O debate será na Comissão de Desenvolvimento Econômico a pedido de deputados do PT.
Brasília.- A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados realizará uma audiência pública, nesta quinta-feira (28), com o objetivo de debater os impactos das apostas de quota fixa na economia e na saúde da população brasileira.
O evento foi pedido por quatro deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT): Vander Loubet (PT-MS), Helder Salomão (PT-ES), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Zé Neto (PT-BA). Segundo os parlamentares, o crescimento do mercado de apostas estaria relacionado ao aumento de registros de caso de ludopatia.
Veja também: Lula critica bets ilegais: “Você tem que saber qual é a bet séria e qual não é séria”
“Há indícios consistentes de que o crescimento desse mercado absorve parcela cada vez maior da renda familiar, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, com impacto no endividamento e efeito indireto sobre o consumo”, afirmou Loubet.
A Comissão enviou convites para diferentes especialistas, incluindo representantes da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e do Ministério da Saúde (MS).
PT endurece discurso contra bets e avalia até proibição de apostas online
O Partido dos Trabalhadores determinou diretrizes que colocam as plataformas de apostas esportivas no centro da estratégia política e de comunicação da sigla para as eleições de 2026.
O partido decidiu intensificar críticas ao setor de bets, associando as apostas ao endividamento das famílias brasileiras. A estratégia inclui o uso do mote “Taxação BBB” — bancos, bilionários e bets — como forma de ampliar apoio popular e dialogar com segmentos religiosos.
O PT adota duas abordagens principais. A sigla defende a taxação das plataformas de apostas como parte da reforma tributária, sem propor a proibição imediata da atividade. Já nas diretrizes do programa de governo, o tom é mais duro: o partido sugere a possibilidade de proibir apostas online ou aplicar um imposto seletivo superior ao de produtos como álcool e tabaco.
A pauta tem sido vista internamente como ponto de convergência entre a base governista e parlamentares evangélicos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém discurso público crítico às apostas, classificadas por ele como “jogatina”.
O debate será na Comissão de Desenvolvimento Econômico a pedido de deputados do PT.
Brasília.- A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados realizará uma audiência pública, nesta quinta-feira (28), com o objetivo de debater os impactos das apostas de quota fixa na economia e na saúde da população brasileira.
O evento foi pedido por quatro deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT): Vander Loubet (PT-MS), Helder Salomão (PT-ES), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Zé Neto (PT-BA). Segundo os parlamentares, o crescimento do mercado de apostas estaria relacionado ao aumento de registros de caso de ludopatia.
Veja também: Lula critica bets ilegais: “Você tem que saber qual é a bet séria e qual não é séria”
“Há indícios consistentes de que o crescimento desse mercado absorve parcela cada vez maior da renda familiar, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, com impacto no endividamento e efeito indireto sobre o consumo”, afirmou Loubet.
A Comissão enviou convites para diferentes especialistas, incluindo representantes da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e do Ministério da Saúde (MS).
PT endurece discurso contra bets e avalia até proibição de apostas online
O Partido dos Trabalhadores determinou diretrizes que colocam as plataformas de apostas esportivas no centro da estratégia política e de comunicação da sigla para as eleições de 2026.
O partido decidiu intensificar críticas ao setor de bets, associando as apostas ao endividamento das famílias brasileiras. A estratégia inclui o uso do mote “Taxação BBB” — bancos, bilionários e bets — como forma de ampliar apoio popular e dialogar com segmentos religiosos.
O PT adota duas abordagens principais. A sigla defende a taxação das plataformas de apostas como parte da reforma tributária, sem propor a proibição imediata da atividade. Já nas diretrizes do programa de governo, o tom é mais duro: o partido sugere a possibilidade de proibir apostas online ou aplicar um imposto seletivo superior ao de produtos como álcool e tabaco.
A pauta tem sido vista internamente como ponto de convergência entre a base governista e parlamentares evangélicos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém discurso público crítico às apostas, classificadas por ele como “jogatina”.
Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/


