SBC Summit 2025: cobertura em tempo real do terceiro dia do maior evento de jogos do mundo

Chegamos ao terceiro e último dia do SBC Summit 2025, em Lisboa. O dia promete ser longo e épico, com programação completa de conteúdos e a INFINITY Lisbon, na MEO Arena, para encerrar o evento deste ano.

A equipe da SBC Media está novamente no local, acompanhando de perto todas as novidades e movimentações dos oito palcos da conferência. Confira as últimas atualizações do evento, compartilhadas por Jessica Welman, Managing Editor da SBC Media, no SBC News

16h30: INFINITY Lisbon e SBC Summit 2027


A movimentação no piso de exposição está diminuindo, mas ainda há muito por vir para os participantes do SBC Summit. Os principais nomes da indústria ainda têm encontro marcado com o SBC Awards, na MEO Arena.

O grande destaque da noite será a INFINITY Lisbon, com Alok e Timmy Trumpet. Quem tiver o ingresso VIP está convidado para a festa de encerramento do SBC Summit, que começa às 20h e permanece até às 3h30 da manhã de sexta-feira, 19.

16h10: temos um vencedor – AIStats leva o grande prêmio

Alexey Vorobey subiu ao palco após ser anunciado como vencedor do prêmio de 2025. Vorobey receberá um pacote de investimento superior a € 90 mil para apoiar os planos e as ambições de crescimento da AIStats.


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Vorobey falou sobre a fundação da empresa como uma pequena startup, baseada em investimento próprio e poucos recursos, aproveitando para dar um conselho às outras startups presentes.

“Se houver algum fundador aqui, meu conselho é nunca desistir, mantenha-se firme na sua ideia”, afirmou Vorobey.

15h50: conheça a startup que está ganhando conquistando o Japão

A última participante do First Pitch é a única empresa de um país onde as apostas são ilegais – o Japão. Keigo Namiki, um dos fundadores da Nandemo Draft, apresentou aos participantes a plataforma de apostas sociais e de cassino, explicando como a empresa opera legalmente no Japão e como se prepara para o eventual lançamento de um mercado regulamentado no país.

15h40: LiveDuel foca em crescimento nos EUA

A indústria de apostas depende de uma rede complexa de fornecedores e de afiliados, afirmou Will Martin, CEO da LiveDuel, no palco da sala lotada do First Pitch. 

Ao responder a uma pergunta do painel, Martin disse que a empresa está ciente dos desafios regulatórios para levar seu produto aos mercados de apostas e de previsões dos Estados Unidos, mas está ansioso para aproveitar as oportunidades.

15h30: paixão por chatbots no First Pitch

A ChatBet AI tem o chatbot de inteligência artificial (IA) mais poderoso do setor, afirmou com ousadia o CEO Joshua Swerdflow. Mas será que Swerdflow convencerá os jurados? Com lançamentos planejados para Peru, Colômbia e México, a empresa tem grandes ambições, tendo sua única integração até agora com a empresa renomada B2B Digitain.

15h20: “a BetPass está redefinindo o Brasil”

Bruno Barroso, fundador e CEO da BetPass, disputou o prêmio do First Pitch. Ele explicou que está criando parceiros dependentes da tecnologia da empresa, enquanto trabalha para fortalecer a conexão entre afiliados e operadores no mercado brasileiro, que cresce rapidamente.

15h10: primeiro participante do First Pitch sobe ao palco

Alexey Vorobey, cofundador e CBDO da AIStats, apresentou seu projeto para vencer a competição First Pitch do SBC Summit 2025, mostrando o negócio de estatísticas de futebol da empresa a um painel de executivos seniores da Soft2Bet, da Metbet, da Sharp Alpha Advisors e da Vello Partners.

15h: 30 mil participantes

O SBC Summit 2025 foi apenas a segunda edição do evento em Lisboa, mas já se consolidou como um ponto de encontro global para a indústria. Durante a coletiva de imprensa, Dennis Algreen, diretor sênior de Marketing, informou que o evento superou as expectativas, recebendo mais de 30 mil participantes neste ano – um aumento de 20% em relação ao último evento.

Algreen destacou a diversidade do público, com representantes de 150 países, e ressaltou o crescimento expressivo da África, que teve aumento de 78% em relação ao ano anterior. 

O piso de exposição manteve a movimentação intensa no terceiro dia, impulsionado por 235 novos patrocinadores e pela expansão da área para 135 mil metros quadrados – em 2024, o espaço era de 110 mil metros quadrados. 

O diretor também ressaltou o recorde de 5.969 participantes C-level, reforçando a atração da SBC para tomadores de decisão seniores.

Outro foco do evento foi trazer perspectivas de fora do setor de jogos, com palestrantes como Gary Vaynerchuk e Randi Zuckerberg.

