Estádio do Flamengo no Gasômetro; PVC defende desapropriação: “Faz todo sentido”

Jornalista deu sua opinião sobre todo o processo e se mostrou a favor a respeito da construção da nova casa flamenguista

Novo estádio em pauta


Os bastidores do Flamengo estão sempre dando o que falar entre os torcedores e também com todos os amantes do futebol. No último sábado (29), uma boa notícia acabou repercutindo.


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A eliminação precoce da Seleção Chilena da Copa América vai fazer Erick Pulgar voltar antes do tempo e estar à disposição de Tite, novamente. Inclusive, com seu retorno, Léo Ortiz pode perder espaço.

Em meio a isso, a construção do estádio do Mais Querido segue repercutindo. Inclusive, a desapropriação do Gasômetro, terreno que será construído a nova casa flamenguista dividiu opiniões.

Jornalista é a favor da posição flamenguista

Em participação no programa Finanças do Esporte, do UOL Esporte, Paulo Vinícius Coelho, o PVC defendeu a desapropriação: “Tem uma confusão nessa coisa de que o terreno é público. O importante é o seguinte: a Caixa gerencia um fundo de investimento que se chama Porto Maravilha e que é parte do processo de viabilização da operação urbana consorciada, que nasceu para pegar áreas degradadas e transformar em áreas revitalizadas. Era parte do projeto olímpico”, iniciou.


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Ele foi além: “E o que aconteceu com essa viabilização da operação urbana consorciada? Não se viabilizou. Você pode discutir que a Caixa queria vender por R$ 250 milhões de reais e o Flamengo pode arrematar no Leilão por R$ 180 milhões, mas a Prefeitura fez a desapropriação, como em toda desapropriação deve pagar o valor venal e está tudo correto. (…) O terreno é parte de um processo de revitalização da cidade, então esse é o ponto da discussão do terreno público. Quase todos os clubes do Brasil tiveram algum tipo de benefício”.

O jornalista continuou a justificar seu ponto: “Por exemplo, o Palestra Itália comprou o terreno da Companhia Antártica Paulista, mas o CT é comodato da Prefeitura de São Paulo, então há algum benefício. No caso do Flamengo, é parte da operação urbana consorciada, que era para revitalizar aquele pedaço da cidade, então faz todo sentido a desapropriação pelo benefício para o município do Rio de Janeiro”, concluiu.

E o Gabigol?

Enquanto isso, o assunto Gabriel Barbosa mexeu muito com a torcida. A diretoria e Gabigol não chegaram a um acordo de renovação e sua saída da Gávea está cada vez mais próxima. Inclusive, pode acontecer uma troca por Dudu, com o Palmeiras.

Porém, seu futuro ainda não está definido. Times como Cruzeiro, Grêmio e Corinthians também tem interesse em contar com ele. Também surgiu que o Boca Junior deseja sua contratação.

Para se manter na liderança

O Mais Querido entra em campo neste domingo (30), contra o Cruzeiro, buscando se manter líder do Brasileirão. O Bolavip Brasil transmite o confronto, com o tempo real, a partir das 17h (de Brasília).

Reações da Nação sobre o novo estádio

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Novo estádio em pauta

Os bastidores do Flamengo estão sempre dando o que falar entre os torcedores e também com todos os amantes do futebol. No último sábado (29), uma boa notícia acabou repercutindo.

A eliminação precoce da Seleção Chilena da Copa América vai fazer Erick Pulgar voltar antes do tempo e estar à disposição de Tite, novamente. Inclusive, com seu retorno, Léo Ortiz pode perder espaço.

Em meio a isso, a construção do estádio do Mais Querido segue repercutindo. Inclusive, a desapropriação do Gasômetro, terreno que será construído a nova casa flamenguista dividiu opiniões.

Jornalista é a favor da posição flamenguista

Em participação no programa Finanças do Esporte, do UOL Esporte, Paulo Vinícius Coelho, o PVC defendeu a desapropriação: “Tem uma confusão nessa coisa de que o terreno é público. O importante é o seguinte: a Caixa gerencia um fundo de investimento que se chama Porto Maravilha e que é parte do processo de viabilização da operação urbana consorciada, que nasceu para pegar áreas degradadas e transformar em áreas revitalizadas. Era parte do projeto olímpico”, iniciou.

Ele foi além: “E o que aconteceu com essa viabilização da operação urbana consorciada? Não se viabilizou. Você pode discutir que a Caixa queria vender por R$ 250 milhões de reais e o Flamengo pode arrematar no Leilão por R$ 180 milhões, mas a Prefeitura fez a desapropriação, como em toda desapropriação deve pagar o valor venal e está tudo correto. (…) O terreno é parte de um processo de revitalização da cidade, então esse é o ponto da discussão do terreno público. Quase todos os clubes do Brasil tiveram algum tipo de benefício”.

O jornalista continuou a justificar seu ponto: “Por exemplo, o Palestra Itália comprou o terreno da Companhia Antártica Paulista, mas o CT é comodato da Prefeitura de São Paulo, então há algum benefício. No caso do Flamengo, é parte da operação urbana consorciada, que era para revitalizar aquele pedaço da cidade, então faz todo sentido a desapropriação pelo benefício para o município do Rio de Janeiro”, concluiu.

E o Gabigol?

Enquanto isso, o assunto Gabriel Barbosa mexeu muito com a torcida. A diretoria e Gabigol não chegaram a um acordo de renovação e sua saída da Gávea está cada vez mais próxima. Inclusive, pode acontecer uma troca por Dudu, com o Palmeiras.

Porém, seu futuro ainda não está definido. Times como Cruzeiro, Grêmio e Corinthians também tem interesse em contar com ele. Também surgiu que o Boca Junior deseja sua contratação.

Para se manter na liderança

O Mais Querido entra em campo neste domingo (30), contra o Cruzeiro, buscando se manter líder do Brasileirão. O Bolavip Brasil transmite o confronto, com o tempo real, a partir das 17h (de Brasília).

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