O programa incentiva ainda a agricultura familiar no estado.
Minas Gerais.- A Loteria Mineira, autarquia que licencia jogos lotéricos no estado, repassa parte dos recursos arrecadados para projetos sociais voltados à alimentação de crianças em situação de vulnerabilidade. Os valores são provenientes de vendas dos produtos Raspadinha e Trem das 11, que são administrados pelo consórcio Mineira da Sorte Loteria.
Um dos projetos apoiados pela Loteria Mineira é o Programa Leite para a Primeira Infância, iniciativa que distribui gratuitamente leite para famílias em situação de vulnerabilidade com o objetivo de combater a insegurança alimentar.
Segundo o governo mineiro, o projeto atende cerca de 30 mil famílias do Norte e Nordeste de Minas Gerais. A ação também incentiva a agricultura familiar ao adquirir o alimento de laticínios e cooperativas da agricultura familiar. São cerca de três litros de leite por família toda semana.
Veja também: Projeto social apoiado pela Loteria Mineira gera 1 milhão de fraldas e absorventes produzidos por presos
“Cada bilhete vendido dos jogos Trem das 11 ou Raspadinha representa muito mais do que entretenimento — ele se transforma em investimento direto na saúde, na infância e no futuro de Minas Gerais”, afirma o CEO da Mineira da Sorte Loteria, Roberto Souto.
“Por meio da destinação de parte dos recursos arrecadados com os nossos jogos, estamos, junto com a Loteria Mineira, contribuindo para ações que impactam vidas de forma real e duradoura. Celebramos o fortalecimento de políticas públicas que acolhem e apoiam mães e bebês em todo o estado”, acrescentou o executivo.
A Loteria Mineira também apoia outros projetos sociais de diferentes áreas, como geração de renda, qualificação profissional, habitação, esporte e direitos humanos.
Um desses projetos que recebe recursos dos jogos lotéricos é o Programa Liberdade em Ciclos, uma iniciativa que capacita pessoas em instituições penitenciárias no estado de Minas Gerais para produzir artigos de higiene pessoal. A ação criado pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública do estado e recebe recursos da Loteria Mineira. Recentemente, o programa chegou à marca de 1 milhão de absorventes e fraldas que serão entregues a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
“Cada fralda e cada absorvente produzidos pelo programa Liberdade em Ciclo representa economia para o Estado, dignidade para quem recebe e transformação para quem produz”, comenta Rogério Greco, o secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais.
O programa começou em 2021, durante a pandemia do Covid-19. Na época, os presos produziram 8,7 milhões de máscaras. Após o final da pandemia, passou-se a produzir outros artigos relacionados à saúde.
A Loteria Mineira repassou R$ 2,6 milhões (US$ 479.505) para investimentos em máquinas e insumos para aprimorar os trabalhos do projeto. Outras instituições também contribuíram com a formação, como o Poder Judiciário, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A produção de fraudas e absorventes abastece o sistema prisional e o excedente é entregue à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedese), que destina os artigos para entidades sociais.
O programa incentiva ainda a agricultura familiar no estado.
Minas Gerais.- A Loteria Mineira, autarquia que licencia jogos lotéricos no estado, repassa parte dos recursos arrecadados para projetos sociais voltados à alimentação de crianças em situação de vulnerabilidade. Os valores são provenientes de vendas dos produtos Raspadinha e Trem das 11, que são administrados pelo consórcio Mineira da Sorte Loteria.
Um dos projetos apoiados pela Loteria Mineira é o Programa Leite para a Primeira Infância, iniciativa que distribui gratuitamente leite para famílias em situação de vulnerabilidade com o objetivo de combater a insegurança alimentar.
Segundo o governo mineiro, o projeto atende cerca de 30 mil famílias do Norte e Nordeste de Minas Gerais. A ação também incentiva a agricultura familiar ao adquirir o alimento de laticínios e cooperativas da agricultura familiar. São cerca de três litros de leite por família toda semana.
Veja também: Projeto social apoiado pela Loteria Mineira gera 1 milhão de fraldas e absorventes produzidos por presos
“Cada bilhete vendido dos jogos Trem das 11 ou Raspadinha representa muito mais do que entretenimento — ele se transforma em investimento direto na saúde, na infância e no futuro de Minas Gerais”, afirma o CEO da Mineira da Sorte Loteria, Roberto Souto.
“Por meio da destinação de parte dos recursos arrecadados com os nossos jogos, estamos, junto com a Loteria Mineira, contribuindo para ações que impactam vidas de forma real e duradoura. Celebramos o fortalecimento de políticas públicas que acolhem e apoiam mães e bebês em todo o estado”, acrescentou o executivo.
A Loteria Mineira também apoia outros projetos sociais de diferentes áreas, como geração de renda, qualificação profissional, habitação, esporte e direitos humanos.
Um desses projetos que recebe recursos dos jogos lotéricos é o Programa Liberdade em Ciclos, uma iniciativa que capacita pessoas em instituições penitenciárias no estado de Minas Gerais para produzir artigos de higiene pessoal. A ação criado pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública do estado e recebe recursos da Loteria Mineira. Recentemente, o programa chegou à marca de 1 milhão de absorventes e fraldas que serão entregues a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
“Cada fralda e cada absorvente produzidos pelo programa Liberdade em Ciclo representa economia para o Estado, dignidade para quem recebe e transformação para quem produz”, comenta Rogério Greco, o secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais.
O programa começou em 2021, durante a pandemia do Covid-19. Na época, os presos produziram 8,7 milhões de máscaras. Após o final da pandemia, passou-se a produzir outros artigos relacionados à saúde.
A Loteria Mineira repassou R$ 2,6 milhões (US$ 479.505) para investimentos em máquinas e insumos para aprimorar os trabalhos do projeto. Outras instituições também contribuíram com a formação, como o Poder Judiciário, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A produção de fraudas e absorventes abastece o sistema prisional e o excedente é entregue à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedese), que destina os artigos para entidades sociais.
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