Alexandre Mattos detalha plano de reforço no Cruzeiro: “Nem se Pedrinho quisesse, a gente ia permitir”

CEO da SAF Celeste explicou como a Raposa vai se movimentar financeiramente no mercado da bola

Raposa em uma nova pegada

O Cruzeiro chamou atenção do mercado da bola com o surpreendente anúncio sobre a contratação de Dudu, atacante do Palmeiras. A negociação só não conteceu por conta da desistência de última hora do jogador.


De fato, já estava tudo acertado, inclusive com o próprio medalhão. A presidente do rival, Leila Pereira, também chegou a cravar a transferência, mas, a negociação, orquestrada por Alexandre Mattos, acabou frustrando o CEO da SAF Celeste.

A movimentação empolgou a torcida, mesmo que não tenha dado certo, ficou nítida a força que a Raposa demonstrou no mercado. Com a chegada de Pedro Lourenço, uma nova postura causou reviravolta nos anseios do Cabuloso, que quando tinha Ronaldo no comando da SAF, agia com cautela e mais conservadorismo quanto aos desejos de contratações.

Satisfeito, mas sem loucuras

Mas, Mattos fez uma ressalva em entrevista à Itatiaia. O recado foi endereçado diretamente para os cruzeirenses: “Acho que a gente está se mexendo bem, respeitando o lado financeiro. Não vamos fazer loucura, (quero) deixar isso claro para o torcedor”.


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O CEO, que já articulou contratações notáveis, como são os caso de Kaio Jorge, ex-Juventus, e Lautaro Díaz, do Independiente del Valle e o zagueiro Jonathan Jesus, do Ceará, explicou que tudo será feito com os “pés no chão”.

Recado ao comandante da SAF Celeste

Não é porque o Pedrinho está aqui que a gente está com dinheiro ilimitado. Não vamos fazer loucura. Nem se o Pedrinho quisesse, a gente ia permitir.”, completou Mattos.

Ao todo, as transações renderam um aporte de R$ 50 milhões fixos, além de possíveis bônus. Isso sem contar as parcelas sobre Matheus Pereira, que deverão ser quitadas no valor total de R$ 30 milhões junto ao Al Hilal.

Pedro Lourenço foi o patrono dos aportes, mas, de acordo com o CEO Celeste, tais financiamentos do dono da SAF não faz parte de planos futuros, pois a missão é realizar contratações com o dinheiro gerado por suas próprias movimentações, sem que Pedrinho desembolse valores.

[[{“value”:”CEO da SAF Celeste explicou como a Raposa vai se movimentar financeiramente no mercado da bola
Raposa em uma nova pegada

O Cruzeiro chamou atenção do mercado da bola com o surpreendente anúncio sobre a contratação de Dudu, atacante do Palmeiras. A negociação só não conteceu por conta da desistência de última hora do jogador.

De fato, já estava tudo acertado, inclusive com o próprio medalhão. A presidente do rival, Leila Pereira, também chegou a cravar a transferência, mas, a negociação, orquestrada por Alexandre Mattos, acabou frustrando o CEO da SAF Celeste.

A movimentação empolgou a torcida, mesmo que não tenha dado certo, ficou nítida a força que a Raposa demonstrou no mercado. Com a chegada de Pedro Lourenço, uma nova postura causou reviravolta nos anseios do Cabuloso, que quando tinha Ronaldo no comando da SAF, agia com cautela e mais conservadorismo quanto aos desejos de contratações.

Satisfeito, mas sem loucuras

Mas, Mattos fez uma ressalva em entrevista à Itatiaia. O recado foi endereçado diretamente para os cruzeirenses: “Acho que a gente está se mexendo bem, respeitando o lado financeiro. Não vamos fazer loucura, (quero) deixar isso claro para o torcedor”.

O CEO, que já articulou contratações notáveis, como são os caso de Kaio Jorge, ex-Juventus, e Lautaro Díaz, do Independiente del Valle e o zagueiro Jonathan Jesus, do Ceará, explicou que tudo será feito com os “pés no chão”.

Recado ao comandante da SAF Celeste

“Não é porque o Pedrinho está aqui que a gente está com dinheiro ilimitado. Não vamos fazer loucura. Nem se o Pedrinho quisesse, a gente ia permitir.”, completou Mattos.

Ao todo, as transações renderam um aporte de R$ 50 milhões fixos, além de possíveis bônus. Isso sem contar as parcelas sobre Matheus Pereira, que deverão ser quitadas no valor total de R$ 30 milhões junto ao Al Hilal.

Pedro Lourenço foi o patrono dos aportes, mas, de acordo com o CEO Celeste, tais financiamentos do dono da SAF não faz parte de planos futuros, pois a missão é realizar contratações com o dinheiro gerado por suas próprias movimentações, sem que Pedrinho desembolse valores.”}]] 


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