SiGMA América do Sul 2026: O que o principal evento de igaming da América Latina deixa para trás

A Focus Gaming News apresenta um resumo dos principais tópicos que definiram o tom da edição de 2026 do evento que reuniu os principais participantes da indústria de igaming da América Latina.


São Paulo.- Mais uma edição da SiGMA América do Sul chegou ao fim nesta quinta-feira (9), com as atenções voltadas para o futuro da indústria em toda a região e, em particular, no Brasil.

Um ano após a entrada em vigor da Lei 14.790, que regulamenta o mercado de jogos online no país, a maioria dos debates e palestras na agenda do evento se concentrou em como o setor cresceu e quais desafios ainda persistem, em um contexto de complexidade política e regulatória que se estende além do Brasil, onde o presidente Lula declarou recentemente sua intenção de proibir cassinos online, para o mercado latino-americano em geral, que enfrenta aumentos de impostos, mudanças regulatórias, novas restrições e debates contínuos sobre a legalização ou proibição dos jogos online.

Participantes caminhando por um corredor com carpete azul na convenção SiGMA América do Sul 2026. Estandes modernos da BGAMING e da Xtremepush são visíveis, com sinalização indicando o Pavilhão E pendurada no teto de um grande salão.

Regulamentação, o combate ao mercado ilegal e o caminho a seguir

Ao longo dos quatro dias da SiGMA South America, milhares de operadores, autoridades reguladoras, funcionários públicos e figuras de destaque do setor de igaming reuniram-se no Transamerica Expo Centre, em São Paulo, para forjar novas conexões comerciais, fortalecer laços existentes, apresentar produtos e, sobretudo, obter uma compreensão mais clara da direção que o setor está tomando.


iGaming & Gaming International Expo - IGI

A programação deste ano ofereceu uma ampla gama de sessões que abrangeram uma grande variedade de tópicos, desde regulamentação, governança e clareza jurídica até debates sobre o mercado ilegal, experiência do jogador e proteção do consumidor, práticas responsáveis ​​de publicidade e marketing, e discussões em torno da Copa do Mundo , o evento esportivo mais importante do ano.

Um ano de regulamentação de jogos online no Brasil: equilibrando crescimento e fiscalização.

No primeiro dia da SiGMA South America 2026, o palco Itaim recebeu o painel “Um Ano de Regulamentação e o Quinto Maior Mercado Global em Receita de Apostas Online”, que reuniu especialistas do setor para analisar como os jogos online se integraram rapidamente ao cenário econômico e cultural do Brasil após a introdução do marco regulatório.

Os participantes incluíram Plínio Lemos Jorge , presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL); Fabio Macorin , secretário adjunto de supervisão e controle da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda; Giovanni Rocco Neto , secretário nacional de apostas esportivas e desenvolvimento econômico esportivo do Ministério do Esporte; e Bárbara Teles , diretora de assuntos jurídicos e compliance e fundadora da PlayTech Brasil, AMIG.

O debate focou nos principais fatores por trás da ascensão meteórica do mercado de apostas online no Brasil, desde os marcos regulatórios e a confiança do mercado até a adoção pelos consumidores e o impacto econômico. Os participantes do painel também examinaram o equilíbrio entre crescimento e fiscalização , ressaltando a importância do jogo responsável, da transparência e da sustentabilidade a longo prazo em um dos mercados de crescimento mais rápido do mundo.

Publicidade e jogo responsável

Outro tema de destaque no evento foi a regulamentação da publicidade de jogos de azar, os desafios legais envolvidos no desenvolvimento de campanhas criativas e como estabelecer diretrizes que promovam efetivamente o jogo responsável.

Segundo um comunicado de imprensa da SiGMA, no painel “Publicidade Responsável no Mercado de Jogos e Apostas na Era dos Algoritmos”, Mariana Kannebley , diretora de marketing da TQJ/Grupo Silvio Santos, afirmou: “A regulamentação não é uma barreira à criatividade; na verdade, ela nos impulsiona a desenvolver campanhas inovadoras que estejam alinhadas aos valores que queremos que o setor defenda”.

