A entidade acolhe pessoas a partir de 14 anos, que são acompanhadas por uma equipe multiprofissional.
Espírito Santo.- O governo do Espírito Santo lançou um programa para atender pessoas com problemas com o jogo compulsivo. A iniciativa tanto oferece ações preventivas para aqueles com indícios de vício em apostas, como atende quem já apresenta um quadro grave de ludopatia.
Os atendimentos são feitos através do Programa Estadual de Ações Integradas Sobre Drogas (PESD), também chamado de Rede Abraço. A entidade acolhe pessoas a partir de 14 anos, que são acompanhadas por uma equipe multiprofissional.
Os acolhimentos são realizados por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais. Além das pessoas com sinais de dependência em jogos, o serviço ainda proporciona suporte aos familiares dessas pessoas.
Veja também: Deputados aprovam taxa de regulação para operadores de loteria no Espírito Santo
“Estamos tratando esse tema como ele deve ser tratado: um problema de saúde pública que afeta não apenas a pessoa em situação de dependência, mas toda a família e a comunidade ao redor. A Rede Abraço já é referência no cuidado a dependentes químicos desde 2013 e agora damos um passo a mais, ampliando o acolhimento para essa nova realidade. Queremos oferecer ao capixaba uma porta de entrada segura para que ele possa buscar ajuda e encontrar um caminho de saída dessa dependência”, afirmou o governador Renato Casagrande (PSB).
“A gente já faz o atendimento para dependências químicas, agora entra essa questão que é uma dependência comportamental. Não é uma regra, mas às vezes, inclusive, esses problemas estão interligados, a conjugação de bebida e jogos, por exemplo, é muito comum”, explicou Carlos Lopes, coordenador da Rede Abraço em entrevista à TV Gazeta, do Espírito Santo.
“Entendemos que a compulsão por jogos apresenta características muito semelhantes às dependências químicas. Muitas vezes o prejuízo financeiro é o que leva a pessoa a procurar ajuda, mas nosso trabalho é tratar a raiz emocional do problema. Estamos preparados para oferecer um acolhimento humanizado, transformando o estigma em tratamento e esperança”, complementou Lopes.
A entidade acolhe pessoas a partir de 14 anos, que são acompanhadas por uma equipe multiprofissional.
Espírito Santo.- O governo do Espírito Santo lançou um programa para atender pessoas com problemas com o jogo compulsivo. A iniciativa tanto oferece ações preventivas para aqueles com indícios de vício em apostas, como atende quem já apresenta um quadro grave de ludopatia.
Os atendimentos são feitos através do Programa Estadual de Ações Integradas Sobre Drogas (PESD), também chamado de Rede Abraço. A entidade acolhe pessoas a partir de 14 anos, que são acompanhadas por uma equipe multiprofissional.
Os acolhimentos são realizados por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais. Além das pessoas com sinais de dependência em jogos, o serviço ainda proporciona suporte aos familiares dessas pessoas.
Veja também: Deputados aprovam taxa de regulação para operadores de loteria no Espírito Santo
“Estamos tratando esse tema como ele deve ser tratado: um problema de saúde pública que afeta não apenas a pessoa em situação de dependência, mas toda a família e a comunidade ao redor. A Rede Abraço já é referência no cuidado a dependentes químicos desde 2013 e agora damos um passo a mais, ampliando o acolhimento para essa nova realidade. Queremos oferecer ao capixaba uma porta de entrada segura para que ele possa buscar ajuda e encontrar um caminho de saída dessa dependência”, afirmou o governador Renato Casagrande (PSB).
“A gente já faz o atendimento para dependências químicas, agora entra essa questão que é uma dependência comportamental. Não é uma regra, mas às vezes, inclusive, esses problemas estão interligados, a conjugação de bebida e jogos, por exemplo, é muito comum”, explicou Carlos Lopes, coordenador da Rede Abraço em entrevista à TV Gazeta, do Espírito Santo.
“Entendemos que a compulsão por jogos apresenta características muito semelhantes às dependências químicas. Muitas vezes o prejuízo financeiro é o que leva a pessoa a procurar ajuda, mas nosso trabalho é tratar a raiz emocional do problema. Estamos preparados para oferecer um acolhimento humanizado, transformando o estigma em tratamento e esperança”, complementou Lopes.
Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/


