Executivo da Comtrade Gaming detalha como a empresa está se preparando para o mercado brasileiro regulado, investindo em inovação tecnológica e fortalecendo parcerias estratégicas.
Entrevista exclusiva.- Com a regulamentação do mercado de jogos e apostas avançando rapidamente no Brasil, operadores enfrentam novos desafios em tecnologia, compliance e performance. Em meio a este cenário, a SiGMA Americas 2026 se apresenta como um ponto de encontro estratégico para empresas que buscam se consolidar na região.
Antes do evento, que acontece de 6 a 9 de abril, conversamos com Steven Valentine, Chief Commercial Officer da Comtrade Gaming, uma das empresas que estará na convenção. Na entrevista, Valentine compartilha sobre o crescimento no mercado brasileiro, estratégias de inovação em inteligência artificial e o papel da empresa como parceira de longo prazo em um ambiente regulado e altamente competitivo.
A SiGMA Americas 2026 chega em um momento crucial para o crescimento regulado na América Latina. Quais são os principais objetivos da Comtrade Gaming para o evento deste ano e como você vê a evolução da sua posição no mercado brasileiro desde que a regulamentação entrou em vigor?
A SiGMA Americas chega em um momento-chave, em que o Brasil passou de oportunidade para execução.
Para nós, da Comtrade Gaming, o foco está em escalabilidade. Já estamos ativos, certificados e apoiando operadores em um ambiente regulado. Agora a conversa é sobre desempenho, compliance e estabilidade de longo prazo.
Nossa posição evoluiu naturalmente, de entrada no mercado para ajudar os operadores a otimizar e crescer em um mercado totalmente regulado.
Após obter a certificação GLI e conquistar clientes brasileiros, quais têm sido os maiores desafios operacionais ou tecnológicos que os operadores enfrentam atualmente, e como a sua plataforma os ajuda a navegar nesse novo cenário regulatório?
O maior desafio não é obter a certificação. É operar no dia a dia dentro de um framework regulatório vivo e em evolução.
Os operadores lidam com relatórios em tempo real, integrações locais e a manutenção da estabilidade enquanto os requisitos continuam se desenvolvendo.
Nossa plataforma foi projetada para absorver essa complexidade. Adotamos uma abordagem modular que permite aos operadores se adaptarem rapidamente e os apoiamos como um parceiro que navega pela regulamentação, e não apenas como um fornecedor de tecnologia.
Vocês têm investido fortemente em ferramentas de IA para comportamento do jogador e análise preditiva. Como essas soluções estão evoluindo em 2026 e qual impacto tangível estão gerando no valor de vida do jogador e no desempenho dos operadores?
A IA se tornou central para o equilíbrio entre crescimento e controle pelos operadores.
Agora, estamos focados em ferramentas preditivas em tempo real, identificando o valor do jogador, risco de churn e padrões de comportamento enquanto o jogador ainda está ativo.
Os resultados são tangíveis: maior valor de vida do jogador, bonificações mais eficientes e melhor gestão de margem, além de um suporte mais sólido para o jogo responsável.
A estrutura de licenciamento multi-marca do Brasil criou um ambiente altamente competitivo. Como você vê a tendência multi-plataforma se desenvolvendo em 2026, e o que faz da Comtrade Gaming um parceiro de longo prazo, em vez de uma solução transitória?
A estrutura multi-marca do Brasil está criando um mercado mais competitivo e sofisticado.
Os operadores estão adotando cada vez mais estratégias multi-plataforma para se diferenciar e manter flexibilidade.
Nosso papel na Comtrade Gaming é possibilitar essa flexibilidade, apoiando integração, escalabilidade e evolução de longo prazo. Isso é o que nos posiciona como um parceiro estratégico, e não uma solução de curto prazo.
Vocês sempre enfatizam a importância da presença local, incluindo a construção de uma equipe técnica que fala português. Como esse investimento local se traduz em vantagem competitiva e retenção de clientes na região?
Eu diria que isso é essencial, e não apenas uma vantagem. Você não pode esperar construir parcerias significativas se não tiver uma equipe que fale a língua local.
Olhando para os próximos 12–18 meses, quais marcos, seja em parcerias, inovação de produto ou expansão geográfica, definirão a próxima fase de crescimento da Comtrade Gaming nas Américas?
Nos próximos 12–18 meses, nosso foco está na execução e no crescimento sustentável.
Isso significa ampliar nossa presença no Brasil, continuar investindo em IA e inovação de produto, e expandir seletivamente pela América Latina à medida que a regulamentação se desenvolve.
O objetivo é claro: fortalecer nossa posição como parceiro de longo prazo em mercados regulados.