Udo Seckelmann, chefe da área de jogos e criptomoedas da Bichara e da Motta Lawyers, afirmou: “Como setor, precisamos priorizar a educação, e não apenas a regulamentação. Trata-se de construir um mercado sustentável e responsável que possa prosperar a longo prazo.”

Vitor Hugo, do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária), observou que o setor publicitário brasileiro cresceu consideravelmente nos últimos anos e afirmou: “A publicidade responsável passou por fases de implementação e agora estamos em um estágio de consolidação, no qual nos adaptamos continuamente aos novos desafios”.

Os participantes do painel encerraram com um apelo claro para o setor: que mantenham a publicidade responsável como uma prioridade fundamental em suas estratégias de marketing.

Um painel adicional, intitulado “Marketing Responsável: Onde a Criatividade Termina e o Risco Começa”, contou com a participação de representantes do setor de marketing de afiliados e digital, que analisaram como campanhas orientadas para resultados podem equilibrar inovação e responsabilidade ética.

Segundo um comunicado de imprensa da SiGMA, o debate desafiou desde o início a noção de que criatividade e conformidade regulatória são conflitantes. “O risco não é o limite da criatividade… é o produto da falta de criatividade”, disse um dos palestrantes, enquadrando a responsabilidade como uma oportunidade, e não como uma restrição.

O papel dos criadores de conteúdo e influenciadores também foi analisado. Os participantes concordaram que esse grupo tem uma responsabilidade significativa: comunicar-se com honestidade, sem engano e evitando mensagens enganosas ou ambíguas.

A tecnologia como aliada no combate ao jogo ilegal.

Num mundo cada vez mais conectado, onde as fronteiras se tornam cada vez mais difusas com o avanço da tecnologia, o combate ao mercado de apostas ilegais é um dos desafios mais prementes da indústria – um desafio que permeia todo o ecossistema de jogos, desde reguladores e governos até operadores e jogadores.

Inicialmente, as autoridades nacionais responderam impondo medidas de bloqueio da internet. Hoje, porém, essa ferramenta parece ter perdido sua eficácia. No painel “Aplicação eficaz contra a ilegalidade sem fronteiras nacionais”, Susan Bala , diretora da ACT – Advanced Compliance Technology, afirmou que focar apenas na interface não resolve o problema, já que bloquear um site leva ao surgimento de espelhos e novos domínios, com o tráfego de usuários continuando a fluir para o mercado cinza não regulamentado. Bala também explicou que essas plataformas que operam no exterior fazem parte de uma cadeia completa que abrange provedores de pagamento, domínios, suporte ao cliente, canais de distribuição e marketing, e enfatizou que as medidas de fiscalização devem ser aplicadas em todo o circuito.

Fernanda Batistella , sócia e advogada do escritório Maia Yoshiyasu Advogados, acrescentou que restrições excessivas e aumentos descontrolados de impostos também não ajudam a combater o jogo ilegal. Segundo ela, se um operador licenciado não consegue oferecer um produto competitivo, tem limitações em termos de bônus, enfrenta custos crescentes e se depara constantemente com novas proibições, parte do público inevitavelmente migrará para locais com menos barreiras.

Esse debate vem ocorrendo em toda a América Latina, onde os recentes aumentos de impostos sobre as operadoras geraram ampla reclamação sobre o que muitos consideram um abuso de poder – mesmo que uma parcela significativa dessa receita seja destinada a melhorias nos sistemas de saúde pública, segurança e educação.

Uma vista panorâmica do movimentado pavilhão de exposições da SiGMA América do Sul 2026. A cena mostra grandes e modernos estandes da Altenar e da Spribe com telas digitais brilhantes. Os visitantes caminham pelos corredores cobertos por carpete azul sob um teto industrial alto.

