A perda de controle sobre o jogo foi a principal justificativa dos pedidos de afastamento das plataformas de igaming.
Brasília.- O Ministério da Fazenda divulgou uma atualização sobre os pedidos recebidos pela Plataforma Centralizada de Autoexclusão nos primeiros cinco meses de funcionamento da ferramenta. De acordo com a pasta, a plataforma recebeu 519 mil solicitações de exclusão de casas de apostas de quota fixa.
Segundo o que publicou o Estadão, a ferramenta recebeu uma média de 144 solicitações de exclusão por hora. A razão mais citada para justificar o afastamento das plataformas de apostas é “perda de controle sobre o jogo – saúde mental”, que foi responsável por cerca de 40% dos pedidos.
Veja também: Governo firma acordo para bloquear apostadores em plataformas de apostas
O ministério registrou que 70% dos pedidos de autoexclusão foram por tempo indeterminado. Segundo a pasta, a plataforma possibilita que os usuários de casas de apostas possam “refletir, buscar o bem-estar e cuidado com a saúde emocional e financeira. A ferramenta é recomendada para quem sente que os jogos de aposta começaram a afetar negativamente sua vida ou estão se tornando uma preocupação”.
O interessado em buscar a Plataforma Centralizada de Autoexclusão precisa ter uma conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de um a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.
O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.
Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.
Segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.
A perda de controle sobre o jogo foi a principal justificativa dos pedidos de afastamento das plataformas de igaming.
Brasília.- O Ministério da Fazenda divulgou uma atualização sobre os pedidos recebidos pela Plataforma Centralizada de Autoexclusão nos primeiros cinco meses de funcionamento da ferramenta. De acordo com a pasta, a plataforma recebeu 519 mil solicitações de exclusão de casas de apostas de quota fixa.
Segundo o que publicou o Estadão, a ferramenta recebeu uma média de 144 solicitações de exclusão por hora. A razão mais citada para justificar o afastamento das plataformas de apostas é “perda de controle sobre o jogo – saúde mental”, que foi responsável por cerca de 40% dos pedidos.
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O ministério registrou que 70% dos pedidos de autoexclusão foram por tempo indeterminado. Segundo a pasta, a plataforma possibilita que os usuários de casas de apostas possam “refletir, buscar o bem-estar e cuidado com a saúde emocional e financeira. A ferramenta é recomendada para quem sente que os jogos de aposta começaram a afetar negativamente sua vida ou estão se tornando uma preocupação”.
O interessado em buscar a Plataforma Centralizada de Autoexclusão precisa ter uma conta Gov.br de nível prata ou ouro. O usuário deve selecionar o período de autoexclusão, que pode variar de um a 12 meses. Após a escolha, não é possível reverter a decisão até o fim do prazo. Também existe a opção de autoexclusão por tempo indeterminado; nesse caso, o pedido pode ser cancelado em até 30 dias.
O sistema pergunta ao usuário o motivo da autoexclusão, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação de profissional de saúde, perda de controle ou prevenção ao uso indevido de dados, embora a resposta seja opcional.
Depois da confirmação dos termos de uso e dos dados pessoais, o cidadão recebe um documento com o registro da autoexclusão.
Segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), os operadores recebem automaticamente o aviso e têm até 72 horas para bloquear o acesso dos usuários. A plataforma de autoexclusão reúne diversas funcionalidades relacionadas ao tema e inclui testes de saúde mental e links informativos do Ministério da Saúde.
Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/


