Diretrizes para 2026 incluem aumento de impostos, críticas ao impacto social do setor e apoio a projeto que prevê banimento das apostas de quota fixa no Brasil.
Durante a realização do 8º Congresso Nacional, no domingo (26), o Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou diretrizes que colocam as plataformas de apostas esportivas no centro da estratégia política e de comunicação da sigla para as eleições de 2026.
O partido decidiu intensificar críticas ao setor de bets, associando as apostas ao endividamento das famílias brasileiras. A estratégia inclui o uso do mote “Taxação BBB” — bancos, bilionários e bets — como forma de ampliar apoio popular e dialogar com segmentos religiosos.
Nos documentos aprovados, o PT adota duas abordagens principais. No manifesto político, a sigla defende a taxação das plataformas de apostas como parte da reforma tributária, sem propor a proibição imediata da atividade. Já nas diretrizes do programa de governo, o tom é mais duro: o partido sugere a possibilidade de proibir apostas online ou aplicar um imposto seletivo superior ao de produtos como álcool e tabaco.
Veja também: “Se depender de mim, a gente fecha as bets”, diz Lula ao defender proibição das apostas no Brasil
O texto programático também aponta impactos negativos das bets na economia doméstica. Segundo o documento, apostas online estariam ligadas ao aumento do endividamento, além de problemas sociais e de saúde mental. A sigla defende maior regulação do setor e vincula parte da arrecadação a áreas como saúde e assistência social.
O debate interno ocorre em meio a iniciativas legislativas alinhadas à proposta. O deputado federal Pedro Uczai (PT-SC) apresentou o Projeto de Lei 1.808/26, que prevê a proibição total das apostas de quota fixa no país, incluindo operação, publicidade e transações financeiras.
Além disso, integrantes do governo destacaram medidas recentes de restrição a bets de “predição” e o bloqueio de sites irregulares como parte de uma estratégia mais ampla para endurecer o controle sobre o setor.
A pauta também tem sido vista como ponto de convergência entre a base governista e parlamentares evangélicos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém discurso público crítico às apostas, classificadas por ele como “jogatina”.
Diretrizes para 2026 incluem aumento de impostos, críticas ao impacto social do setor e apoio a projeto que prevê banimento das apostas de quota fixa no Brasil.
Durante a realização do 8º Congresso Nacional, no domingo (26), o Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou diretrizes que colocam as plataformas de apostas esportivas no centro da estratégia política e de comunicação da sigla para as eleições de 2026.
O partido decidiu intensificar críticas ao setor de bets, associando as apostas ao endividamento das famílias brasileiras. A estratégia inclui o uso do mote “Taxação BBB” — bancos, bilionários e bets — como forma de ampliar apoio popular e dialogar com segmentos religiosos.
Nos documentos aprovados, o PT adota duas abordagens principais. No manifesto político, a sigla defende a taxação das plataformas de apostas como parte da reforma tributária, sem propor a proibição imediata da atividade. Já nas diretrizes do programa de governo, o tom é mais duro: o partido sugere a possibilidade de proibir apostas online ou aplicar um imposto seletivo superior ao de produtos como álcool e tabaco.
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O texto programático também aponta impactos negativos das bets na economia doméstica. Segundo o documento, apostas online estariam ligadas ao aumento do endividamento, além de problemas sociais e de saúde mental. A sigla defende maior regulação do setor e vincula parte da arrecadação a áreas como saúde e assistência social.
O debate interno ocorre em meio a iniciativas legislativas alinhadas à proposta. O deputado federal Pedro Uczai (PT-SC) apresentou o Projeto de Lei 1.808/26, que prevê a proibição total das apostas de quota fixa no país, incluindo operação, publicidade e transações financeiras.
Além disso, integrantes do governo destacaram medidas recentes de restrição a bets de “predição” e o bloqueio de sites irregulares como parte de uma estratégia mais ampla para endurecer o controle sobre o setor.
A pauta também tem sido vista como ponto de convergência entre a base governista e parlamentares evangélicos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém discurso público crítico às apostas, classificadas por ele como “jogatina”.
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