O jogador de futebol pode também responder por lavagem de dinheiro.
Rio Grande do Sul.- A 1ª Vara de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro da Justiça do Rio Grande do Sul (RS) aceitou a denúncia do Ministério Público (MP) contra o atacante Ênio por suspeita de manipulação de resultados e lavagem de dinheiro.
Com a aceitação da denúncia, o jogador de futebol se tornou réu na ação. Segundo o MP, existem indícios de autoria e materialidade do crime. De acordo com o que publicou o ge, a iniciativa da Justiça gaúcha foi oficializada na semana passada.
A denúncia foi realizada inicialmente em janeiro após a realização da Operação Totonero. O jogador é suspeito de levar dois cartões amarelos de propósito em partidas do Campeonato Brasileiro Série A de 2025, quando atuava pelo Juventude. Hoje o atacante está emprestado à Chapecoense.
Veja também: Jogador de futebol é denunciado por suspeita de manipulação de resultados; veja detalhes
Segundo o Ministério Público, o atleta ocultou ter recebido cerca de R$ 1,9 milhão (US$ 381.985) pelo esquema.
A suspeita de fraude em apostas aconteceu após a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) receber alertas de casas de apostas por movimentações acima do normal para que Ênio recebesse um cartão amarelo na partida contra o Fortaleza, válida pela 8ª rodada do Brasileirão do ano passado. O jogador acabou sendo advertido com o amarelo ainda no primeiro tempo após uma falta.
A primeira suspeita do envolvimento do jogador com manipulação de resultados foi em março de 2025, ainda durante a primeira rodada do Brasileirão. Na ocasião, algumas plataformas de igaming relataram um número fora dos padrões de apostas para o que atacante recebesse um amarelo na partida contra o Vitória, o que acabou acontecendo por reclamação.
Pelo menos seis casas de apostas avaliaram que o volume de apostas no cartão amarelo de Ênio foi anormal. O esperado é que entradas em cartões representem cerca de 1% do total de apostas de uma partida. Quando o volume é de mais de 3% já é considerado suspeito. No caso do atleta do Juventude, o lance superou 10% de todas as entradas no jogo contra o Vitória.
Outra situação que gerou suspeita foi a de que as operadoras identificaram que, de todas as apostas em cartões, mais de 90% foram para esse jogador específico.
Mesmo com a investigação em curso, a Chapecoense não afastou o jogador. O atacante, inclusive, marcou o gol da equipe na derrota por 2 a 1 para o Fluminense no domingo (26). A Chape publicou uma nota sobre a ação penal e afirmou que “reforça sua postura de cautela, ciente de que a existência de denúncia não se confunde com condenação, sendo assegurado a todo cidadão o pleno direito ao contraditório e à ampla defesa”.
“O clube, por meio de sua diretoria e de seu departamento jurídico, acompanha a situação com responsabilidade, em respeito às instituições e ao devido processo legal. A Chapecoense reitera seu compromisso com a transparência e a ética, mantendo-se atenta ao desenrolar dos fatos e adotando as medidas cabíveis, sempre com base em informações oficiais”, concluiu a nota.
O jogador de futebol pode também responder por lavagem de dinheiro.
Rio Grande do Sul.- A 1ª Vara de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro da Justiça do Rio Grande do Sul (RS) aceitou a denúncia do Ministério Público (MP) contra o atacante Ênio por suspeita de manipulação de resultados e lavagem de dinheiro.
Com a aceitação da denúncia, o jogador de futebol se tornou réu na ação. Segundo o MP, existem indícios de autoria e materialidade do crime. De acordo com o que publicou o ge, a iniciativa da Justiça gaúcha foi oficializada na semana passada.
A denúncia foi realizada inicialmente em janeiro após a realização da Operação Totonero. O jogador é suspeito de levar dois cartões amarelos de propósito em partidas do Campeonato Brasileiro Série A de 2025, quando atuava pelo Juventude. Hoje o atacante está emprestado à Chapecoense.
Veja também: Jogador de futebol é denunciado por suspeita de manipulação de resultados; veja detalhes
Segundo o Ministério Público, o atleta ocultou ter recebido cerca de R$ 1,9 milhão (US$ 381.985) pelo esquema.
A suspeita de fraude em apostas aconteceu após a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) receber alertas de casas de apostas por movimentações acima do normal para que Ênio recebesse um cartão amarelo na partida contra o Fortaleza, válida pela 8ª rodada do Brasileirão do ano passado. O jogador acabou sendo advertido com o amarelo ainda no primeiro tempo após uma falta.
A primeira suspeita do envolvimento do jogador com manipulação de resultados foi em março de 2025, ainda durante a primeira rodada do Brasileirão. Na ocasião, algumas plataformas de igaming relataram um número fora dos padrões de apostas para o que atacante recebesse um amarelo na partida contra o Vitória, o que acabou acontecendo por reclamação.
Pelo menos seis casas de apostas avaliaram que o volume de apostas no cartão amarelo de Ênio foi anormal. O esperado é que entradas em cartões representem cerca de 1% do total de apostas de uma partida. Quando o volume é de mais de 3% já é considerado suspeito. No caso do atleta do Juventude, o lance superou 10% de todas as entradas no jogo contra o Vitória.
Outra situação que gerou suspeita foi a de que as operadoras identificaram que, de todas as apostas em cartões, mais de 90% foram para esse jogador específico.
Mesmo com a investigação em curso, a Chapecoense não afastou o jogador. O atacante, inclusive, marcou o gol da equipe na derrota por 2 a 1 para o Fluminense no domingo (26). A Chape publicou uma nota sobre a ação penal e afirmou que “reforça sua postura de cautela, ciente de que a existência de denúncia não se confunde com condenação, sendo assegurado a todo cidadão o pleno direito ao contraditório e à ampla defesa”.
“O clube, por meio de sua diretoria e de seu departamento jurídico, acompanha a situação com responsabilidade, em respeito às instituições e ao devido processo legal. A Chapecoense reitera seu compromisso com a transparência e a ética, mantendo-se atenta ao desenrolar dos fatos e adotando as medidas cabíveis, sempre com base em informações oficiais”, concluiu a nota.
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