LoL: o Sistema de Franquias do cenário competitivo brasileiro de League of Legends explicado; formato ainda gera dúvidas

Brasil foi uma das últimas regiões a aderir ao sistema

O Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL) se desenvolveu muito rápido na última década e tornou-se um dos exemplos de como os esportes eletrônicos (eSports) são um cenário emergente dos games e até mesmo do mercado no geral, sendo o Sistema de Franquias uma das evoluções do cenário brasileiro.


Antes do sistema de franquias ser adotado no CBLOL, existiam duas competições oficiais por parte da Riot Games no LoL, sendo a série de elite também conhecida como série A, que era o próprio CBLOL, e a série B, que seria um torneio oficial, mas com jogadores menos profissionalizados e em começo de carreira, era representada pelo famigerado Circuito Desafiante (CD).


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Por conta das franquias serem consideradas ligas independentes, as pessoas que participam do torneio – no caso, representando as organizações – acabam se tornando donas do negócio, sendo avaliadas para compra por meio de um plano de negócios que é apresentado à Riot Games e, caso seja aprovado, o time passa a participar do torneio.

 

No CBLOL especificamente, a aplicabilidade custa R$4 milhões que são divididos em três vezes durante o ano. Uma das coisas extremamente positivas ao adotar o sistema, é que não existirá rebaixamento, apenas uma série focada em descobrir novos talentos, que é o CBLOL Academy, realizando um trabalho de base efetivo.

Brasil foi uma das últimas regiões a aderir ao sistema O Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL) se desenvolveu muito rápido na última década e tornou-se um dos exemplos de como os esportes eletrônicos (eSports) são um cenário emergente dos games e até mesmo do mercado no geral, sendo o Sistema de Franquias uma das evoluções do cenário brasileiro.

 

Antes do sistema de franquias ser adotado no CBLOL, existiam duas competições oficiais por parte da Riot Games no LoL, sendo a série de elite também conhecida como série A, que era o próprio CBLOL, e a série B, que seria um torneio oficial, mas com jogadores menos profissionalizados e em começo de carreira, era representada pelo famigerado Circuito Desafiante (CD).
 
Por conta das franquias serem consideradas ligas independentes, as pessoas que participam do torneio – no caso, representando as organizações – acabam se tornando donas do negócio, sendo avaliadas para compra por meio de um plano de negócios que é apresentado à Riot Games e, caso seja aprovado, o time passa a participar do torneio.
 
No CBLOL especificamente, a aplicabilidade custa R$4 milhões que são divididos em três vezes durante o ano. Uma das coisas extremamente positivas ao adotar o sistema, é que não existirá rebaixamento, apenas uma série focada em descobrir novos talentos, que é o CBLOL Academy, realizando um trabalho de base efetivo.  


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