Executivo da Altenar avalia o primeiro ano do mercado regulado no Brasil, destaca a maturidade do setor e aponta caminhos para crescimento sustentável e expansão na América Latina.
Entrevista exclusiva.- Às vésperas do SBC Summit Rio, e com o mercado regulado de apostas online no Brasil completando seu primeiro ano de operação sob as novas regras, o gerente de vendas da Altenar, Frederico Caputi, analisa os avanços do setor, os desafios enfrentados pelas operadoras e as oportunidades que se desenham tanto no país quanto em outros mercados da América Latina.
Nesta entrevista, ele destaca a importância da conformidade regulatória, da personalização tecnológica e do fortalecimento das parcerias locais para garantir crescimento sustentável no novo cenário competitivo.
O SBC Summit Rio está se aproximando enquanto o mercado regulado online do Brasil completa seu primeiro aniversário. Como você avalia os avanços dos últimos 12 meses?
O primeiro ano de regulamentação no Brasil trouxe a estrutura e a clareza tão necessárias para um dos mercados de apostas mais promissores do mundo. Vimos as operadoras migrarem de estratégias de aquisição de curto prazo para modelos de crescimento mais sustentáveis e orientados à conformidade regulatória. Embora tenham ocorrido desafios operacionais inevitáveis, o mercado está amadurecendo rapidamente, com melhora nos padrões de produto, nos frameworks de jogo responsável e com um foco maior no valor de longo prazo do jogador, em vez de apenas escala.
A indústria também está gerando receitas públicas significativas e ajudando a ampliar as oportunidades de emprego disponíveis para os brasileiros em diferentes áreas.
A Altenar recentemente expandiu sua equipe no Brasil. Como isso ajuda a fortalecer a presença da empresa no mercado?
A expansão da nossa equipe local e a presença de profissionais atuando diretamente no país nos permitem trabalhar mais de perto com as operadoras, responder mais rapidamente às exigências regulatórias e comerciais e adaptar nosso produto ao comportamento do jogador brasileiro.
Isso também fortalece o relacionamento com parceiros e reguladores, garantindo que não estejamos apenas operando no Brasil, mas realmente inseridos no ecossistema. Muitas operadoras estão buscando agir rapidamente para aproveitar as novas oportunidades, e estamos bem posicionados para apoiá-las.
Vocês têm parcerias com diversas operadoras locais. Como estão ajudando essas empresas a competir no novo mercado?
Nosso foco é oferecer às operadoras locais as ferramentas e a flexibilidade necessárias para competir com marcas internacionais bem capitalizadas. Isso significa disponibilizar um sportsbook altamente customizável, forte localização em esportes, conteúdo e experiência do usuário (UX), além de ferramentas de gerenciamento de risco que permitem equilibrar crescimento e proteção de margem.
Trabalhamos em estreita colaboração com nossos parceiros para garantir que possam se diferenciar, mantendo total conformidade em um ambiente regulado. Além disso, oferecemos um nível de suporte que acreditamos ser incomparável na indústria.
Quais ferramentas as marcas precisarão para se manter à frente à medida que o mercado evolui?
Com a intensificação da concorrência, as marcas precisarão de personalização avançada, insights de dados em tempo real e ferramentas robustas de gestão de risco e de jogadores. Sistemas avançados de trading podem garantir maior rentabilidade e proteger margens, enquanto uma stack tecnológica flexível, que permita rápida localização e iteração de produto, será essencial.
Tão importante quanto isso é a tecnologia de jogo responsável, que está se tornando um diferencial estratégico e não apenas uma exigência regulatória. Operadoras que conseguirem combinar inovação com conformidade e proteção ao jogador estarão mais bem posicionadas para o sucesso de longo prazo.
Você enxerga oportunidades em outros mercados da América Latina?
Sem dúvida. Os mercados da América Latina estão em diferentes estágios de regulamentação, mas a direção é clara. Países como Peru, Argentina, Colômbia e México continuam oferecendo oportunidades relevantes, enquanto outros estão avançando rumo à regulamentação formal.
O ponto-chave é entender que cada mercado é único, o sucesso depende de conhecimento local, tecnologia adaptável e parcerias sólidas, em vez de uma abordagem única para todos.
