O advogado Hazenclever Lopes Cançado, presidente da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj), pediu a criação de uma força-tarefa nacional para combater apostas ilegais. De acordo com ele, a iniciativa deve reunir estados e órgãos federais, seguindo modelos aplicados anteriormente nos setores financeiro e de combustíveis.
Durante sua manifestação, Cançado destacou que o avanço das casas de apostas irregulares favorece atividades criminosas em diferentes regiões do país. Além disso, o presidente da Loterj defendeu ações coordenadas para enfrentar lavagem de dinheiro e organizações criminosas ligadas ao setor.
Ele citou a necessidade de integração entre governos estaduais e instituições federais responsáveis por fiscalização, controle financeiro e segurança pública. Assim, Cançado reforçou que apenas ações isoladas não resolvem o problema estrutural das apostas clandestinas no Brasil.
Integração entre órgãos federais e estados
Hazenclever Lopes Cançado afirmou que o combate às apostas ilegais exige cooperação institucional contínua. Segundo ele, órgãos como a Receita Federal, a Polícia Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Banco Central devem atuar de forma conjunta.
Cançado afirmou: “Precisamos unir os estados e organismos federais, como Receita Federal, Polícia Federal, Coaf e Banco Central, para a criação de uma força de combate às casas de apostas irregulares”.
Na sequência, ele reforçou o impacto direto dessas operações ilegais sobre a segurança pública e o sistema financeiro.
Cançado declarou: “As dezenas de milhares de casas irregulares que funcionam no Brasil são a porta de entrada para o tráfico, para a milícia, para o narcotráfico, para a lavagem de dinheiro e para vários outros crimes.”
A declaração ocorreu durante a gravação de uma entrevista ao EsferaCast, videocast produzido pela Esfera Brasil.
Defesa da legalização e expansão da videoloteria
Ao mesmo tempo, o presidente da Loterj voltou a defender a legalização de jogos no Congresso Nacional. Ele citou cassinos, bingos e jogos de apostas como atividades que já operam clandestinamente no país.
Cançado disse: “Precisamos trazer para a luz do sol todos os jogos que persistem funcionando na obscuridade e na clandestinidade”.
Ademais, o excecutivo, defendeu a aceleração da implementação de terminais de videoloteria no estado do Rio de Janeiro. Conforme ele, essa medida representa um avanço relevante para a economia fluminense.
Cançado explicou que os jogos ampliam a circulação de recursos no estado. Ele pontuou que esse movimento beneficia setores como turismo, bares, restaurantes e fornecedores de tecnologia.
Por fim, o presidente da Loterj afirmou que a indústria das apostas também impulsiona cadeias produtivas conectadas ao setor.
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