Executivo da Comtrade Gaming detalha como a empresa está se preparando para o mercado brasileiro regulado, investindo em inovação tecnológica e fortalecendo parcerias estratégicas.
Entrevista exclusiva.- Com a regulamentação do mercado de jogos e apostas avançando rapidamente no Brasil, operadores enfrentam novos desafios em tecnologia, compliance e performance. Em meio a este cenário, a SiGMA Americas 2026 se apresenta como um ponto de encontro estratégico para empresas que buscam se consolidar na região.
Antes do evento, que acontece de 6 a 9 de abril, conversamos com Steven Valentine, Chief Commercial Officer da Comtrade Gaming, uma das empresas que estará na convenção. Na entrevista, Valentine compartilha sobre o crescimento no mercado brasileiro, estratégias de inovação em inteligência artificial e o papel da empresa como parceira de longo prazo em um ambiente regulado e altamente competitivo.
A SiGMA Americas 2026 chega em um momento crucial para o crescimento regulado na América Latina. Quais são os principais objetivos da Comtrade Gaming para o evento deste ano e como você vê a evolução da sua posição no mercado brasileiro desde que a regulamentação entrou em vigor?
A SiGMA Americas chega em um momento-chave, em que o Brasil passou de oportunidade para execução.
Para nós, da Comtrade Gaming, o foco está em escalabilidade. Já estamos ativos, certificados e apoiando operadores em um ambiente regulado. Agora a conversa é sobre desempenho, compliance e estabilidade de longo prazo.
Nossa posição evoluiu naturalmente, de entrada no mercado para ajudar os operadores a otimizar e crescer em um mercado totalmente regulado.
Após obter a certificação GLI e conquistar clientes brasileiros, quais têm sido os maiores desafios operacionais ou tecnológicos que os operadores enfrentam atualmente, e como a sua plataforma os ajuda a navegar nesse novo cenário regulatório?
O maior desafio não é obter a certificação. É operar no dia a dia dentro de um framework regulatório vivo e em evolução.
Os operadores lidam com relatórios em tempo real, integrações locais e a manutenção da estabilidade enquanto os requisitos continuam se desenvolvendo.
Nossa plataforma foi projetada para absorver essa complexidade. Adotamos uma abordagem modular que permite aos operadores se adaptarem rapidamente e os apoiamos como um parceiro que navega pela regulamentação, e não apenas como um fornecedor de tecnologia.
Vocês têm investido fortemente em ferramentas de IA para comportamento do jogador e análise preditiva. Como essas soluções estão evoluindo em 2026 e qual impacto tangível estão gerando no valor de vida do jogador e no desempenho dos operadores?
A IA se tornou central para o equilíbrio entre crescimento e controle pelos operadores.
Agora, estamos focados em ferramentas preditivas em tempo real, identificando o valor do jogador, risco de churn e padrões de comportamento enquanto o jogador ainda está ativo.
Os resultados são tangíveis: maior valor de vida do jogador, bonificações mais eficientes e melhor gestão de margem, além de um suporte mais sólido para o jogo responsável.
A estrutura de licenciamento multi-marca do Brasil criou um ambiente altamente competitivo. Como você vê a tendência multi-plataforma se desenvolvendo em 2026, e o que faz da Comtrade Gaming um parceiro de longo prazo, em vez de uma solução transitória?
A estrutura multi-marca do Brasil está criando um mercado mais competitivo e sofisticado.
Os operadores estão adotando cada vez mais estratégias multi-plataforma para se diferenciar e manter flexibilidade.
Nosso papel na Comtrade Gaming é possibilitar essa flexibilidade, apoiando integração, escalabilidade e evolução de longo prazo. Isso é o que nos posiciona como um parceiro estratégico, e não uma solução de curto prazo.
Vocês sempre enfatizam a importância da presença local, incluindo a construção de uma equipe técnica que fala português. Como esse investimento local se traduz em vantagem competitiva e retenção de clientes na região?
Eu diria que isso é essencial, e não apenas uma vantagem. Você não pode esperar construir parcerias significativas se não tiver uma equipe que fale a língua local.
Olhando para os próximos 12–18 meses, quais marcos, seja em parcerias, inovação de produto ou expansão geográfica, definirão a próxima fase de crescimento da Comtrade Gaming nas Américas?
Nos próximos 12–18 meses, nosso foco está na execução e no crescimento sustentável.
Isso significa ampliar nossa presença no Brasil, continuar investindo em IA e inovação de produto, e expandir seletivamente pela América Latina à medida que a regulamentação se desenvolve.
O objetivo é claro: fortalecer nossa posição como parceiro de longo prazo em mercados regulados.
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