Executivo da Altenar avalia o primeiro ano do mercado regulado no Brasil, destaca a maturidade do setor e aponta caminhos para crescimento sustentável e expansão na América Latina.
Entrevista exclusiva.- Às vésperas do SBC Summit Rio, e com o mercado regulado de apostas online no Brasil completando seu primeiro ano de operação sob as novas regras, o gerente de vendas da Altenar, Frederico Caputi, analisa os avanços do setor, os desafios enfrentados pelas operadoras e as oportunidades que se desenham tanto no país quanto em outros mercados da América Latina.
Nesta entrevista, ele destaca a importância da conformidade regulatória, da personalização tecnológica e do fortalecimento das parcerias locais para garantir crescimento sustentável no novo cenário competitivo.
O SBC Summit Rio está se aproximando enquanto o mercado regulado online do Brasil completa seu primeiro aniversário. Como você avalia os avanços dos últimos 12 meses?
O primeiro ano de regulamentação no Brasil trouxe a estrutura e a clareza tão necessárias para um dos mercados de apostas mais promissores do mundo. Vimos as operadoras migrarem de estratégias de aquisição de curto prazo para modelos de crescimento mais sustentáveis e orientados à conformidade regulatória. Embora tenham ocorrido desafios operacionais inevitáveis, o mercado está amadurecendo rapidamente, com melhora nos padrões de produto, nos frameworks de jogo responsável e com um foco maior no valor de longo prazo do jogador, em vez de apenas escala.
A indústria também está gerando receitas públicas significativas e ajudando a ampliar as oportunidades de emprego disponíveis para os brasileiros em diferentes áreas.
A Altenar recentemente expandiu sua equipe no Brasil. Como isso ajuda a fortalecer a presença da empresa no mercado?
A expansão da nossa equipe local e a presença de profissionais atuando diretamente no país nos permitem trabalhar mais de perto com as operadoras, responder mais rapidamente às exigências regulatórias e comerciais e adaptar nosso produto ao comportamento do jogador brasileiro.
Isso também fortalece o relacionamento com parceiros e reguladores, garantindo que não estejamos apenas operando no Brasil, mas realmente inseridos no ecossistema. Muitas operadoras estão buscando agir rapidamente para aproveitar as novas oportunidades, e estamos bem posicionados para apoiá-las.
Vocês têm parcerias com diversas operadoras locais. Como estão ajudando essas empresas a competir no novo mercado?
Nosso foco é oferecer às operadoras locais as ferramentas e a flexibilidade necessárias para competir com marcas internacionais bem capitalizadas. Isso significa disponibilizar um sportsbook altamente customizável, forte localização em esportes, conteúdo e experiência do usuário (UX), além de ferramentas de gerenciamento de risco que permitem equilibrar crescimento e proteção de margem.
Trabalhamos em estreita colaboração com nossos parceiros para garantir que possam se diferenciar, mantendo total conformidade em um ambiente regulado. Além disso, oferecemos um nível de suporte que acreditamos ser incomparável na indústria.
Quais ferramentas as marcas precisarão para se manter à frente à medida que o mercado evolui?
Com a intensificação da concorrência, as marcas precisarão de personalização avançada, insights de dados em tempo real e ferramentas robustas de gestão de risco e de jogadores. Sistemas avançados de trading podem garantir maior rentabilidade e proteger margens, enquanto uma stack tecnológica flexível, que permita rápida localização e iteração de produto, será essencial.
Tão importante quanto isso é a tecnologia de jogo responsável, que está se tornando um diferencial estratégico e não apenas uma exigência regulatória. Operadoras que conseguirem combinar inovação com conformidade e proteção ao jogador estarão mais bem posicionadas para o sucesso de longo prazo.
Você enxerga oportunidades em outros mercados da América Latina?
Sem dúvida. Os mercados da América Latina estão em diferentes estágios de regulamentação, mas a direção é clara. Países como Peru, Argentina, Colômbia e México continuam oferecendo oportunidades relevantes, enquanto outros estão avançando rumo à regulamentação formal.
O ponto-chave é entender que cada mercado é único, o sucesso depende de conhecimento local, tecnologia adaptável e parcerias sólidas, em vez de uma abordagem única para todos.
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