O profissional norte-americano acabou gerando polêmica nas redes sociais ao compartilhar um pensamento diferente sobre a forma de estudar poker
A única maneira de evoluir no poker é estudando. O jogo é intenso, possui diversas interpretações e linhas de raciocínio, sempre visando as ações mais lucrativas ao longo prazo. É comum os jogadores separarem determinadas mãos para debater em grupo, ou com um treinador e buscar o aperfeiçoamento, no entanto, o profissional norte-americano Phil Galfond não concorda com essa atitude, tendo uma visão contrária e polêmica.
“Enviar mãos isoladas para os treinadores, ou compartilhar com um grupo de estudos, não é o caminho correto”, escreveu Phil Galfond nas redes sociais. O jogador é uma das estrelas do cenário “High-Stakes” de “cash-game” e já apareceu no BolaVip Brasil com preciosas dicas sobre blefe. “Se você acha que uma mão é boa o suficiente para perguntar sobre ela, as opções são provavelmente semelhantes ao valor esperado”, continuou na publicação.
Sending select hands to coaches, or sharing them with your group of study buddies, is not the way.
If you think the hand is close enough to ask about, the options are probably similar in expected value.
Your biggest leaks are the plays you aren’t even questioning.
— Phil Galfond (@PhilGalfond)
May 19, 2023
Segundo Galfond, os maiores erros de um jogador são aqueles que ele nem percebe que está cometendo. No poker, eles são chamados de “leaks”, ou seja, vazamento, uma terminologia utilizada par simbolizar o escoamento das fichas. “Seus maiores ‘leaks’ são as jogadas que você nem questiona”, finalizou. Ainda na publicação, alguns outros profissionais questionaram o pensamento do craque.
I don’t agree with this, personally when I share a hand I’m looking for other peoples thought processes not necessarily how they would have played the hand.
— Mark Marshall (@MI6Mark)
May 20, 2023
“Eu não concordo com isso, pessoalmente quando compartilho uma mão, procuro os processos de pensamentos de outras pessoas, não necessariamente como eles teriam jogado”, escreveu Mark Marshall. Já o canadense Alex Livingston, 3º colocado no Main Event da WSOP de 2019 concordou com o craque, mas colocou outro questionamento. “Como você acha que as pessoas devem fazer para identificar esses erros?”
Agree, but how do you think people should go about identifying these leaks on their own?
— Alex Livingston (@rumnchess)
May 19, 2023
Compartilhar, assinar os recursos de escolas de poker, entrar em times especializados, acompanhar “reviews” valiosos de torneios, ou ainda mergulhar nos “softwares” de apoio ao jogo são algumas das maneiras de estudar o esporte da mente. Independente da opinião de Phil Galfond, o que não pode acontecer é ficar parado, sem estudar, porque o mais nobre dos jogos de cartas evolui muito rápido e todo conhecimento precisa ser atualizado.
O profissional norte-americano acabou gerando polêmica nas redes sociais ao compartilhar um pensamento diferente sobre a forma de estudar poker A única maneira de evoluir no poker é estudando. O jogo é intenso, possui diversas interpretações e linhas de raciocínio, sempre visando as ações mais lucrativas ao longo prazo. É comum os jogadores separarem determinadas mãos para debater em grupo, ou com um treinador e buscar o aperfeiçoamento, no entanto, o profissional norte-americano Phil Galfond não concorda com essa atitude, tendo uma visão contrária e polêmica.
“Enviar mãos isoladas para os treinadores, ou compartilhar com um grupo de estudos, não é o caminho correto”, escreveu Phil Galfond nas redes sociais. O jogador é uma das estrelas do cenário “High-Stakes” de “cash-game” e já apareceu no BolaVip Brasil com preciosas dicas sobre blefe. “Se você acha que uma mão é boa o suficiente para perguntar sobre ela, as opções são provavelmente semelhantes ao valor esperado”, continuou na publicação.
Sending select hands to coaches, or sharing them with your group of study buddies, is not the way. If you think the hand is close enough to ask about, the options are probably similar in expected value. Your biggest leaks are the plays you aren’t even questioning. — Phil Galfond (@PhilGalfond)
May 19, 2023
Segundo Galfond, os maiores erros de um jogador são aqueles que ele nem percebe que está cometendo. No poker, eles são chamados de “leaks”, ou seja, vazamento, uma terminologia utilizada par simbolizar o escoamento das fichas. “Seus maiores ‘leaks’ são as jogadas que você nem questiona”, finalizou. Ainda na publicação, alguns outros profissionais questionaram o pensamento do craque.
I don’t agree with this, personally when I share a hand I’m looking for other peoples thought processes not necessarily how they would have played the hand. — Mark Marshall (@MI6Mark)
May 20, 2023
“Eu não concordo com isso, pessoalmente quando compartilho uma mão, procuro os processos de pensamentos de outras pessoas, não necessariamente como eles teriam jogado”, escreveu Mark Marshall. Já o canadense Alex Livingston, 3º colocado no Main Event da WSOP de 2019 concordou com o craque, mas colocou outro questionamento. “Como você acha que as pessoas devem fazer para identificar esses erros?”
Agree, but how do you think people should go about identifying these leaks on their own? — Alex Livingston (@rumnchess)
May 19, 2023
Compartilhar, assinar os recursos de escolas de poker, entrar em times especializados, acompanhar “reviews” valiosos de torneios, ou ainda mergulhar nos “softwares” de apoio ao jogo são algumas das maneiras de estudar o esporte da mente. Independente da opinião de Phil Galfond, o que não pode acontecer é ficar parado, sem estudar, porque o mais nobre dos jogos de cartas evolui muito rápido e todo conhecimento precisa ser atualizado.
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