Nike assegura artilharia das marcas, mas Copa 2026 terá final dos sonhos para Adidas
As semifinais da Copa do Mundo 2026 tiveram cinco gols marcados, sendo três com jogadores com chuteiras Nike, um com equipamento Adidas e outro usando Under Armour.
Com isso, a marca do Swoosh ampliou ainda mais sua liderança na artilharia das marcas neste Mundial da Fifa. A Nike chegou a 142 gols marcados com suas chuteiras (e mais 5 gols contra). A Adidas vem na segunda posição, com 111 tentos (e outros 6 gols contra).
Ou seja, a não ser que a empresa alemã consiga 31 gols nos dois jogos que faltam para finalizar a Copa do Mundo, não irá alcançar sua grande rival no mercado global de material esportivo.
Final
Apesar do destaque para a concorrente, não há nenhum motivo para a empresa de Herzogenaurach, na Alemanha, se lamentar. A final da Copa do Mundo reúne duas seleções patrocinadas pela Adidas: Espanha x Argentina.
Com os gols feitos nas semifinais, as seleções que vestem Adidas já balançaram as redes 94 vezes, apenas um gol a menos do que a rival Nike. A Puma assegurou a terceira posição com 70 gols.
Nem Bjorn Gulden, CEO da Adidas, imaginaria esse enredo dos sonhos para a marca: a decisão também põe em campo dois de seus principais embaixadores globais. Lionel Messi, aos 39 anos, representa o futebol mágico das duas últimas décadas em seu último tango em Nova York.
Lamine Yamal, aos 19 anos, completados durante a Copa do Mundo, representa a nova geração de estrelas dos gramados europeus e tenta levar a Espanha a sua segunda conquista em nível mundial.
Ambos despontaram nas canteras da mesma equipe, o Barcelona e lideram suas seleções mesmo com fortes conexões com outros países. Messi chegou a ser assediado pela própria seleção espanhola, para onde havia se transferido desde garoto, mas acabou optando por defender a Argentina.
Já Yamal tem raízes africanas, com pai nascido no Marrocos e mãe na Guiné Equatorial. Poderia ter defendido qualquer uma dessas seleções, porém decidiu pela Espanha, onde nasceu e lidera uma seleção multicultural, para irritação de torcedores racistas ou xenofóbicos.
A incrível coincidência é que o primeiro encontro de Messi com Lamine Yamal já tem quase 19 anos. O astro argentino chegou a dar banho no craque espanhol em sessão de fotos para uma campanha global do Unicef, em 2007. Na época, Yamal tinha apenas quatro ou cinco meses de vida. No domingo eles se reencontram em busca da maior conquista de um jogador no planeta bola.
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Decisão será entre dois times com camisa de 3 listras (Espanha x Argentina), enquanto 3º lugar reúne equipes com Swoosh no peito (França x Inglaterra)
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