Foi confirmado: Suspensão de Marcos Braz tem situação definida no Flamengo

Dirigente foi alvo de pedido de suspensão após confusão em shopping

Dirigente na ‘berlinda’


O Flamengo teve no final do ano passado uma polêmica fora do campo com a confusão envolvendo Marcos Braz e torcedores do Flamenfgo em um shopping no Rio de Janeiro. O dirigente teve um pedido de suspensão do cargo pelo episódio e o assunto foi resolvido antes do duelo contra o Botafogo.


Nesta quarta-feira (7), a Comissão Permanente de Assuntos Jurídicas do Flamengo negou de forma unânime o pedido de suspensão feito por cinco associados. Sendo assim, Braz segue exercendo as funções naturalmente.

Em 31 de janeiro, novas imagens da briga entre Marcos Braz e um torcedor no shopping foram divulgadas. Sendo assim, os associados Júlio Hofacker James, Rodrigo Gustavo Rötzsch, Rubem Ricardo de Azevedo, Thiago Graça Ramos e Walter de Oliveira Monteiro pediram a suspensão do dirigente.

De acordo com o pedido de suspensão,os associados argumentaram que Braz cometeu três infrações previstas no Estatuto do Flamengo: praticar vias de fato (artigo 39), praticar ato de grave indisciplina social (artigo 50) e praticar ato delituoso (artigo 51).

Confiança de Landim

Apesar do pedido, a suspensão de Marcos Braz foi negada e o dirigente segue respaldado no comando do futebol do Flamengo. O dirigente toca as principais negociações do Clube no mercado da bola.

Além disso, Braz tem a confiança do presidente Rodolfo Landim, que já admitiu publicamente que não pretende demitir o diretor e que ele só sairá do cargo caso o mandatário não seja reeleito na eleição desse ano.

“Vários sócios já falaram: “Você está comprando uma briga pelo Marcos e se desgastando. Demite”. Eu falei: “Nem f…, desculpem pelo meu francês”. Primeiro porque o cara é meu parceiraço, é o cara que assume os problemas comigo. Está sempre brigando junto comigo“, disse Landim, em dezembro.

Com a suspenção indeferida, Marcos Braz segue com mais tranquilidade o seu trabalho nos bastidores e foca em trazer mais reforços para o elenco de Tite. O mais próximo é o zagueiro Léo Ortiz, do Red Bull Bragantino.

Mercado certeiro

Apesar de bom dinheiro em caixa, o Flamengo não vem contratando apostas e segue no modelo ‘gelo no sangue’ para trazer novos jogadores. Foi assim, por exemplo, com o meia De La Cruz.

O uruguaio, que custou R$ 80 milhões aos cofres do Fla teve uma longa novela para chegar ao Rubro-Negro, mas acabou com final feliz para o time carioca. Ele, inclusive, já estrou e vem sendo titular.

Além de contratações, Braz e o restante da diretoria cuidam de renovações de contrato, dentre elas a de Gabigol. O atacante tem vínculo até o final desta temporada, mas está com relação estremecida com a Nação.

Após o empate sem gols contra o Vasco, partida que Gabi perdeu um pênalti no final da partida, os torcedores do Flamengo pediram a saída do jogador. A situação segue indefinida.

Nação fica brava com decisão

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Dirigente na ‘berlinda’

O Flamengo teve no final do ano passado uma polêmica fora do campo com a confusão envolvendo Marcos Braz e torcedores do Flamenfgo em um shopping no Rio de Janeiro. O dirigente teve um pedido de suspensão do cargo pelo episódio e o assunto foi resolvido antes do duelo contra o Botafogo.

Nesta quarta-feira (7), a Comissão Permanente de Assuntos Jurídicas do Flamengo negou de forma unânime o pedido de suspensão feito por cinco associados. Sendo assim, Braz segue exercendo as funções naturalmente.

Em 31 de janeiro, novas imagens da briga entre Marcos Braz e um torcedor no shopping foram divulgadas. Sendo assim, os associados Júlio Hofacker James, Rodrigo Gustavo Rötzsch, Rubem Ricardo de Azevedo, Thiago Graça Ramos e Walter de Oliveira Monteiro pediram a suspensão do dirigente.

De acordo com o pedido de suspensão,os associados argumentaram que Braz cometeu três infrações previstas no Estatuto do Flamengo: praticar vias de fato (artigo 39), praticar ato de grave indisciplina social (artigo 50) e praticar ato delituoso (artigo 51).

Confiança de Landim

Apesar do pedido, a suspensão de Marcos Braz foi negada e o dirigente segue respaldado no comando do futebol do Flamengo. O dirigente toca as principais negociações do Clube no mercado da bola.

Além disso, Braz tem a confiança do presidente Rodolfo Landim, que já admitiu publicamente que não pretende demitir o diretor e que ele só sairá do cargo caso o mandatário não seja reeleito na eleição desse ano.

“Vários sócios já falaram: “Você está comprando uma briga pelo Marcos e se desgastando. Demite”. Eu falei: “Nem f…, desculpem pelo meu francês”. Primeiro porque o cara é meu parceiraço, é o cara que assume os problemas comigo. Está sempre brigando junto comigo“, disse Landim, em dezembro.

Com a suspenção indeferida, Marcos Braz segue com mais tranquilidade o seu trabalho nos bastidores e foca em trazer mais reforços para o elenco de Tite. O mais próximo é o zagueiro Léo Ortiz, do Red Bull Bragantino.

Mercado certeiro

Apesar de bom dinheiro em caixa, o Flamengo não vem contratando apostas e segue no modelo ‘gelo no sangue’ para trazer novos jogadores. Foi assim, por exemplo, com o meia De La Cruz.

O uruguaio, que custou R$ 80 milhões aos cofres do Fla teve uma longa novela para chegar ao Rubro-Negro, mas acabou com final feliz para o time carioca. Ele, inclusive, já estrou e vem sendo titular.

Além de contratações, Braz e o restante da diretoria cuidam de renovações de contrato, dentre elas a de Gabigol. O atacante tem vínculo até o final desta temporada, mas está com relação estremecida com a Nação.

Após o empate sem gols contra o Vasco, partida que Gabi perdeu um pênalti no final da partida, os torcedores do Flamengo pediram a saída do jogador. A situação segue indefinida.

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