Bruno Henrique, do Flamengo: Justiça rejeita embargos e mantém ação penal por suspeita de envolvimento com apostas

No entendimento dos magistrados, os documentos recolhidos são suficientes para sustentar o prosseguimento do caso.


Distrito Federal.- Os pedidos de embargos da defesa do jogador de futebol Bruno Henrique foram rejeitados pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A defesa do atleta solicitou embargos de declaração que poderiam interromper a continuidade da ação penal que julga a possibilidade de estelionato do atacante por envolvimento com apostas.

Bruno Henrique virou réu no ano passado por suspeita de manipulação esportiva, com base no artigo 200 da Lei Geral do Esporte. O processo, que está atualmente na segunda instância, iniciou após Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) ter denunciado o atacante por ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar um esquema de fraude em apostas esportivas.

Veja também: Após ação no STJD, Bruno Henrique será julgado pela Justiça comum do Distrito Federal


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De acordo com o que publicou a coluna de Ancelmo Góis em O Globo, a defesa do jogador e dos demais investigados entrou com recursos para questionar a falta do depoimento de vítimas, o que seria, segundo os advogados, um requisito para casos de estelionato.

Segundo a defesa, os relatórios produzidos por empresas de integridade esportiva e respostas de operadoras de apostas a ofícios policiais não representam uma manifestação formal de que as companhias prejudicadas desejam processar os suspeitos, ou seja, não haveria depoimentos válidas de supostas vítimas.

Os juízes rejeitaram a solicitação e a decisão da instância anterior, que recebeu a denúncia do Ministério Público, seguirá válida e a ação penal terá continuidade. No entendimento dos magistrados, os documentos recolhidos são suficientes para sustentar o prosseguimento do caso.

Além da ação na Justiça comum, o atacante do Flamengo chegou a ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), também por ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar apostadores, entre eles Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique. O lance que deu origem à investigação foi em uma partida contra o Santos pelo Campeonato Brasileiro Série A de 2023.

A maioria do plenário do STJD considerou que o jogador teria cometido um ato indisciplinar e que deveria receber como punição o pagamento de uma multa no valor de R$ 100 mil (US$ 18.958). O atleta foi liberado para atuar pelo Flamengo.

No entendimento dos magistrados, os documentos recolhidos são suficientes para sustentar o prosseguimento do caso.

Distrito Federal.- Os pedidos de embargos da defesa do jogador de futebol Bruno Henrique foram rejeitados pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A defesa do atleta solicitou embargos de declaração que poderiam interromper a continuidade da ação penal que julga a possibilidade de estelionato do atacante por envolvimento com apostas.

Bruno Henrique virou réu no ano passado por suspeita de manipulação esportiva, com base no artigo 200 da Lei Geral do Esporte. O processo, que está atualmente na segunda instância, iniciou após Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) ter denunciado o atacante por ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar um esquema de fraude em apostas esportivas.

Veja também: Após ação no STJD, Bruno Henrique será julgado pela Justiça comum do Distrito Federal

De acordo com o que publicou a coluna de Ancelmo Góis em O Globo, a defesa do jogador e dos demais investigados entrou com recursos para questionar a falta do depoimento de vítimas, o que seria, segundo os advogados, um requisito para casos de estelionato.

Segundo a defesa, os relatórios produzidos por empresas de integridade esportiva e respostas de operadoras de apostas a ofícios policiais não representam uma manifestação formal de que as companhias prejudicadas desejam processar os suspeitos, ou seja, não haveria depoimentos válidas de supostas vítimas.

Os juízes rejeitaram a solicitação e a decisão da instância anterior, que recebeu a denúncia do Ministério Público, seguirá válida e a ação penal terá continuidade. No entendimento dos magistrados, os documentos recolhidos são suficientes para sustentar o prosseguimento do caso.

Além da ação na Justiça comum, o atacante do Flamengo chegou a ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), também por ter recebido um cartão amarelo de propósito para beneficiar apostadores, entre eles Wander Nunes Pinto Júnior, irmão de Bruno Henrique. O lance que deu origem à investigação foi em uma partida contra o Santos pelo Campeonato Brasileiro Série A de 2023.

A maioria do plenário do STJD considerou que o jogador teria cometido um ato indisciplinar e que deveria receber como punição o pagamento de uma multa no valor de R$ 100 mil (US$ 18.958). O atleta foi liberado para atuar pelo Flamengo.

  


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