“Não pretendemos ter todas as respostas para a indústria, e é por isso que buscamos os principais especialistas”, disse Algreen. O papel crescente de Lisboa como cidade anfitriã também foi destacado, com 72 mil noites de hotel reservadas e 30 mil visitantes em uma cidade de apenas 550 mil habitantes.

A popularidade das palestras foi igualada pelo Legends Charity Game, que trouxe nostalgia a Lisboa e atenção internacional.

Andrew McCarron, diretor-geral da SBC, ressaltou os aprimoramentos na agenda de conferências, incluindo um palco dedicado a mercados emergentes e mais espaço para as regiões tradicionais da SBC. McCarron enfatizou o duplo papel do evento como centro de aprendizado e de networking, destacando as novas academias criadas para explorar tecnologias que moldam o futuro.

“Ninguém oferece tanto conteúdo quanto a SBC, ninguém faz networking como a SBC. Acho que somos, de longe, os melhores nisso. Somos um dos melhores organizadores do mundo hoje. O que fazemos, com nossa atenção aos detalhes e nosso cuidado com o que fazemos, a experiência é incomparável”, afirmou McCarron.

Em relação ao entretenimento, McCarron reconheceu o “grande salto” na realização do Legends Charity Game, mas os resultados falaram por si – transmitido em 19 jurisdições, com meio milhão de espectadores apenas na Espanha e esforços significativos de arrecadação de fundos, incluindo a contribuição de € 150 mil da Kaizen Gaming.

14h45: o futuro dos caça-níqueis em mercado em rápida transformação

Os caça-níqueis estão sempre em busca de novas formas de inovar em um mercado competitivo, por isso não surpreende que o painel ‘Slots Powered by Players’, no palco Technology – Innovation, tenha discutido o segmento em detalhes.

Apesar dos avanços tecnológicos disponíveis para operadores e fornecedores, transparência, justiça e conformidade regulatória devem estar no centro das decisões.

Moderado por Ivita Rukmane, head de Cassino da Luckyslots, o painel contou com especialistas como Dr. Eyal Loz, diretor de Produtos (CPO) da RubyPlay, Kate Puteiko, diretora de Marketing (CMO) da BGaming, Michael Foster, head de Grupo de Jogos & Estratégia Comercial da FEG, Stanislav Pavlovcin, gerente de Produto da Swiss Casinos, e Diana Larina, head de Marketing da Evoplay.

Entre os temas abordados estavam caça-níqueis, jogos baseados em habilidade, jogos presenciais, marketing e aquisição de clientes, sempre com perspectiva tecnológica.

14h35: criatividade dos brasileiros pode ser o maior desafio da indústria

O mercado de apostas regulamentadas no Brasil ainda está no início, e, como esperado, a transição trouxe alguns desafios. Lidar com lavagem de dinheiro, fraudes e outras questões de verificação de identidade (KYC) é parte importante desse processo.

“Os brasileiros são muito criativos, e os provedores de serviços KYC precisam pensar no que pode acontecer e em como atuar em casos de fraude, comprovação de idade e verificação de identidade”, disse Laura Beatriz de Souza Morganti, conselheira de Conformidade Regulatória da BetBoom.

“Felizmente, temos mecanismos no Brasil que tornam mais difícil cadastrar pessoas mal-intencionadas no sistema, embora isso já tenha ocorrido no passado. A criatividade dos brasileiros é o principal desafio a ser enfrentado”, acrescentou Morganti.

Bárbara Teles, diretora jurídica e Compliance da multinacional de jogos Stake, acrescentou que “todos os dias surge um novo desafio” no Brasil, e a criatividade de agentes maliciosos para burlar medidas de KYC é certamente um deles.

Teles se mostrou confiante de que as diversas ferramentas de KYC em desenvolvimento ajudarão os operadores a realizar as verificações necessárias. O desafio agora é ser ainda mais criativo do que os fraudadores mais engenhosos, incorporando também aprendizados de mercados mais maduros, como os da Europa.

“Precisamos aprender com as melhores práticas do mundo, aprender com os mercados maduros, e esta é uma oportunidade para o Brasil começar do zero”, disse Teles.

14h30: aprofundando-se na Tailândia

Joe Streeter, editor do iGaming Expert, fez uma análise detalhada das discussões sobre o fracasso do projeto de lei dos resorts integrados na Tailândia, destacando que, mesmo em meio a atritos políticos, ainda há esperança para o futuro da proposta.

14h15: jogos ‘zero por cento’

“Estamos oferecendo o produto ‘zero por cento’ ou ‘não alcoólico’”, disse Josh Turk, diretor de Estratégia (CSO) da Low6, ao descrever a versão free-to-play do produto. Uma pergunta da plateia sugeriu que seria possível usar mais gamificação em iniciativas de jogo responsável, mas mesmo a versão “não alcoólica” não é algo que atraia os usuários nesse sentido.