Notícias da Focus Gaming na SiGMA América do Sul 2026: networking e um novo prêmio

Assim como nos anos anteriores, a Focus Gaming News teve uma participação ativa na edição de 2026 da SiGMA América do Sul. O veículo de comunicação, que este ano comemora seu décimo aniversário, recebeu visitantes no estande #M123, realizou uma série de entrevistas em seu Media Lounge, teve reuniões produtivas com clientes e estabeleceu novas conexões com uma ampla gama de figuras influentes do setor.

Fernando Saffores, CEO e fundador da Focus Gaming News, disse: “Após três dias intensos e produtivos na SiGMA South America, o balanço não poderia ser mais positivo. Este evento consolidou São Paulo como a verdadeira capital dos jogos online na região , e participar dessas discussões é vital para a nossa missão.”

“Foi uma semana incrível de networking com mais de 18.000 delegados e de exploração da evolução regulatória do mercado brasileiro.

“Por último, mas não menos importante, agradecemos aos organizadores e a todos que estiveram conosco em São Paulo! Encerramos esta edição com uma rede de contatos fortalecida e uma visão clara do futuro promissor do setor no Brasil.”

A Focus Gaming News foi eleita a “Melhor Mídia de iGaming de 2026” no SiGMA South America Awards 2026. Este prêmio marca a quarta premiação consecutiva que a publicação recebe na região e a oitava na mesma categoria em nível global.

Saffores afirmou: “Para a Focus Gaming News, ganhar o prêmio de ‘Melhor Mídia de iGaming de 2026’ não é apenas uma honra, mas também uma validação do nosso compromisso em fornecer conteúdo de alta qualidade para o mercado latino-americano.”

Com mais de 100.000 leitores em suas cinco edições – Global, América Latina, Ásia-Pacífico, Brasil e África – e mais de 30.000 assinantes de seus boletins informativos diários, a publicação se consolidou como um dos principais veículos especializados do setor.

A Focus Gaming News apresenta um resumo dos principais tópicos que definiram o tom da edição de 2026 do evento que reuniu os principais participantes da indústria de igaming da América Latina.

São Paulo.- Mais uma edição da SiGMA América do Sul chegou ao fim nesta quinta-feira (9), com as atenções voltadas para o futuro da indústria em toda a região e, em particular, no Brasil.

Um ano após a entrada em vigor da Lei 14.790, que regulamenta o mercado de jogos online no país, a maioria dos debates e palestras na agenda do evento se concentrou em como o setor cresceu e quais desafios ainda persistem, em um contexto de complexidade política e regulatória que se estende além do Brasil, onde o presidente Lula declarou recentemente sua intenção de proibir cassinos online, para o mercado latino-americano em geral, que enfrenta aumentos de impostos, mudanças regulatórias, novas restrições e debates contínuos sobre a legalização ou proibição dos jogos online.

Participantes caminhando por um corredor com carpete azul na convenção SiGMA América do Sul 2026. Estandes modernos da BGAMING e da Xtremepush são visíveis, com sinalização indicando o Pavilhão E pendurada no teto de um grande salão.

Regulamentação, o combate ao mercado ilegal e o caminho a seguir

Ao longo dos quatro dias da SiGMA South America, milhares de operadores, autoridades reguladoras, funcionários públicos e figuras de destaque do setor de igaming reuniram-se no Transamerica Expo Centre, em São Paulo, para forjar novas conexões comerciais, fortalecer laços existentes, apresentar produtos e, sobretudo, obter uma compreensão mais clara da direção que o setor está tomando.

A programação deste ano ofereceu uma ampla gama de sessões que abrangeram uma grande variedade de tópicos, desde regulamentação, governança e clareza jurídica até debates sobre o mercado ilegal, experiência do jogador e proteção do consumidor, práticas responsáveis ​​de publicidade e marketing, e discussões em torno da Copa do Mundo , o evento esportivo mais importante do ano.

