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Clube do Rio de Janeiro pede retirada de jogos de plataformas de apostas

clube do rio de janeiro pede retirada de jogos de plataformas de apostas

Clube do Rio de Janeiro pede retirada de jogos de plataformas de apostas

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O Barra Mansa alega uso indevido de marca por empresas do setor e cobra retirada imediata de partidas de sites de apostas esportivas.

Rio de Janeiro.- O Barra Mansa Futebol Clube informou que encaminhou à Secretaria Nacional de Apostas Esportivas de Desenvolvimento Econômico do Esporte um pedido formal para que nenhuma de suas partidas seja incluída em plataformas de apostas esportivas.

A decisão, segundo o clube, foi motivada pela identificação de “uso indevido da marca, nome e demais elementos institucionais do clube por empresas do setor, sem qualquer tipo de autorização”.

Na nota, o Barra Mansa destacou ainda que “as competições das quais participa não possuem qualquer incentivo, patrocínio ou vínculo com casas de apostas”, acrescentando que “não há justificativa para a inclusão de suas partidas nessas plataformas”.

Veja também: Governo Federal cria política nacional para combater fraudes e manipulação no esporte

O clube também alertou para possíveis impactos negativos, afirmando que a exposição “não gera qualquer benefício direto ao clube, ao contrário, pode trazer prejuízos à sua imagem, aos seus atletas e profissionais”.

No ofício enviado à secretaria, a diretoria solicitou “a retirada imediata de qualquer vinculação existente”, além da adoção de medidas para evitar novos episódios.

Por fim, o Barra Mansa ressaltou que a iniciativa “não garante, por si só, o cumprimento por parte das plataformas”, mas reforça o compromisso institucional com a ética, a transparência e a integridade esportiva.

Clube esteve envolvido em caso de manipulação

O Barra Mansa esteve no centro de uma polêmica em 2025 envolvendo suspeitas de manipulação de resultados ligados ao mercado de apostas esportivas. O caso resultou em punições esportivas e no rebaixamento do clube para a quinta divisão do futebol do Rio de Janeiro.

Durante a disputa da Série B2 do Campeonato Carioca, equivalente à quarta divisão estadual, o clube foi suspenso pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro após investigações apontarem irregularidades em partidas da competição.

Em outubro, a federação anunciou o afastamento do Barra Mansa da Série B2 após suspeitas no jogo contra o Paraty, vencido por 2 a 1 pelo adversário. Segundo a FFERJ, havia “provas claras e contundentes de que o curso ou resultado da partida foi alterado ou falseado ilegalmente com o objetivo de obter ganhos patrimoniais ilícitos”.

Veja também: Brasil apresenta sistemas e ferramentas para combater manipulação de resultados esportivos

Em fevereiro, um dirigente do clube foi suspenso por 360 dias pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) e multado em R$ 50 mil (US$10 mil), em decisão relacionada ao mesmo caso.

O clube ainda avaliou recorrer à Justiça comum após o rebaixamento, diante das consequências esportivas e institucionais do episódio.

O Barra Mansa alega uso indevido de marca por empresas do setor e cobra retirada imediata de partidas de sites de apostas esportivas.

Rio de Janeiro.- O Barra Mansa Futebol Clube informou que encaminhou à Secretaria Nacional de Apostas Esportivas de Desenvolvimento Econômico do Esporte um pedido formal para que nenhuma de suas partidas seja incluída em plataformas de apostas esportivas.

A decisão, segundo o clube, foi motivada pela identificação de “uso indevido da marca, nome e demais elementos institucionais do clube por empresas do setor, sem qualquer tipo de autorização”.

Na nota, o Barra Mansa destacou ainda que “as competições das quais participa não possuem qualquer incentivo, patrocínio ou vínculo com casas de apostas”, acrescentando que “não há justificativa para a inclusão de suas partidas nessas plataformas”.

Veja também: Governo Federal cria política nacional para combater fraudes e manipulação no esporte

O clube também alertou para possíveis impactos negativos, afirmando que a exposição “não gera qualquer benefício direto ao clube, ao contrário, pode trazer prejuízos à sua imagem, aos seus atletas e profissionais”.

No ofício enviado à secretaria, a diretoria solicitou “a retirada imediata de qualquer vinculação existente”, além da adoção de medidas para evitar novos episódios.

Por fim, o Barra Mansa ressaltou que a iniciativa “não garante, por si só, o cumprimento por parte das plataformas”, mas reforça o compromisso institucional com a ética, a transparência e a integridade esportiva.

Clube esteve envolvido em caso de manipulação

O Barra Mansa esteve no centro de uma polêmica em 2025 envolvendo suspeitas de manipulação de resultados ligados ao mercado de apostas esportivas. O caso resultou em punições esportivas e no rebaixamento do clube para a quinta divisão do futebol do Rio de Janeiro.

Durante a disputa da Série B2 do Campeonato Carioca, equivalente à quarta divisão estadual, o clube foi suspenso pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro após investigações apontarem irregularidades em partidas da competição.

Em outubro, a federação anunciou o afastamento do Barra Mansa da Série B2 após suspeitas no jogo contra o Paraty, vencido por 2 a 1 pelo adversário. Segundo a FFERJ, havia “provas claras e contundentes de que o curso ou resultado da partida foi alterado ou falseado ilegalmente com o objetivo de obter ganhos patrimoniais ilícitos”.

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Em fevereiro, um dirigente do clube foi suspenso por 360 dias pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) e multado em R$ 50 mil (US$10 mil), em decisão relacionada ao mesmo caso.

O clube ainda avaliou recorrer à Justiça comum após o rebaixamento, diante das consequências esportivas e institucionais do episódio.

  

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