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Steven Valentine, Comtrade Gaming: “O Brasil não é uma oportunidade de curto prazo para nós; é um pilar estratégico no nosso plano global de expansão”

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Às vésperas do SBC Summit Rio 2026, executivo destaca a presença da empresa no mercado brasileiro e apresenta a estratégia para a nova fase regulada do país.

Entrevista Exclusiva.- Em entrevista ao Focus Gaming News Brasil, Steven Valentine, o CCO da Comtrade Gaming, detalha os planos da empresa para o mercado brasileiro, analisa o impacto da regulamentação e explica por que o Brasil se tornou um pilar estratégico na expansão da companhia na América Latina.

Quais são os principais objetivos da Comtrade Gaming para o SBC Summit Rio 2026 e por que este evento é particularmente importante para a estratégia de expansão da empresa na América Latina?

O SBC Summit Rio é estrategicamente importante para nós porque o Brasil ainda está em transição de um mercado cinza para uma das jurisdições regulamentadas mais relevantes do mundo. Para a Comtrade Gaming, esse é exatamente o tipo de mercado que priorizamos: grande, regulamentado e impulsionado por operadores.

Nossos objetivos são três:

A América Latina não é uma aposta de expansão de curto prazo para nós; é uma região de crescimento estrutural. Estar presente no Rio sinaliza comprometimento. Estamos investindo em relacionamentos, localização e preparação regulatória, não apenas em acesso ao mercado. Isso também é reforçado pela equipe brasileira nativa que contratamos.

A Comtrade Gaming recebeu recentemente a certificação para distribuir o conteúdo da CG Games no Brasil. Qual é a importância desse marco para a empresa e como ele molda a abordagem para o mercado brasileiro?

A certificação no Brasil foi um marco importante para nós, e nosso plano inicial de lançamento é com operadores de Tier 1. Esse processo levou algum tempo para ser estruturado, mas até o final do segundo trimestre começaremos com um grande lançamento.

Como a plataforma iCore e o portfólio CG Games atendem às necessidades específicas dos operadores brasileiros à medida que o mercado avança na fase regulamentada?

À medida que os mercados se regulamentam, os operadores enfrentam três pressões imediatas: conformidade regulatória, nova concorrência e aumento dos custos de aquisição de jogadores.

Nossa plataforma iCore responde a isso ao oferecer:

Enquanto isso, a CG Games fornece conteúdo certificado e orientado a desempenho, que pode ser integrado de forma simples tanto à nossa própria plataforma quanto a sistemas de terceiros.

Os operadores brasileiros, no futuro, passarão a competir com base na excelência operacional e não apenas em bônus e investimentos em aquisição. Nosso papel é oferecer infraestrutura estável e conteúdo em conformidade, permitindo que eles foquem em marca e estratégia de relacionamento com o cliente.

O Brasil está entrando em uma nova era de jogos regulamentados. Quais desafios e oportunidades a empresa enxerga nessa transição e como a Comtrade Gaming está se posicionando como um parceiro tecnológico confiável?

A transição traz tanto oportunidades quanto complexidade.

Desafios incluem:

Oportunidades incluem:

A Comtrade Gaming se posiciona como um parceiro tecnológico de longo prazo ao focar em estabilidade, conformidade e flexibilidade. Já apoiamos operadores em múltiplas transições regulatórias na Europa e em outras jurisdições. Essa experiência é fundamental em um mercado como o Brasil, onde as definições regulatórias devem continuar evoluindo nos próximos 12 a 24 meses. Confiabilidade, nesse contexto, significa sistemas robustos, conteúdo certificado e capacidade de adaptação rápida à medida que a regulamentação amadurece.

Olhando para 2026 e além, qual papel o Brasil deve desempenhar na estratégia de longo prazo da Comtrade Gaming na América Latina e quais tendências os operadores devem observar?

O Brasil será o mercado âncora da nossa estratégia na América Latina. Sua escala, perfil demográfico e mudança regulatória o tornam um dos mercados globais mais importantes para a próxima década. Além do Brasil, esperamos que o movimento regulatório na América Latina se acelere, e o sucesso no país fortalecerá nosso posicionamento regional.

Principais tendências que os operadores devem acompanhar:

Para a Comtrade Gaming, o foco permanece consistente: mercados regulamentados, tecnologia modular e parcerias de longo prazo. O Brasil não é uma oportunidade de curto prazo para nós; é um pilar estratégico no nosso plano global de expansão. Sempre fomos o parceiro de plataforma procurado pelos operadores quando percebem o que estão deixando de ter com seu fornecedor atual.

