47% das apostas no segundo trimestre de 2025 foram de valores baixos.
Os apostadores brasileiros costumam apostar valores baixos, é que conclui um levantamento realizado pela Paag, empresa de pagamentos do setor de igaming. Segundo o relatório da companhia, 47% do total de apostas feitas no segundo trimestre de 2025 foi de quantias até R$ 20 (USD 3,68).
Os dados são da segunda edição do Relatório de Visão do Mercado, estudo sobre o comportamento do apostador brasileiro. Na primeira edição do levantamento, foi constatado que apostas acima de R$ 1.000 (USD 183,92) representaram menos de 1% das operações do primeiro trimestre deste ano.
Segundo a empresa de pagamentos, os números da segunda edição do levantamento são relativos às transações financeiras em plataformas de jogos online parceiras da Paag. As bets que utilizam o serviço da financeira representa cerca de 30% do mercado.
De acordo com o novo Relatório de Visão do Mercado, as transações entre R$ 100 (USD 18,39) e R$ 1.000 representam 11% do volume de apostas e concentram mais de 42% do valor transacionado. Dessa vez, houve redução na proporção de apostas acima de R$ 1.000, sendo correspondente por 0,5% do total, a metade do trimestre anterior.
Outro dado interessante constatado pelo levantamento, é que as plataformas de igaming conseguiram um bom volume de novos usuários, porém tiveram dificuldade de manter o engajamento de clientes antigos.
Segundo o estudo, cerca 21% dos usuários de casa de apostas voltaram a fazer entradas na mesma plataforma no mês de junho. No trimestre anterior, a recorrência dos apostadores foi de 36,4%.
“Os dados revelam padrões sobre o comportamento dos apostadores, cuja análise é fundamental para entender os rumos do setor regulado no país, o que também pode balizar as melhores políticas a serem estabelecidas. É de suma importância conhecer a fundo o mercado para que todos possamos crescer juntos”, afirma João Fraga, CEO da Paag.
O relatório identificou ainda que São Paulo segue sendo o maior mercado de igaming no país, com 23,5% do volume de entradas. Levando-se em conta a proporção de apostas por habitantes, Bahia e Sergipe têm a maior taxa per capita, com mais de 19 mil apostas por 100 mil habitantes.
No recorte por idade, a faixa-etária de 35 a 49 anos correspondem a 39% do volume total de apostas no período, seguido pelos usuários de 25 a 34 anos, que concentram 30,1% das entradas. O público com menor participação é dos 65 a 79 anos, que são apenas 0,7% das operações.
47% das apostas no segundo trimestre de 2025 foram de valores baixos.
Os apostadores brasileiros costumam apostar valores baixos, é que conclui um levantamento realizado pela Paag, empresa de pagamentos do setor de igaming. Segundo o relatório da companhia, 47% do total de apostas feitas no segundo trimestre de 2025 foi de quantias até R$ 20 (USD 3,68).
Os dados são da segunda edição do Relatório de Visão do Mercado, estudo sobre o comportamento do apostador brasileiro. Na primeira edição do levantamento, foi constatado que apostas acima de R$ 1.000 (USD 183,92) representaram menos de 1% das operações do primeiro trimestre deste ano.
Segundo a empresa de pagamentos, os números da segunda edição do levantamento são relativos às transações financeiras em plataformas de jogos online parceiras da Paag. As bets que utilizam o serviço da financeira representa cerca de 30% do mercado.
De acordo com o novo Relatório de Visão do Mercado, as transações entre R$ 100 (USD 18,39) e R$ 1.000 representam 11% do volume de apostas e concentram mais de 42% do valor transacionado. Dessa vez, houve redução na proporção de apostas acima de R$ 1.000, sendo correspondente por 0,5% do total, a metade do trimestre anterior.
Outro dado interessante constatado pelo levantamento, é que as plataformas de igaming conseguiram um bom volume de novos usuários, porém tiveram dificuldade de manter o engajamento de clientes antigos.
Segundo o estudo, cerca 21% dos usuários de casa de apostas voltaram a fazer entradas na mesma plataforma no mês de junho. No trimestre anterior, a recorrência dos apostadores foi de 36,4%.
“Os dados revelam padrões sobre o comportamento dos apostadores, cuja análise é fundamental para entender os rumos do setor regulado no país, o que também pode balizar as melhores políticas a serem estabelecidas. É de suma importância conhecer a fundo o mercado para que todos possamos crescer juntos”, afirma João Fraga, CEO da Paag.
O relatório identificou ainda que São Paulo segue sendo o maior mercado de igaming no país, com 23,5% do volume de entradas. Levando-se em conta a proporção de apostas por habitantes, Bahia e Sergipe têm a maior taxa per capita, com mais de 19 mil apostas por 100 mil habitantes.
No recorte por idade, a faixa-etária de 35 a 49 anos correspondem a 39% do volume total de apostas no período, seguido pelos usuários de 25 a 34 anos, que concentram 30,1% das entradas. O público com menor participação é dos 65 a 79 anos, que são apenas 0,7% das operações.
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