jogos.
“O nosso modelo é um modelo moderno, um modelo atualizado. Nós dialogamos com todos os mercados maduros do planeta e trouxemos para o Rio de Janeiro o que há de melhor com segurança jurídica para o apostador, para o estado e para as casas de aposta”, afirmou o gestor da Loterj.
Em outro ponto da entrevista, o presidente da Loterj reforçou o seu posicionamento favorável à legalização de cassinos, bingos e outros estabelecimentos de jogos de azar no país. “Precisamos trazer para a luz do sol todos os jogos que persistem funcionando na obscuridade e na clandestinidade”, explicou.
A liberação do funcionamento de estabelecimentos físicos de jogos de azar é a proposta do Projeto de Lei 2234/22, que aguarda a votação no Plenário do Senado Federal.
Outro tópico levantado por Hazenclever é o das melhorias sociais que são financiadas pela arrecadação dos jogos. No caso da Loterj, a instituição conseguiu aumentar em 46 vezes a aplicação de recursos das loterias em ações sociais nos últimos três anos. Alguns dos destinos dos valores são creches, ações de combate à violência contra mulheres e patrocínio a esportes de base.
“O nosso grande diferencial, além da segurança, é o retorno para a sociedade daquilo que é arrecadado de uma forma transparente, de uma forma democrática, deixando no Rio de Janeiro o resultado arrecadado pelo Estado com as apostas feitas pelos fluminenses”, declarou o presidente da autarquia fluminense.
Por fim, Hazenclever falou sobre os planos da autarquia para implementar máquinas de vídeo loteria no estado. A expectativa é que sejam gerados 65 mil empregos diretos e indiretos nos próximos dois anos.
Para Hazenclever Lopes Cançado, deve-se focar em combater as plataformas de jogos online que são ilegais e que podem estar ligadas a outros crimes.
Rio de Janeiro.- O combate às casas de apostas irregulares tem sido um dos tópicos mais defendidos pelos agentes do mercado regulado de jogos de azar no Brasil. Esse tema também foi abordado por Hazenclever Lopes Cançado, o presidente da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj) durante a participação no programa EsferaCast.
O representante da Loteria do Rio de Janeiro defendeu que as autoridades estaduais e federais devem se unir para formar uma espécie de força-tarefa para focar os esforços no objetivo de retirar do ar as plataformas de jogos online que são ilegais que podem estar ligadas a outros crimes.
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“Precisamos unir os estados e organismos federais, como Receita Federal, Polícia Federal, Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] e Banco Central, para a criação de uma força de combate às casas de apostas irregulares. As dezenas de milhares de casas irregulares que funcionam no Brasil são a porta de entrada para o tráfico, para a milícia, para o narcotráfico, para a lavagem de dinheiro e para vários outros crimes”, declarou Hazenclever.
Lopes Cançado citou o exemplo do que foi colocado em prática no estado do Rio de Janeiro como uma modelo que poderia servir de inspiração de como garantir a segurança das operações das plataformas de jogos.
“O nosso modelo é um modelo moderno, um modelo atualizado. Nós dialogamos com todos os mercados maduros do planeta e trouxemos para o Rio de Janeiro o que há de melhor com segurança jurídica para o apostador, para o estado e para as casas de aposta”, afirmou o gestor da Loterj.
Em outro ponto da entrevista, o presidente da Loterj reforçou o seu posicionamento favorável à legalização de cassinos, bingos e outros estabelecimentos de jogos de azar no país. “Precisamos trazer para a luz do sol todos os jogos que persistem funcionando na obscuridade e na clandestinidade”, explicou.
A liberação do funcionamento de estabelecimentos físicos de jogos de azar é a proposta do Projeto de Lei 2234/22, que aguarda a votação no Plenário do Senado Federal.
Outro tópico levantado por Hazenclever é o das melhorias sociais que são financiadas pela arrecadação dos jogos. No caso da Loterj, a instituição conseguiu aumentar em 46 vezes a aplicação de recursos das loterias em ações sociais nos últimos três anos. Alguns dos destinos dos valores são creches, ações de combate à violência contra mulheres e patrocínio a esportes de base.
“O nosso grande diferencial, além da segurança, é o retorno para a sociedade daquilo que é arrecadado de uma forma transparente, de uma forma democrática, deixando no Rio de Janeiro o resultado arrecadado pelo Estado com as apostas feitas pelos fluminenses”, declarou o presidente da autarquia fluminense.
Por fim, Hazenclever falou sobre os planos da autarquia para implementar máquinas de vídeo loteria no estado. A expectativa é que sejam gerados 65 mil empregos diretos e indiretos nos próximos dois anos.
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