“Sucateia, vende barato e …”; Milly Lacombe não se cala e questiona aprovação de SAF do Atlético-MG

Milly Lacombe não se mostrou muito feliz com a venda das cotas para um grupo dos 4R’s

A SAF do Atlético-MG foi aprovada na noite da última quinta-feira (20). O Clube que vinha enfrentando sérios problemas financeiros agora se organiza para os próximos passos para a venda de 75% das cotas por R$ 913 milhões ao grupo liderado pelos 4 R’s, Rubens Menin, Rafael Menin, Renato Salvador e Ricardo Guimarães.


“Temos um período de 60 dias até a operação ficar completa. Tem que passar pelo CADE, pedir autorização dos credores do CRI da Arena, mudança da titularidade do crédito, são diversos documentos. Assim, será o fechamento da operação e o dinheiro entrará. Teremos os processos legais, eleição dos membros do conselho de administração, da diretoria, o organograma. Vamos ver se em 60-90 dias, teremos tudo organizado para a vida nova do Galo”, explicou Bruno Muzzi.


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Apesar da SAF se apresentar como uma solução para o endividamento do clube alvinegro, a jornalista Milly Lacombe não se mostrou muito feliz com a venda das cotas para um grupo de investidores que já estão presentes no Galo. Durante o Fim de Papo, do UOL, a jornalista falou de sucateamento como uma tática para privatizar.

Rubens Menin dá um recado para a Massa!#GaloPaixãoNacional 🏴🏳️ https://t.co/tzC4RltJy9

— Atlético (@Atletico) July 21, 2023

“Essa SAF do Galo, existe uma técnica de privatização que chama sucatear. Tem um livro muito bom, chama Privataria Tucana, leiam. Não é uma técnica brasileira, é uma técnica internacional: sucateia, vende barato e aí toda sorte de coisas escabrosas acontecem ao redor. Quem comprou o Galo foi quem estava sucateando o Galo, a dívida foi aumentada, a gente viu o que aconteceu. De um dia para o outro, essas pessoas vão mudar o quê? Vai mudar a personalidade das pessoas? Não, são as mesmas pessoas. Então, é preciso ter muita atenção a isso. Em resumo, o Galo foi vendido. Como assim o Galo foi vendido? Como se coloca preço numa paixão? E quem comprou foi quem sucateou; para pagar barato?”, questionou a comunicadora.

Milly Lacombe não se mostrou muito feliz com a venda das cotas para um grupo dos 4R’s

A SAF do Atlético-MG foi aprovada na noite da última quinta-feira (20). O Clube que vinha enfrentando sérios problemas financeiros agora se organiza para os próximos passos para a venda de 75% das cotas por R$ 913 milhões ao grupo liderado pelos 4 R’s, Rubens Menin, Rafael Menin, Renato Salvador e Ricardo Guimarães.

“Temos um período de 60 dias até a operação ficar completa. Tem que passar pelo CADE, pedir autorização dos credores do CRI da Arena, mudança da titularidade do crédito, são diversos documentos. Assim, será o fechamento da operação e o dinheiro entrará. Teremos os processos legais, eleição dos membros do conselho de administração, da diretoria, o organograma. Vamos ver se em 60-90 dias, teremos tudo organizado para a vida nova do Galo”, explicou Bruno Muzzi.

Apesar da SAF se apresentar como uma solução para o endividamento do clube alvinegro, a jornalista Milly Lacombe não se mostrou muito feliz com a venda das cotas para um grupo de investidores que já estão presentes no Galo. Durante o Fim de Papo, do UOL, a jornalista falou de sucateamento como uma tática para privatizar.

Rubens Menin dá um recado para a Massa!#GaloPaixãoNacional 🏴🏳️ https://t.co/tzC4RltJy9— Atlético (@Atletico) July 21, 2023

“Essa SAF do Galo, existe uma técnica de privatização que chama sucatear. Tem um livro muito bom, chama Privataria Tucana, leiam. Não é uma técnica brasileira, é uma técnica internacional: sucateia, vende barato e aí toda sorte de coisas escabrosas acontecem ao redor. Quem comprou o Galo foi quem estava sucateando o Galo, a dívida foi aumentada, a gente viu o que aconteceu. De um dia para o outro, essas pessoas vão mudar o quê? Vai mudar a personalidade das pessoas? Não, são as mesmas pessoas. Então, é preciso ter muita atenção a isso. Em resumo, o Galo foi vendido. Como assim o Galo foi vendido? Como se coloca preço numa paixão? E quem comprou foi quem sucateou; para pagar barato?”, questionou a comunicadora.  


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