Conselho de Administração da Caixa aprova transferência das loterias para uma subsidiária

Representantes sindicais da categoria temem futura privatização das loterias federais.


O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal (CEF) aprovou, na quarta-feira (17), a transferência da administração das loterias para a subsidiária “Caixa Loterias“. A decisão saiu após reuniões conturbadas, já que há muitos membros do conselho e do sindicato da categoria que são contrários à mudança.

De acordo com o que publicou o Valor Econômico, o banco argumentou, em nota, que a migração “conferirá maior foco e contribuirá para o objetivo de modernização do negócio, expansão do mercado de jogos, diversificação dos produtos e incremento do resultado”. A primeira parte da reunião foi na segunda-feira (15), mas foi tumultuada e terminou sem a votação.

Só na quarta-feira que houve a apuração e a decisão aconteceu por margem apertada. Foram quatro votos a favor, três contra e uma abstenção. O principal motivo para os sindicatos serem contrários à mudança é que eles temem que essa seja uma manobra para uma futura privatização das loterias federais. “Se é tão bom para todo mundo, por que não fazer um debate mais amplo e aberto?”, questionou uma fonte ao Valor Econômico.


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Uma das instituições que não concordam com a transferência para a subsidiária é a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). A entidade publicou: “Ao transferir as operações para uma subsidiária, o governo abre as portas para a privatização sem a necessidade de aprovação no Congresso. O que está em jogo, portanto, é o destino desses recursos. Se privatizadas, essa soma bilionária, que hoje é revertida em benefício da sociedade, será desviada para os bolsos de empresários ávidos por lucro”.

Apesar dos receios dos bancários, a Caixa Econômica afirma que uma privatização não vai acontecer. “A exploração de loterias constitui serviço público e, em âmbito federal, é permitida pela Constituição Federal apenas à União, que atribuiu a execução das modalidades lotéricas à Caixa. A migração da operação das loterias para a subsidiária Caixa Loterias só se torna possível por ela ser 100% pública, integralmente controlada pelo banco”, declarou a CEF na nota.

Veja também: Presidente da Caixa reforça intenção de operar apostas esportivas

Representantes sindicais da categoria temem futura privatização das loterias federais.

O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal (CEF) aprovou, na quarta-feira (17), a transferência da administração das loterias para a subsidiária “Caixa Loterias“. A decisão saiu após reuniões conturbadas, já que há muitos membros do conselho e do sindicato da categoria que são contrários à mudança.

De acordo com o que publicou o Valor Econômico, o banco argumentou, em nota, que a migração “conferirá maior foco e contribuirá para o objetivo de modernização do negócio, expansão do mercado de jogos, diversificação dos produtos e incremento do resultado”. A primeira parte da reunião foi na segunda-feira (15), mas foi tumultuada e terminou sem a votação.

Só na quarta-feira que houve a apuração e a decisão aconteceu por margem apertada. Foram quatro votos a favor, três contra e uma abstenção. O principal motivo para os sindicatos serem contrários à mudança é que eles temem que essa seja uma manobra para uma futura privatização das loterias federais. “Se é tão bom para todo mundo, por que não fazer um debate mais amplo e aberto?”, questionou uma fonte ao Valor Econômico.

Uma das instituições que não concordam com a transferência para a subsidiária é a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). A entidade publicou: “Ao transferir as operações para uma subsidiária, o governo abre as portas para a privatização sem a necessidade de aprovação no Congresso. O que está em jogo, portanto, é o destino desses recursos. Se privatizadas, essa soma bilionária, que hoje é revertida em benefício da sociedade, será desviada para os bolsos de empresários ávidos por lucro”.

Apesar dos receios dos bancários, a Caixa Econômica afirma que uma privatização não vai acontecer. “A exploração de loterias constitui serviço público e, em âmbito federal, é permitida pela Constituição Federal apenas à União, que atribuiu a execução das modalidades lotéricas à Caixa. A migração da operação das loterias para a subsidiária Caixa Loterias só se torna possível por ela ser 100% pública, integralmente controlada pelo banco”, declarou a CEF na nota.

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