Rita Lee se tornou uma entidade brasileira e o legado da cantora perpetuarão pelas próximas gerações. Neste mês, a artista faleceu aos 75 anos em razão das complicações do câncer de pulmão, mas a rainha do rock brasileiro deixou mais uma autobiografia para os fãs.
Na obra, Rita revela detalhes inéditos sobre a sua doença e conta que cogitou a eutanásia após descobrir a endemia, que já estava em fase terminal. O procedimento consiste em acelerar a morte para livrar o paciente de dores. Em seu relato, Lee disse que gostaria de ter uma morte digna e que não gostaria de passar pelo mesmo sofrimento pelo qual viu a mãe passar anos antes.
No primeiro momento, Rita não queria se submeter ao tratamento de quimioterapia e radioterapia contra o câncer (Reprodução/Instagram/@ritalee_oficial)
“Disse a ele (médico) que minha vida tinha sido maravilhosa e, que por mim tomava o ‘chazinho da meia-noite’ para ir desta para melhor. Que me deixassem fazer uma passagem digna, sem dor, rápida e consciente. Queria estar atenta para logo recomeçar meu caminho em outra dimensão. Sou totalmente favorável à eutanásia. Morrer com dignidade é preciso”, declarou Rita no livro.
��VENCERAM! Em nova autobiografia lançada nesta segunda-feira, Rita Lee cita Luísa Sonza, Manu Gavassi, Liniker e Anavitoria: ‘nova geração de artistas’. pic.twitter.com/t3ixahzQu5
— PopOnze (@PopOnze)
May 22, 2023
Apesar de não querer passar pelo complicado tratamento, a cantora mudou de ideia após receber o apoio dos filhos e do marido Roberto de Carvalho. “O amor dos boys Carvalho/Lee me fez optar por aceitar fazer o tratamento, porque, se fosse por mim, adeus mundo cruel na boa”, finalizou.
Rita Lee se tornou uma entidade brasileira e o legado da cantora perpetuarão pelas próximas gerações. Neste mês, a artista faleceu aos 75 anos em razão das complicações do câncer de pulmão, mas a rainha do rock brasileiro deixou mais uma autobiografia para os fãs.
Na obra, Rita revela detalhes inéditos sobre a sua doença e conta que cogitou a eutanásia após descobrir a endemia, que já estava em fase terminal. O procedimento consiste em acelerar a morte para livrar o paciente de dores. Em seu relato, Lee disse que gostaria de ter uma morte digna e que não gostaria de passar pelo mesmo sofrimento pelo qual viu a mãe passar anos antes.
No primeiro momento, Rita não queria se submeter ao tratamento de quimioterapia e radioterapia contra o câncer (Reprodução/Instagram/@ritalee_oficial)
“Disse a ele (médico) que minha vida tinha sido maravilhosa e, que por mim tomava o ‘chazinho da meia-noite’ para ir desta para melhor. Que me deixassem fazer uma passagem digna, sem dor, rápida e consciente. Queria estar atenta para logo recomeçar meu caminho em outra dimensão. Sou totalmente favorável à eutanásia. Morrer com dignidade é preciso”, declarou Rita no livro.
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May 22, 2023
Apesar de não querer passar pelo complicado tratamento, a cantora mudou de ideia após receber o apoio dos filhos e do marido Roberto de Carvalho. “O amor dos boys Carvalho/Lee me fez optar por aceitar fazer o tratamento, porque, se fosse por mim, adeus mundo cruel na boa”, finalizou.
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