Herbert Gaban, CEO da Aposta Ganha, não acredita que funcione, observando que o objetivo final do operador é converter os jogadores para apostas com dinheiro real, e que os usuários dessas plataformas não têm interesse em versões gratuitas.

14h: como quantificar a gamificação?

O palco da América do Norte discutiu a gamificação no primeiro painel pós-almoço, e os palestrantes apresentaram visões diferentes sobre qual métrica é mais relevante.

Fernando Ortega, CEO da Lottofy, afirmou que, para ele, o lifetime value é a melhor forma de avaliar o desempenho das iniciativas de gamificação.

Para Marion Ryan, diretor-geral da Tombola, o tempo de sessão é a métrica-chave, já que a liquidez é fundamental para plataformas como sites de bingo.

12h30: a Índia se precipitou com leis de RMG?

Os jogos com dinheiro real (RMG) na Índia foram proibidos por uma lei nacional unificada há pouco tempo, transformando significativamente o setor de apostas local – e muitos não ficaram satisfeitos.

A advogada Ranjana Adhikari classificou a decisão como resultado de opiniões “confusas”, incentivadas de forma equivocada pelo governo, afirmando que o interesse do consumidor deveria prevalecer sobre a opinião governamental.

Como contraponto, Japneet Sethi, diretor de Crescimento (CGO) da iGaming NDA, destacou que as novas leis colocaram um fim necessário ao debate sobre habilidade versus sorte, que se arrastava há anos, e que regras mais claras devem aumentar o interesse dos investidores.

No entanto, como ainda não há um prazo definido para a promulgação do projeto, a previsão de Sethi pode se mostrar imprecisa futuramente.

Adhikari também comentou outro cenário interessante – a possível resistência de estados individuais. Mas, como de costume, desenvolvimentos políticos são difíceis de prever. Um ponto ficou claro durante todo o painel – cada lei afeta apenas os operadores licenciados, quase sem impacto sobre o mercado ilegal.

12h30: fraudes custam mais de US$ 400 bilhões por ano aos operadores

A ameaça de fraudes e de crimes financeiros contra casas de apostas e cassinos está no nível mais alto já registrado, à medida que fraudadores e outros agentes maliciosos utilizam ferramentas sofisticadas apoiadas em IA para atingir operadores.

Mike Reaves, gead de Soluções Globais para Apostas e Jogos da Amazon Web Services (AWS), afirmou que “a fraude é enorme no setor de apostas e de jogos”, enquanto operadores se veem imersos em uma corrida armamentista cada vez maior de IA contra crimes financeiros.

“É um problema gigantesco em apostas e em jogos. Estimativas de 2024 indicam perdas fraudulentas entre US$ 400 bilhões e vários trilhões, dependendo da fonte”, acrescentou Reaves.

Os reguladores também estão exigindo mais, solicitando avaliações de risco baseadas em múltiplos produtos e em relatórios completos e imediatos de atividades suspeitas. Os operadores precisam manter seus processos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (AML) e Conheça Seu Cliente (KYC) rigorosos para evitar prejuízos.

“O papel da política AML está se tornando mais disciplinar e estratégico”, disse Andrea Carvalho, head de Assuntos Legais, Compliance e AML da Entain.

“Não é obsoleto, está evoluindo, e precisamos garantir que enfrentemos áreas cinzentas e situações de alto risco, trabalhando em conjunto com as partes interessadas. É preciso manter o rumo e continuar evoluindo junto com o mercado”, afirmou Carvalho.

12h15: apostas móveis são o futuro

O palco 2 direcionou hoje, 18, toda a atenção para a Ásia, com a Optimove revelando que já está à frente quando se trata de parcerias regionais.

Efe Yucemen, diretor de Parcerias da Optimove, destacou que, no continente, os jogadores estão migrando massivamente para dispositivos móveis – com, aproximadamente, 80% jogando em celulares contra 20% em computadores.

As apostas ao vivo também estão em forte crescimento – dados da Optimove, referente ao mês anterior, indicam que 84% dos jogadores preferem apostas ao vivo em comparação a 16% em apostas pré-jogo. As apostas ao vivo, naturalmente, são mais lucrativas em termos de gasto médio por jogador.

Para alcançar esses clientes, Yucemen afirmou que a Optimove já está fazendo parcerias com empresas como Viber e Telegram para integrações locais segmentadas.

12h: o passado da Tailândia assombra os esforços regulatórios

A Ásia pode ter um enorme potencial como mercado, mas também apresenta um dos cenários regulatórios mais complexos do mundo, devido às suas particularidades geográficas.

