Senador afirma que questões religiosas impedem a legalização dos jogos no Brasil

“Não há como debater com colegas que tem opinião formada por convicções religiosas”, disse Irajá.


Brasília.- O senador Irajá (PSD-TO), relator do PL 2.234 de 2022 sobre a legalização dos jogos de azar no Brasil, afirmou nesta quarta-feira (12) que a proposta está “longe de ser unanimidade” no Senado. A declaração foi dado ao site Poder 360.

A proposta, que autoriza o funcionamento de bingos e cassinos em polos turísticos ou complexos integrados de lazer, enfrenta resistência ideológica no Senado. Esse impasse levou o presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a adiar o debate sobre o PL para a próxima semana.

“Não há como debater com colegas que tem opinião formada por convicções religiosas. Mas o tema trata de uma questão técnica, econômica”, afirmou Irajá em matéria do Poder 360.


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Durante a sessão no colegiado, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a proposta e afirmou se tratar de “socialização do prejuízo dos menos favorecidos em detrimento do lucro da banca” e disse que o texto “estimula a criminalidade e vício em jogo”.

O relator respondeu às críticas afirmando que a proibição dos jogos de aposta prejudica o turismo, provoca evasão de divisas e faz com que a Receita Federal deixe de arrecadar cerca de R$ 40 bilhões por ano.

“Será que países como EUA e Cingapura estão errados, e só o Brasil está certo?”, disse o congressista.

Veja também: Presidente da CCJ adia novamente votação de projeto sobre legalização de jogos e apostas no Brasil

“Não há como debater com colegas que tem opinião formada por convicções religiosas”, disse Irajá.

Brasília.- O senador Irajá (PSD-TO), relator do PL 2.234 de 2022 sobre a legalização dos jogos de azar no Brasil, afirmou nesta quarta-feira (12) que a proposta está “longe de ser unanimidade” no Senado. A declaração foi dado ao site Poder 360.

A proposta, que autoriza o funcionamento de bingos e cassinos em polos turísticos ou complexos integrados de lazer, enfrenta resistência ideológica no Senado. Esse impasse levou o presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a adiar o debate sobre o PL para a próxima semana.

“Não há como debater com colegas que tem opinião formada por convicções religiosas. Mas o tema trata de uma questão técnica, econômica”, afirmou Irajá em matéria do Poder 360.

Durante a sessão no colegiado, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a proposta e afirmou se tratar de “socialização do prejuízo dos menos favorecidos em detrimento do lucro da banca” e disse que o texto “estimula a criminalidade e vício em jogo”.

O relator respondeu às críticas afirmando que a proibição dos jogos de aposta prejudica o turismo, provoca evasão de divisas e faz com que a Receita Federal deixe de arrecadar cerca de R$ 40 bilhões por ano.

“Será que países como EUA e Cingapura estão errados, e só o Brasil está certo?”, disse o congressista.

Veja também: Presidente da CCJ adia novamente votação de projeto sobre legalização de jogos e apostas no Brasil

  


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