Na ICE Barcelona 2026, a SOFTSWISS, fornecedora global de software para iGaming, contribuiu para uma conversa informal sobre a expansão dos negócios para os mercados da África.
Olga Resiga, diretora de desenvolvimento de negócios da SOFTSWISS, e Ronnie Whelan, CEO da KingMakers, discutiram como as operadoras podem se expandir de forma sustentável em diferentes jurisdições africanas, adaptando a estratégia de produtos ao comportamento dos jogadores locais, criando mecanismos de retenção para públicos de apostas baixas e mantendo-se ágeis na conformidade regulatória.
Como atuar na África
Durante a apresentação, Whelan destacou que a África oferece um forte potencial de crescimento graças ao aumento do uso de smartphones, à melhor conectividade móvel e a um público jovem e envolvido digitalmente.
No entanto, ele enfatizou que as operadoras não podem aplicar uma abordagem única em todos os mercados, pois o sucesso depende da compreensão do comportamento dos participantes locais.
Sobre o assunto, Resiga disse: “Embora o mercado seja amplamente moldado por jogadores de apostas baixas, o sucesso vem do gerenciamento de grandes volumes de jogadores por meio de estratégias personalizadas”.
“Isso requer análises profundas dos jogadores, gerenciamento preciso de bônus e mecanismos de marketing personalizados aplicados em escala”, explicou a diretora.
“É exatamente nisso que a SOFTSWISS concentra seus esforços: ajudar as operadoras a combinar volume, eficiência e crescimento sustentável por meio de tecnologia e experiência”, finalizou.

Diferenças no mercado africano
Os palestrantes abordaram as diferenças nas preferências dos jogadores. A Nigéria, por exemplo, tem uma tendência para as apostas esportivas, enquanto a África do Sul prefere os jogos de cassino.
Para ter sucesso, as operadoras devem adaptar seu mix de produtos, gamificação e estratégias de retenção. Regulamentação e conformidade foram outros tópicos importantes.
Ronnie Whelan pontuou ainda que, nos quadros regulatórios em evolução em toda a África, a cooperação com as autoridades locais é essencial.
Dessa forma, as operadoras devem criar sistemas que possam se adaptar às mudanças regulatórias e, ao mesmo tempo, proteger os jogadores.
O CEO da KingMakers explicou: “Os mercados africanos oferecem um forte potencial de crescimento, mas recompensam o foco e a disciplina. As operadoras precisam entender cada mercado em seus próprios termos.”
“Essa é a única maneira de criar produtos que realmente se adaptem aos participantes locais. Discussões como essa são valiosas porque levam a conversa além das manchetes e para a execução prática”, concluiu.
Mais do que apostas
Whelan avaliou também que a exploração das criptomoedas e das stablecoins têm um potencial valioso, desde que os operadores as adotem de forma responsável.
Esses temas vão além da África e são explorados em maior profundidade no relatório Tendências do iGaming 2026 da SOFTSWISS, que abrange a dinâmica do mercado global, incluindo regulamentação, adoção de IA, formatos de apostas, segurança cibernética e jogo responsável.
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