Semmler recebe resposta de Olga após comentário polêmico sobre presença de mulheres trans no mundial femino de Counter-Strike: Global Offensive; ESL não se manifesta

ESL permanece realizando publicações em redes sociais 

O caster de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO) da ESL Semmler teve uma atitude polêmica nas redes sociais, ao publicar uma fala interpretada como transfóbica nas redes sociais neste domingo (27). A pro player Olga “Olga” Rodrigues respondeu.


 


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Em tuíte, o caster afirmou que “Receio que você tenha sido enganado ao acreditar que homens podem se tornar mulheres e vice-versa. Homens não deveriam competir numa liga feminina. Eles podem competir no circuito aberto com todo mundo ou formar uma liga trans se quiserem”. Além disso, complementou: “Eu me preocupo com a integridade da liga para as jogadoras femininas. Se as jogadoras querem ter a liga para competir entre elas, elas devem ter isso. Permitir que homens compitam nessa liga derruba o propósito da liga (feminina)”.

A brasileira Olga, que é uma das figuras da luta trans dentro dos eSports, compartilhou o tuite dizendo que “Juro por tudo que se um cara brasileiro desse tamanho fala uma merd* dessa, eu junto todas minhas forças para f*der com a carreira dele. Sorte que as figurinhas carimbadas que pensam assim tão tudo pianinho. E é bom ficar mesmo, bando de otário”.

Vale lembrar que de acordo com as regras do campeonato, mulheres cis e trans podem competir na liga feminina, ou seja, nada impede a participação de trans. A ESL, responsável por criar as regras, não publicou nada sobre o ocorrido.

ESL permanece realizando publicações em redes sociais  O caster de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO) da ESL Semmler teve uma atitude polêmica nas redes sociais, ao publicar uma fala interpretada como transfóbica nas redes sociais neste domingo (27). A pro player Olga “Olga” Rodrigues respondeu.

 

 
Em tuíte, o caster afirmou que “Receio que você tenha sido enganado ao acreditar que homens podem se tornar mulheres e vice-versa. Homens não deveriam competir numa liga feminina. Eles podem competir no circuito aberto com todo mundo ou formar uma liga trans se quiserem”. Além disso, complementou: “Eu me preocupo com a integridade da liga para as jogadoras femininas. Se as jogadoras querem ter a liga para competir entre elas, elas devem ter isso. Permitir que homens compitam nessa liga derruba o propósito da liga (feminina)”.
A brasileira Olga, que é uma das figuras da luta trans dentro dos eSports, compartilhou o tuite dizendo que “Juro por tudo que se um cara brasileiro desse tamanho fala uma merd* dessa, eu junto todas minhas forças para f*der com a carreira dele. Sorte que as figurinhas carimbadas que pensam assim tão tudo pianinho. E é bom ficar mesmo, bando de otário”.
Vale lembrar que de acordo com as regras do campeonato, mulheres cis e trans podem competir na liga feminina, ou seja, nada impede a participação de trans. A ESL, responsável por criar as regras, não publicou nada sobre o ocorrido.  


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