O grupo de parlamentares tem o objetivo de desestimular a prática de jogos de azar.
Brasília.- A Frente Parlamentar por um Brasil sem Jogos de Azar promoveu a sua primeira reunião na quarta-feira (17). Na oportunidade, o senador Humberto Costa (PT-PE) foi eleito presidente e o senador Eduardo Girão (Novo-CE) foi escolhido para a vice-presidência.
Segundo a Agência Senado, o grupo de parlamentares tem o objetivo de desestimular os jogos de azar por considerar que a prática tem impactos sociais negativos. Em seu discurso inicial, Costa, que participou de forma remota, afirmou que as apostas e outros jogos de azar provocariam “graves consequências” para o patrimônio e a saúde mental das famílias brasileiras.
“Cada pessoa tem, perto de si, uma história triste por conta de jogos de aposta ou de jogos de azar, com a dilapidação de patrimônios. Há pessoas que veem suas famílias se desorganizarem completamente, com membros que pedem dinheiro emprestado, não conseguem pagar as dívidas e as consequências disso, inclusive com casos de suicídios ou assassinatos”, afirmou o presidente da Frente Popular.
Veja também: Entenda o projeto de lei que quer elevar a idade mínima dos apostadores de 18 para 21 anos
“As pessoas estão, cada vez mais, tomando consciência da gravidade do problema. Vamos trabalhar juntos para que esta frente seja ativa e produtiva, mesmo em um ano atípico, um ano eleitoral”, falou Eduardo Girão sobre o planejamento dos trabalhos do colegiado para 2026.
“O lobby para autorizar cassinos, bingos e jogo do bicho é muito forte. Além das bets, estão querendo cassinos. Então esta frente chega em um momento importante”, acrescentou o vice-presidente da Frente Popular.
Girão se refere ao Projeto de Lei 2.234/2022, que tem o objetivo de legalizar o funcionamento de cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos no Brasil. A proposta aguarda a votação no Plenário do Senado Federal.
Para o relator do Projeto de Lei 2.234/2022, o senador Irajá Abreu (PSD-TO), a legalização dos estabelecimentos físicos de jogos pode elevar a arrecadação e o turismo no país. “Na minha modesta opinião, você legalizar os jogos responsáveis no Brasil é você dar luz a uma atividade que funciona hoje na sombra da lei”, disse o Abreu.
Um dos benefícios que Irajá ressalta é que os cassinos poderiam gerar recursos para o governo sem a necessidade de criar novos impostos para a população. A taxação das empresas que explorariam os jogos no país poderia render mais de R$ 20 bilhões (US$ 3.7 bi) para os cofres públicos.
O relator do projeto ainda argumenta que outra vantagem dos jogos físicos é a criação de milhares de empregos diretos e indiretos. Segundo Abreu, países como Argentina, Uruguai e Chile dobraram o fluxo de turistas com estabelecimentos de jogos de azar.
O grupo de parlamentares tem o objetivo de desestimular a prática de jogos de azar.
Brasília.- A Frente Parlamentar por um Brasil sem Jogos de Azar promoveu a sua primeira reunião na quarta-feira (17). Na oportunidade, o senador Humberto Costa (PT-PE) foi eleito presidente e o senador Eduardo Girão (Novo-CE) foi escolhido para a vice-presidência.
Segundo a Agência Senado, o grupo de parlamentares tem o objetivo de desestimular os jogos de azar por considerar que a prática tem impactos sociais negativos. Em seu discurso inicial, Costa, que participou de forma remota, afirmou que as apostas e outros jogos de azar provocariam “graves consequências” para o patrimônio e a saúde mental das famílias brasileiras.
“Cada pessoa tem, perto de si, uma história triste por conta de jogos de aposta ou de jogos de azar, com a dilapidação de patrimônios. Há pessoas que veem suas famílias se desorganizarem completamente, com membros que pedem dinheiro emprestado, não conseguem pagar as dívidas e as consequências disso, inclusive com casos de suicídios ou assassinatos”, afirmou o presidente da Frente Popular.
Veja também: Entenda o projeto de lei que quer elevar a idade mínima dos apostadores de 18 para 21 anos
“As pessoas estão, cada vez mais, tomando consciência da gravidade do problema. Vamos trabalhar juntos para que esta frente seja ativa e produtiva, mesmo em um ano atípico, um ano eleitoral”, falou Eduardo Girão sobre o planejamento dos trabalhos do colegiado para 2026.
“O lobby para autorizar cassinos, bingos e jogo do bicho é muito forte. Além das bets, estão querendo cassinos. Então esta frente chega em um momento importante”, acrescentou o vice-presidente da Frente Popular.
Girão se refere ao Projeto de Lei 2.234/2022, que tem o objetivo de legalizar o funcionamento de cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos no Brasil. A proposta aguarda a votação no Plenário do Senado Federal.
Para o relator do Projeto de Lei 2.234/2022, o senador Irajá Abreu (PSD-TO), a legalização dos estabelecimentos físicos de jogos pode elevar a arrecadação e o turismo no país. “Na minha modesta opinião, você legalizar os jogos responsáveis no Brasil é você dar luz a uma atividade que funciona hoje na sombra da lei”, disse o Abreu.
Um dos benefícios que Irajá ressalta é que os cassinos poderiam gerar recursos para o governo sem a necessidade de criar novos impostos para a população. A taxação das empresas que explorariam os jogos no país poderia render mais de R$ 20 bilhões (US$ 3.7 bi) para os cofres públicos.
O relator do projeto ainda argumenta que outra vantagem dos jogos físicos é a criação de milhares de empregos diretos e indiretos. Segundo Abreu, países como Argentina, Uruguai e Chile dobraram o fluxo de turistas com estabelecimentos de jogos de azar.
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