A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF) anunciou ontem, 3, que o Sistema Integrado de Gestão de Apostas (SIGAP) contabilizou um total de 339.376 autoexclusões nos primeiros três meses de operação da plataforma de autoexclusão de apostas.
O anúncio foi feito durante um painel do evento CGS Rio. De acordo com a SPA, 71% dos apostadores que solicitaram a autoexclusão escolheram a remoção por tempo indeterminado, enquanto que 12% solicitaram a exclusão por 12 meses. Apenas 3% dos apostadores pediram a exclusão por três a seis meses.
Além disso, a SPA também divulgou quais foram os principais motivos relatados por apostadores:
- Perda de controle sobre o jogo – 39%
- Prevenir o uso de dados em plataformas – 21%
- Decisão voluntária – 13,8%
- Perdas financeiras – 10,9%
Todos estes dados foram noticiados em primeira mão pelo BNLData. Ainda de acordo com o portal, Andiara Maria Braga Maranhão, coordenadora-geral de monitoramento do Jogo Responsável da SPA, reforçou que diversas medidas de proteção ao jogador como limites automáticos, alertas de tempo e de valor apostado são obrigatórias no Brasil.
A portaria nº 1.231/24, por exemplo, estabeleceu uma série de regras e diretrizes que operadores devem seguir para promover o jogo responsável.
O sistema de autoexclusão de apostas foi lançado em dezembro de 2025. Este ano, o governo federal reforçou o combate à ludopatia via o Ministério da Saúde (MS), que preparou um “Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas”.
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A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF) anunciou ontem, 3, que o Sistema Integrado de Gestão de Apostas (SIGAP) contabilizou um total de 339.376 autoexclusões nos
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