Um ano de regulamentação de jogos online no Brasil: equilibrando crescimento e fiscalização.

No primeiro dia da SiGMA South America 2026, o palco Itaim recebeu o painel “Um Ano de Regulamentação e o Quinto Maior Mercado Global em Receita de Apostas Online”, que reuniu especialistas do setor para analisar como os jogos online se integraram rapidamente ao cenário econômico e cultural do Brasil após a introdução do marco regulatório.

Os participantes incluíram Plínio Lemos Jorge , presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL); Fabio Macorin , secretário adjunto de supervisão e controle da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda; Giovanni Rocco Neto , secretário nacional de apostas esportivas e desenvolvimento econômico esportivo do Ministério do Esporte; e Bárbara Teles , diretora de assuntos jurídicos e compliance e fundadora da PlayTech Brasil, AMIG.

O debate focou nos principais fatores por trás da ascensão meteórica do mercado de apostas online no Brasil, desde os marcos regulatórios e a confiança do mercado até a adoção pelos consumidores e o impacto econômico. Os participantes do painel também examinaram o equilíbrio entre crescimento e fiscalização , ressaltando a importância do jogo responsável, da transparência e da sustentabilidade a longo prazo em um dos mercados de crescimento mais rápido do mundo.

Publicidade e jogo responsável

Outro tema de destaque no evento foi a regulamentação da publicidade de jogos de azar, os desafios legais envolvidos no desenvolvimento de campanhas criativas e como estabelecer diretrizes que promovam efetivamente o jogo responsável.

Segundo um comunicado de imprensa da SiGMA, no painel “Publicidade Responsável no Mercado de Jogos e Apostas na Era dos Algoritmos”, Mariana Kannebley , diretora de marketing da TQJ/Grupo Silvio Santos, afirmou: “A regulamentação não é uma barreira à criatividade; na verdade, ela nos impulsiona a desenvolver campanhas inovadoras que estejam alinhadas aos valores que queremos que o setor defenda”.

Udo Seckelmann, chefe da área de jogos e criptomoedas da Bichara e da Motta Lawyers, afirmou: “Como setor, precisamos priorizar a educação, e não apenas a regulamentação. Trata-se de construir um mercado sustentável e responsável que possa prosperar a longo prazo.”

Vitor Hugo, do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária), observou que o setor publicitário brasileiro cresceu consideravelmente nos últimos anos e afirmou: “A publicidade responsável passou por fases de implementação e agora estamos em um estágio de consolidação, no qual nos adaptamos continuamente aos novos desafios”.

Os participantes do painel encerraram com um apelo claro para o setor: que mantenham a publicidade responsável como uma prioridade fundamental em suas estratégias de marketing.

Um painel adicional, intitulado “Marketing Responsável: Onde a Criatividade Termina e o Risco Começa”, contou com a participação de representantes do setor de marketing de afiliados e digital, que analisaram como campanhas orientadas para resultados podem equilibrar inovação e responsabilidade ética.

Segundo um comunicado de imprensa da SiGMA, o debate desafiou desde o início a noção de que criatividade e conformidade regulatória são conflitantes. “O risco não é o limite da criatividade… é o produto da falta de criatividade”, disse um dos palestrantes, enquadrando a responsabilidade como uma oportunidade, e não como uma restrição.

O papel dos criadores de conteúdo e influenciadores também foi analisado. Os participantes concordaram que esse grupo tem uma responsabilidade significativa: comunicar-se com honestidade, sem engano e evitando mensagens enganosas ou ambíguas.

A tecnologia como aliada no combate ao jogo ilegal.

Num mundo cada vez mais conectado, onde as fronteiras se tornam cada vez mais difusas com o avanço da tecnologia, o combate ao mercado de apostas ilegais é um dos desafios mais prementes da indústria – um desafio que permeia todo o ecossistema de jogos, desde reguladores e governos até operadores e jogadores.

