O treinador chega com a missão de evitar o rebaixamento, uma prioridade para a gestão de Ronaldo Fenômeno neste momento
O Cruzeiro está próximo de fechar um acordo com o técnico Zé Ricardo, com os detalhes finais da negociação sendo resolvidos para o anúncio oficial em breve. O treinador chega com a missão de evitar o rebaixamento, uma prioridade para a gestão de Ronaldo Fenômeno neste momento, visto que o Cruzeiro se encontra na 12ª colocação, apenas cinco pontos acima da zona de rebaixamento e com uma sequência de oito jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro.
Zé Ricardo possui uma trajetória de altos e baixos no Brasileirão ao longo de sua carreira como treinador e vem recebendo severas críticas do torcedor Cruzeirense. Mas, o treinador possui um tipo “salvador”, para não dizer “estepe”, para grande parte dos clubes brasileiros. Ele já salvou alguns grupos de eminentes rebaixamentos, ao mesmo passo que não conseguiu manter qualidade e consistência.
Sua primeira experiência de destaque foi com o Flamengo em 2016, quando assumiu a equipe e teve um aproveitamento de 62,2%. Conquistou o título carioca em 2017 e terminou aquela temporada na terceira posição do Brasileirão, a apenas nove pontos do campeão Palmeiras. No ano seguinte, após problemas na Libertadores, sua trajetória no Flamengo ficou marcada pelo desgaste e pela eliminação precoce. Ele foi mantido após a eliminação na Libertadores, mas acabou sendo demitido ao fim do primeiro turno do Brasileiro, terminando na quinta posição.
Zé Ricardo teve duas passagens pelo Vasco, onde conseguiu tirar a equipe da parte de baixo da tabela e levá-la à fase preliminar da Libertadores em sua primeira passagem. Na segunda passagem, enfrentou dificuldades na fase de grupos da Libertadores e pediu demissão no início do Brasileiro.
No Botafogo, ele conseguiu uma recuperação no Brasileiro de 2018, tirando a equipe da luta contra o rebaixamento. Entretanto, em 2019, o time perdeu padrão e foi eliminado precocemente do Campeonato Carioca e da Copa do Brasil. Foram oito meses à frente do Botafogo, com um aproveitamento de 55,2%.
Em 2019, também teve uma breve passagem pelo Internacional, com um aproveitamento de 45%, mas não permaneceu no comando no ano seguinte, apesar de levar o time à zona de classificação da Libertadores.
Pelos números, Zé Ricardo não parece ser o estilo de treinador que sirva para permanecer no time. E não há nada de mal nisso. Existem muitas empresas que contratam pessoas, temporariamente, especializadas em “desatolar” e melhorar os resultados. Vem, melhora, e deixa tudo em ordem para outro vir e manter constância. Zé Ricardo é esse especialista. Tudo é uma questão de tempo e dosagem, e parece que Ronaldo Fenômeno sabe disso.
O treinador chega com a missão de evitar o rebaixamento, uma prioridade para a gestão de Ronaldo Fenômeno neste momento
O Cruzeiro está próximo de fechar um acordo com o técnico Zé Ricardo, com os detalhes finais da negociação sendo resolvidos para o anúncio oficial em breve. O treinador chega com a missão de evitar o rebaixamento, uma prioridade para a gestão de Ronaldo Fenômeno neste momento, visto que o Cruzeiro se encontra na 12ª colocação, apenas cinco pontos acima da zona de rebaixamento e com uma sequência de oito jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro.
Zé Ricardo possui uma trajetória de altos e baixos no Brasileirão ao longo de sua carreira como treinador e vem recebendo severas críticas do torcedor Cruzeirense. Mas, o treinador possui um tipo “salvador”, para não dizer “estepe”, para grande parte dos clubes brasileiros. Ele já salvou alguns grupos de eminentes rebaixamentos, ao mesmo passo que não conseguiu manter qualidade e consistência.
Sua primeira experiência de destaque foi com o Flamengo em 2016, quando assumiu a equipe e teve um aproveitamento de 62,2%. Conquistou o título carioca em 2017 e terminou aquela temporada na terceira posição do Brasileirão, a apenas nove pontos do campeão Palmeiras. No ano seguinte, após problemas na Libertadores, sua trajetória no Flamengo ficou marcada pelo desgaste e pela eliminação precoce. Ele foi mantido após a eliminação na Libertadores, mas acabou sendo demitido ao fim do primeiro turno do Brasileiro, terminando na quinta posição.
Zé Ricardo teve duas passagens pelo Vasco, onde conseguiu tirar a equipe da parte de baixo da tabela e levá-la à fase preliminar da Libertadores em sua primeira passagem. Na segunda passagem, enfrentou dificuldades na fase de grupos da Libertadores e pediu demissão no início do Brasileiro.
No Botafogo, ele conseguiu uma recuperação no Brasileiro de 2018, tirando a equipe da luta contra o rebaixamento. Entretanto, em 2019, o time perdeu padrão e foi eliminado precocemente do Campeonato Carioca e da Copa do Brasil. Foram oito meses à frente do Botafogo, com um aproveitamento de 55,2%.
Em 2019, também teve uma breve passagem pelo Internacional, com um aproveitamento de 45%, mas não permaneceu no comando no ano seguinte, apesar de levar o time à zona de classificação da Libertadores.
Pelos números, Zé Ricardo não parece ser o estilo de treinador que sirva para permanecer no time. E não há nada de mal nisso. Existem muitas empresas que contratam pessoas, temporariamente, especializadas em “desatolar” e melhorar os resultados. Vem, melhora, e deixa tudo em ordem para outro vir e manter constância. Zé Ricardo é esse especialista. Tudo é uma questão de tempo e dosagem, e parece que Ronaldo Fenômeno sabe disso.
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