O jogador, que já trabalhou com o técnico no futebol carioca, tem o desejo de fechar negócio e topa, inclusive, reduzir seu salário
A diretoria do Grêmio segue em busca de reforços para qualificar o elenco de trabalho do técnico Renato Portaluppi. Depois de anunciar quatro nomes na última semana, o lateral Reinado, o zagueiro Bruno Uvini, o meio-campista Pepê e o atacante Everton Galdino, o presidente Alberto Guerra tem outros nomes na mira e espera fechar negócios em breve.
Nos próximos dias, o Tricolor espera superar os últimos trâmites para avançar nas tratativas por Felipe Carballo e Franco Cristaldo, que podem ser comprados junto a Nacional-URU e Huracán-ARG, respectivamente. A alta cúpula também está de olho em um atacante que já trabalhou com Renato e tem futuro indefinido no exterior.
Durante a coletiva de apresentação do lateral-esquerdo Reinaldo, na manhã desta segunda-feira (12), o gerente de futebol Antônio Brum abriu o jogo sobre as negociações em andamento do Grêmio. O dirigente confirmou o interesse em Michael, ex-Flamengo e atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita, e expôs o andamento das tratativas.
Foto: Thiago Ribeiro/AGIF – Michael: atacante trabalhou com Renato no Flamengo
“É um grande jogador. Tem uma relação extraordinária com o Renato. O clube dele tem uma questão pendente com a FIFA, vamos aguardar a situação para ver o que fazer em seguida“, explicou o dirigente. De acordo com informação recente do portal GaúchaZH, Michael quer voltar a trabalhar com o treinador e topa flexibilizar seu salário.
Renato ligou para Michael. Grêmio já fez contato com o Al Hilal e está de olho em processo de transfer ban aplicado aos sauditas. A info é que se for derrubada punição, o clube topa liberar o atacante.
�� @jeremiaswernek pic.twitter.com/39wiSLZb2y
— Mercado da bola ( Admin:Robson ) (@RobsonNunesMB)
November 24, 2022
Os vencimentos anuais do atacante no Al-Hilal são de R$ 13 milhões, ou seja, aproxidamente R$ 1 milhão por mês. Um dos principais problemas é uma punição que os árabes receberam da FIFA, o chamado Transfer Ban. Caso consiga reverter a decisão e ser liberado para voltar a contratar, o clube pode facilitar nas conversas com Michael.
O jogador, que já trabalhou com o técnico no futebol carioca, tem o desejo de fechar negócio e topa, inclusive, reduzir seu salário A diretoria do Grêmio segue em busca de reforços para qualificar o elenco de trabalho do técnico Renato Portaluppi. Depois de anunciar quatro nomes na última semana, o lateral Reinado, o zagueiro Bruno Uvini, o meio-campista Pepê e o atacante Everton Galdino, o presidente Alberto Guerra tem outros nomes na mira e espera fechar negócios em breve.
Nos próximos dias, o Tricolor espera superar os últimos trâmites para avançar nas tratativas por Felipe Carballo e Franco Cristaldo, que podem ser comprados junto a Nacional-URU e Huracán-ARG, respectivamente. A alta cúpula também está de olho em um atacante que já trabalhou com Renato e tem futuro indefinido no exterior.
Durante a coletiva de apresentação do lateral-esquerdo Reinaldo, na manhã desta segunda-feira (12), o gerente de futebol Antônio Brum abriu o jogo sobre as negociações em andamento do Grêmio. O dirigente confirmou o interesse em Michael, ex-Flamengo e atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita, e expôs o andamento das tratativas.
Foto: Thiago Ribeiro/AGIF – Michael: atacante trabalhou com Renato no Flamengo
“É um grande jogador. Tem uma relação extraordinária com o Renato. O clube dele tem uma questão pendente com a FIFA, vamos aguardar a situação para ver o que fazer em seguida”, explicou o dirigente. De acordo com informação recente do portal GaúchaZH, Michael quer voltar a trabalhar com o treinador e topa flexibilizar seu salário.
Renato ligou para Michael. Grêmio já fez contato com o Al Hilal e está de olho em processo de transfer ban aplicado aos sauditas. A info é que se for derrubada punição, o clube topa liberar o atacante. �� @jeremiaswernek pic.twitter.com/39wiSLZb2y — Mercado da bola ( Admin:Robson ) (@RobsonNunesMB)
November 24, 2022
Os vencimentos anuais do atacante no Al-Hilal são de R$ 13 milhões, ou seja, aproxidamente R$ 1 milhão por mês. Um dos principais problemas é uma punição que os árabes receberam da FIFA, o chamado Transfer Ban. Caso consiga reverter a decisão e ser liberado para voltar a contratar, o clube pode facilitar nas conversas com Michael.
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