Inicialmente, as autoridades nacionais responderam impondo medidas de bloqueio da internet. Hoje, porém, essa ferramenta parece ter perdido sua eficácia. No painel “Aplicação eficaz contra a ilegalidade sem fronteiras nacionais”, Susan Bala , diretora da ACT – Advanced Compliance Technology, afirmou que focar apenas na interface não resolve o problema, já que bloquear um site leva ao surgimento de espelhos e novos domínios, com o tráfego de usuários continuando a fluir para o mercado cinza não regulamentado. Bala também explicou que essas plataformas que operam no exterior fazem parte de uma cadeia completa que abrange provedores de pagamento, domínios, suporte ao cliente, canais de distribuição e marketing, e enfatizou que as medidas de fiscalização devem ser aplicadas em todo o circuito.

Fernanda Batistella , sócia e advogada do escritório Maia Yoshiyasu Advogados, acrescentou que restrições excessivas e aumentos descontrolados de impostos também não ajudam a combater o jogo ilegal. Segundo ela, se um operador licenciado não consegue oferecer um produto competitivo, tem limitações em termos de bônus, enfrenta custos crescentes e se depara constantemente com novas proibições, parte do público inevitavelmente migrará para locais com menos barreiras.

Esse debate vem ocorrendo em toda a América Latina, onde os recentes aumentos de impostos sobre as operadoras geraram ampla reclamação sobre o que muitos consideram um abuso de poder – mesmo que uma parcela significativa dessa receita seja destinada a melhorias nos sistemas de saúde pública, segurança e educação.

Uma vista panorâmica do movimentado pavilhão de exposições da SiGMA América do Sul 2026. A cena mostra grandes e modernos estandes da Altenar e da Spribe com telas digitais brilhantes. Os visitantes caminham pelos corredores cobertos por carpete azul sob um teto industrial alto.

Notícias da Focus Gaming na SiGMA América do Sul 2026: networking e um novo prêmio

Assim como nos anos anteriores, a Focus Gaming News teve uma participação ativa na edição de 2026 da SiGMA América do Sul. O veículo de comunicação, que este ano comemora seu décimo aniversário, recebeu visitantes no estande #M123, realizou uma série de entrevistas em seu Media Lounge, teve reuniões produtivas com clientes e estabeleceu novas conexões com uma ampla gama de figuras influentes do setor.

Fernando Saffores, CEO e fundador da Focus Gaming News, disse: “Após três dias intensos e produtivos na SiGMA South America, o balanço não poderia ser mais positivo. Este evento consolidou São Paulo como a verdadeira capital dos jogos online na região , e participar dessas discussões é vital para a nossa missão.”

“Foi uma semana incrível de networking com mais de 18.000 delegados e de exploração da evolução regulatória do mercado brasileiro.

“Por último, mas não menos importante, agradecemos aos organizadores e a todos que estiveram conosco em São Paulo! Encerramos esta edição com uma rede de contatos fortalecida e uma visão clara do futuro promissor do setor no Brasil.”

A Focus Gaming News foi eleita a “Melhor Mídia de iGaming de 2026” no SiGMA South America Awards 2026. Este prêmio marca a quarta premiação consecutiva que a publicação recebe na região e a oitava na mesma categoria em nível global.

Saffores afirmou: “Para a Focus Gaming News, ganhar o prêmio de ‘Melhor Mídia de iGaming de 2026’ não é apenas uma honra, mas também uma validação do nosso compromisso em fornecer conteúdo de alta qualidade para o mercado latino-americano.”

Com mais de 100.000 leitores em suas cinco edições – Global, América Latina, Ásia-Pacífico, Brasil e África – e mais de 30.000 assinantes de seus boletins informativos diários, a publicação se consolidou como um dos principais veículos especializados do setor.

  


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