TCU arquiva denúncia sobre uso de CPFs em apostas digitais

Plenário não identificou falhas do Banco Central nem impacto em políticas públicas e apontou limitação de competência para analisar empresas privadas.


O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma denúncia que apontava supostas irregularidades no uso de CPFs em plataformas de apostas digitais. A decisão foi tomada em 8 de abril, durante sessão do Plenário, e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (22).

A denúncia indicava possíveis fraudes no cadastro de apostadores e levantava a hipótese de impactos sobre o Programa Bolsa Família. No entanto, os ministros concluíram que não houve indícios de omissão ou falha do Banco Central na fiscalização do sistema financeiro, nem evidências de prejuízo a políticas públicas federais.

O Plenário também considerou análise anterior do próprio tribunal, no Acórdão 2529/2025, que já havia tratado do uso de recursos de beneficiários do Bolsa Família em apostas on-line e identificado medidas em andamento para mitigar riscos.


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Veja também: IBJR pede ao STF para participar de audiência sobre contas de beneficiários do Bolsa Família em casas de apostas

Segundo o TCU, as empresas citadas na denúncia são privadas e não gerenciam recursos públicos federais, o que limita a atuação do órgão. O tribunal ressaltou ainda que não tem competência para julgar questões de natureza privada.

Com base em pareceres técnicos, os ministros decidiram pelo arquivamento do processo e pela retirada do sigilo, mantendo restritas apenas as informações que identificam a denunciante. O Banco Central e a autora da denúncia serão comunicados da decisão.

Plenário não identificou falhas do Banco Central nem impacto em políticas públicas e apontou limitação de competência para analisar empresas privadas.

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma denúncia que apontava supostas irregularidades no uso de CPFs em plataformas de apostas digitais. A decisão foi tomada em 8 de abril, durante sessão do Plenário, e publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (22).

A denúncia indicava possíveis fraudes no cadastro de apostadores e levantava a hipótese de impactos sobre o Programa Bolsa Família. No entanto, os ministros concluíram que não houve indícios de omissão ou falha do Banco Central na fiscalização do sistema financeiro, nem evidências de prejuízo a políticas públicas federais.

O Plenário também considerou análise anterior do próprio tribunal, no Acórdão 2529/2025, que já havia tratado do uso de recursos de beneficiários do Bolsa Família em apostas on-line e identificado medidas em andamento para mitigar riscos.

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Segundo o TCU, as empresas citadas na denúncia são privadas e não gerenciam recursos públicos federais, o que limita a atuação do órgão. O tribunal ressaltou ainda que não tem competência para julgar questões de natureza privada.

Com base em pareceres técnicos, os ministros decidiram pelo arquivamento do processo e pela retirada do sigilo, mantendo restritas apenas as informações que identificam a denunciante. O Banco Central e a autora da denúncia serão comunicados da decisão.

  


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