O velório do eterno rei do futebol aconteceu no início da semana e foi marcado pela ausência de grandes nomes do esporte
O mundo ainda não digeriu a morte do eterno rei do Futebol Pelé. No início da semana, aconteceu o tão aguardado velório do ícone e o que tem chamado a atenção da imprensa é a ausência de grandes nomes do esporte brasileiro. Walter Casagrande é uma das personalidades que não esteve no evento.
Em entrevista ao SportBuzz, o ex-jogador informou porque tomou a decisão de não comparecer ao funeral e explicou que se trata de uma medida de segurança, já que mesmo livre das drogas, ainda não pode ter grandes recaídas emocionais que podem gerar possíveis falhas na independência de substâncias.
Walter Casagrande explicou porque não foi ao velório do rei Pelé (Reprodução/Instagram/@wcasagrandejr)
“Todo mundo sabe que sou dependente químico, fiquei internado por um ano; estou muito bem, não bebo, não fumo, estou distante das drogas, mas eu tenho umas regras que tenho que colaborar para que eu me mantenha (bem). Eu não corro risco de recaídas para drogas, mas corro riscos de recaídas emocionais. No tratamento que tenho hoje, uso antidepressivo, ansiolítico, antipsicótico e estabilizador de humor: tudo isso para que eu não tenha queda emocional. Eu fiquei muito tempo congelado por conta das drogas, e quando eu voltei limpo e comecei a ver a vida como ela é, as emoções passaram a bater muito fortes“, disse ele.
Ex-jogador Walter Casagrande Jr. explica por que não foi ao velório de Pelé https://t.co/ZwVCHqJWTj
— Folha de S.Paulo (@folha)
January 5, 2023
Posteriormente, ele completou sua decisão. “E eu não fui ao velório do Pelé exatamente por isso. Eu não vi o meu pai no caixão, que morreu em 2020, não vi a minha mãe, não vi o Sócrates. A última pessoa foi o Marcelo Fromer (músico brasileiro) lá em 2001, mas também não vi muito. Com a morte de Gal (Costa) eu chorei muito, com o Jô (Soares), Rolando Boldrin, Isabel (Salgado)… e aí veio o Pelé. Não é uma justificativa (a ausência no funeral), é uma realidade dos fatos. E eu cuido disso exatamente para não ter queda emocional“.
O velório do eterno rei do futebol aconteceu no início da semana e foi marcado pela ausência de grandes nomes do esporte O mundo ainda não digeriu a morte do eterno rei do Futebol Pelé. No início da semana, aconteceu o tão aguardado velório do ícone e o que tem chamado a atenção da imprensa é a ausência de grandes nomes do esporte brasileiro. Walter Casagrande é uma das personalidades que não esteve no evento.
Em entrevista ao SportBuzz, o ex-jogador informou porque tomou a decisão de não comparecer ao funeral e explicou que se trata de uma medida de segurança, já que mesmo livre das drogas, ainda não pode ter grandes recaídas emocionais que podem gerar possíveis falhas na independência de substâncias.
Walter Casagrande explicou porque não foi ao velório do rei Pelé (Reprodução/Instagram/@wcasagrandejr)
“Todo mundo sabe que sou dependente químico, fiquei internado por um ano; estou muito bem, não bebo, não fumo, estou distante das drogas, mas eu tenho umas regras que tenho que colaborar para que eu me mantenha (bem). Eu não corro risco de recaídas para drogas, mas corro riscos de recaídas emocionais. No tratamento que tenho hoje, uso antidepressivo, ansiolítico, antipsicótico e estabilizador de humor: tudo isso para que eu não tenha queda emocional. Eu fiquei muito tempo congelado por conta das drogas, e quando eu voltei limpo e comecei a ver a vida como ela é, as emoções passaram a bater muito fortes”, disse ele.
Ex-jogador Walter Casagrande Jr. explica por que não foi ao velório de Pelé https://t.co/ZwVCHqJWTj — Folha de S.Paulo (@folha)
January 5, 2023
Posteriormente, ele completou sua decisão. “E eu não fui ao velório do Pelé exatamente por isso. Eu não vi o meu pai no caixão, que morreu em 2020, não vi a minha mãe, não vi o Sócrates. A última pessoa foi o Marcelo Fromer (músico brasileiro) lá em 2001, mas também não vi muito. Com a morte de Gal (Costa) eu chorei muito, com o Jô (Soares), Rolando Boldrin, Isabel (Salgado)… e aí veio o Pelé. Não é uma justificativa (a ausência no funeral), é uma realidade dos fatos. E eu cuido disso exatamente para não ter queda emocional”.
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