Lau Kok Keng, chefe de Propriedade Intelectual, Esportes e Jogos da Rajah & Tan Singapore, descreveu a situação complicada na Tailândia.

Um projeto de lei para legalizar cassinos no país foi suspenso repentinamente apenas semanas antes de ser analisado pelo Senado. Keng explicou que isso está profundamente enraizado tanto na rica história da região quanto nos mais recentes desdobramentos políticos.

Um conflito entre a Tailândia e o Camboja, ocorrido no início de julho, resultou na nomeação de um novo primeiro-ministro anti-jogos na Tailândia, por meio de um processo constitucional que remonta a 1932. Agora, embora não tenha sido completamente rejeitado, Keng afirmou que o projeto precisa de uma combinação perfeita de condições para ser revivido no próximo ano.

11h45: otimismo vs cautela em F&A e em investimentos em apostas

Investidores e estrategistas parecem divididos sobre se este é o momento certo para investir em apostas e em jogos, enquanto a indústria sente os impactos das tendências macroeconômicas e geopolíticas, além dos desafios específicos do setor.

Tom Field, diretor de Estratégia Corporativa e Fusões & Aquisições (F&A) da Flutter International, possivelmente o adquirente mais ativo no mercado global de apostas, destacou que os tempos têm sido difíceis para a indústria, mas mantém confiança de que ela pode enfrentar qualquer tempestade.

“Ao observar o período em que estamos, penso que o setor de jogos provou ser muito resiliente ao longo de muitos anos”, afirmou Field.

Ao oferecer uma perspectiva mais voltada para os EUA, Adam Rosenberg, consultor sênior de Gaming & Leisure da Blackstone, comentou que “todos os sinais são positivos”. Nos EUA, o Federal Reserve reduziu taxas de juros, e outros reguladores de mercado de diferentes países seguem com movimentos similares, facilitando operações de F&A.

No entanto, Klen Kaljulaid, sócio da Yolo Investments, afirmou: “nunca enfrentamos tanta turbulência como agora”, citando especialmente a batalha constante entre os mercados ilegal e regulamentado, além de mudanças nas tendências nos EUA.

Segundo Kaljulaid, investidores americanos estão apostando fortemente no crescente mercado de previsões, um desenvolvimento esperado diante da ascensão da Kalshi, que tem chamado atenção tanto no setor de apostas quanto no financeiro.

11h35: sonhando com a Califórnia

Jared Beber, CEO da Bet99, destacou que a experiência do usuário em sweepstakes não é ideal e não é algo que as pessoas busquem ativamente.

“Por que eu jogaria em um cassino de sweepstakes?”, questionou Beber.

“Porque você mora na Califórnia”, respondeu Dinos Stranomitis, diretor de Operações (COO) e cofundador da Altenar, em tom de brincadeira.

11h15: o monopólio de dados oficiais

O grupo de líderes no palco norte-americano concordou que o custo proibitivo dos dados oficiais é um grande problema, afastando pessoas do espaço regulamentado.

“Todos merecem acesso a dados oficiais a um preço justo”, defendeu Dinos Stranomitis, diretor de Operações (COO) e cofundador da Altenar.

No entanto, Alexandre Tomic, fundador e CEO da Alea, destacou que existe, de fato, um público distinto e separado para esse segmento, diferente do mercado regulamentado de apostas esportivas.

11h05: verticais não regulamentadas sufocam ou estimulam a inovação?

Sweeps, contratos de eventos e outros mercados não regulamentados estiveram em destaque no primeiro painel da seção norte-americana hoje, 18.

“Nos Estados Unidos, mais pessoas falam em proibir coisas do que em criar coisas”, observou Paul Burns, presidente e CEO da Canadian Gaming Association.

“Os reguladores estão sendo informados pelas pessoas erradas, com a agenda errada, sobre o que é importante”, acrescentou Paris Smith, CEO da Defy the Odds.

10h: parabéns aos primeiros vencedores do Affiliate Leaders Awards

Na noite passada, 17, os melhores do mercado de afiliados se reuniram na MEO Arena para a edição inaugural do Affiliate Leaders Awards. A Clever Advertising teve a melhor noite, sendo a única vencedora duas vezes, enquanto a FlashScore e a GameLounge levaram os prêmios de afiliados em Apostas Esportivas e em Cassino, respectivamente.

A lista completa de vencedores do Affiliate Leaders Awards está disponível aqui.

A cobertura do primeiro dia do SBC Summit 2025 está disponível aqui.

A cobertura do segundo dia do SBC Summit 2025 está disponível aqui.

Chegamos ao terceiro e último dia do SBC Summit 2025, em Lisboa. O dia promete ser longo e épico, com programação completa de conteúdos e a INFINITY Lisbon, na MEO 


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