Às vésperas do SBC Summit Rio 2026, executivo destaca a presença da empresa no mercado brasileiro e apresenta a estratégia para a nova fase regulada do país.

Entrevista Exclusiva.- Em entrevista ao Focus Gaming News Brasil, Steven Valentine, o CCO da Comtrade Gaming, detalha os planos da empresa para o mercado brasileiro, analisa o impacto da regulamentação e explica por que o Brasil se tornou um pilar estratégico na expansão da companhia na América Latina.

Quais são os principais objetivos da Comtrade Gaming para o SBC Summit Rio 2026 e por que este evento é particularmente importante para a estratégia de expansão da empresa na América Latina?

O SBC Summit Rio é estrategicamente importante para nós porque o Brasil ainda está em transição de um mercado cinza para uma das jurisdições regulamentadas mais relevantes do mundo. Para a Comtrade Gaming, esse é exatamente o tipo de mercado que priorizamos: grande, regulamentado e impulsionado por operadores.

Nossos objetivos são três:

A América Latina não é uma aposta de expansão de curto prazo para nós; é uma região de crescimento estrutural. Estar presente no Rio sinaliza comprometimento. Estamos investindo em relacionamentos, localização e preparação regulatória, não apenas em acesso ao mercado. Isso também é reforçado pela equipe brasileira nativa que contratamos.

A Comtrade Gaming recebeu recentemente a certificação para distribuir o conteúdo da CG Games no Brasil. Qual é a importância desse marco para a empresa e como ele molda a abordagem para o mercado brasileiro?

A certificação no Brasil foi um marco importante para nós, e nosso plano inicial de lançamento é com operadores de Tier 1. Esse processo levou algum tempo para ser estruturado, mas até o final do segundo trimestre começaremos com um grande lançamento.

Como a plataforma iCore e o portfólio CG Games atendem às necessidades específicas dos operadores brasileiros à medida que o mercado avança na fase regulamentada?

À medida que os mercados se regulamentam, os operadores enfrentam três pressões imediatas: conformidade regulatória, nova concorrência e aumento dos custos de aquisição de jogadores.

Nossa plataforma iCore responde a isso ao oferecer:

Enquanto isso, a CG Games fornece conteúdo certificado e orientado a desempenho, que pode ser integrado de forma simples tanto à nossa própria plataforma quanto a sistemas de terceiros.

Os operadores brasileiros, no futuro, passarão a competir com base na excelência operacional e não apenas em bônus e investimentos em aquisição. Nosso papel é oferecer infraestrutura estável e conteúdo em conformidade, permitindo que eles foquem em marca e estratégia de relacionamento com o cliente.

O Brasil está entrando em uma nova era de jogos regulamentados. Quais desafios e oportunidades a empresa enxerga nessa transição e como a Comtrade Gaming está se posicionando como um parceiro tecnológico confiável?

A transição traz tanto oportunidades quanto complexidade.

Desafios incluem:

Oportunidades incluem:

A Comtrade Gaming se posiciona como um parceiro tecnológico de longo prazo ao focar em estabilidade, conformidade e flexibilidade. Já apoiamos operadores em múltiplas transições regulatórias na Europa e em outras jurisdições. Essa experiência é fundamental em um mercado como o Brasil, onde as definições regulatórias devem continuar evoluindo nos próximos 12 a 24 meses. Confiabilidade, nesse contexto, significa sistemas robustos, conteúdo certificado e capacidade de adaptação rápida à medida que a regulamentação amadurece.

Olhando para 2026 e além, qual papel o Brasil deve desempenhar na estratégia de longo prazo da Comtrade Gaming na América Latina e quais tendências os operadores devem observar?

O Brasil será o mercado âncora da nossa estratégia na América Latina. Sua escala, perfil demográfico e mudança regulatória o tornam um dos mercados globais mais importantes para a próxima década. Além do Brasil, esperamos que o movimento regulatório na América Latina se acelere, e o sucesso no país fortalecerá nosso posicionamento regional.

Principais tendências que os operadores devem acompanhar:

Para a Comtrade Gaming, o foco permanece consistente: mercados regulamentados, tecnologia modular e parcerias de longo prazo. O Brasil não é uma oportunidade de curto prazo para nós; é um pilar estratégico no nosso plano global de expansão. Sempre fomos o parceiro de plataforma procurado pelos operadores quando percebem o que estão deixando de ter com seu fornecedor atual.

  

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