Entre 6 e 22 de fevereiro de 2026, a Itália recebe os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. As disputas ocorrem em cidades como Milão, Cortina d’Ampezzo, Bormio e Val di Fiemme, reunindo provas de neve e gelo em diferentes regiões do país.
O evento marca o retorno dos Jogos de Inverno ao continente europeu. Além disso, reúne tradição esportiva, inovação estrutural e alto nível técnico nas modalidades olímpicas.
Ao longo das últimas edições, a presença brasileira deixou de ser pontual. Para 2026, o país chega com atletas consolidados, participações frequentes em Copas do Mundo e resultados expressivos no cenário internacional.
Pela primeira vez, o Brasil também aparece de forma mais consistente em análises do mercado global de apostas esportivas.
Quais modalidades colocam o Brasil em posição competitiva nos Jogos de Inverno
O principal destaque brasileiro está no esqui alpino. Lucas Pinheiro Braathen chega a Milão-Cortina como um dos nomes mais relevantes da modalidade. Medalhista em etapas da Copa do Mundo, o atleta figura de forma constante entre os melhores do ranking internacional. Suas provas estão programadas para os dias 14 e 16 de fevereiro.
No Giant Slalom masculino, uma das disciplinas mais tradicionais do esqui alpino, análises de probabilidades da Betfair colocam o brasileiro entre os atletas com maiores chances de medalha.
O competidor aparece com odd de 1.91, equivalente a 52% de probabilidade de pódio, além de 18% de chances de ouro, com odd de 5.5. Nesse cenário, surge como o terceiro favorito, atrás apenas dos suíços Marco Odermatt e Loic Meillard.
Já no Slalom masculino, conhecido pelo alto grau de risco e imprevisibilidade, Lucas Pinheiro Braathen também aparece entre os principais nomes.
A avaliação aponta odd de 2.6, o que representa 38% de chances de medalha, além de 17% de probabilidade de ouro, com odd de 6. O brasileiro figura, novamente, entre os atletas capazes de disputar as primeiras posições.
Skeleton feminino mantém presença brasileira em nível internacional
Outra modalidade com participação consistente do Brasil é o skeleton feminino. Nicole Roche Silveira representa o país e mantém presença regular em competições internacionais.
A atleta já disputou edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno e entra na disputa por medalha com 7% de chances, equivalente a odd de 15. Esse cenário a posiciona entre as 20 atletas com maiores probabilidades de alcançar o pódio no skeleton feminino.
Favoritismo em esportes coletivos e panorama do quadro de medalhas
Entre as modalidades coletivas, o curling mantém destaque. No torneio masculino, a Grã-Bretanha aparece como principal candidata ao ouro, com 50% de chances e odd de 2.0.
Logo atrás surge o Canadá, com 35% de probabilidade e odd de 2.88. No curling feminino, a Suécia lidera as projeções, com 12% de chances e odd de 8.5.
No hóquei no gelo, o favoritismo também se apresenta de forma clara. Já no torneio feminino, os Estados Unidos aparecem com 60% de chances de ouro, enquanto o Canadá surge logo atrás, com 45%.
Na competição masculina, o Canadá lidera as projeções, seguido por Estados Unidos e Suécia.
No panorama geral do quadro de medalhas, a Noruega desponta como favorita a liderar o ranking de ouros, com 65% de chances. Em seguida aparecem os Estados Unidos, impulsionados por modalidades como esqui freestyle e snowboard.
Alemanha, Canadá e Suíça completam o grupo das principais potências projetadas para Milão-Cortina 2026.
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