Associações do setor de apostas publicam “carta aberta” em defesa da regulamentação e proteção aos consumidores

Manifestação pública acontece diante de críticas sobre consumo e dívidas atribuídas ao setor de apostas.


Operadoras de apostas no Brasil, representadas por cinco organizações do setor, lançaram uma “carta aberta à nação” para se defenderem de críticas, especialmente as que associam o aumento do endividamento da população ao consumo de apostas.

Conforme reportagem publicada pleo O Globo, as entidades afirmam que o Brasil vive um “momento histórico” com a regulamentação da indústria de apostas, mas que alguns setores econômicos têm manifestado “preocupações precipitadas” sobre os impactos desses serviços de entretenimento na população.

O documento, embora não cite diretamente nenhuma empresa, responde a várias delas. Um exemplo é a PwC Brasil, que recentemente estimou que pessoas de baixa renda destinam 1,38% do orçamento familiar para apostas, dado contestado na “carta aberta”.


iGaming & Gaming International Expo - IGI

Veja também: Pesquisa aponta que 35% dos potenciais estudantes adiam graduação por gastos com apostas online

Em agosto, economistas do Itaú estimaram que os brasileiros perderam R$ 23,9 bilhões em apostas em um ano. Em junho, o Santander também alertou para uma possível ligação entre o crescimento das apostas e a queda nas vendas no varejo.

Há três semanas, o presidente da CVM, João Pedro Nascimento, declarou que o crescimento das apostas é preocupante e tem o potencial de “esvaziar a geladeira dos brasileiros”.

Em sua defesa, as empresas de apostas afirmam querer “manifestar o seu compromisso com a proteção dos consumidores, a transparência e o combate a quaisquer práticas nocivas”. As empresas de apostas esclarecem que o público consumidor principal é de classe média (B e C), e não de baixa renda, como apontado no estudo da PwC Brasil.

“Pessoas mais vulneráveis financeiramente, ainda que estejam presentes no universo de apostadores, representam ínfima parcela”, afirma a mensagem.

Para contestar a relação entre apostas e queda no consumo, as empresas citam dados recentes do IBGE que mostram um aumento no consumo familiar: 1,3% a mais no trimestre atual em comparação ao início do ano e 4,9% acima do mesmo período de 2023.

“Os brasileiros não estão deixando de consumir para apostar”, afirma a carta.

As associações signatárias da “carta aberta à nação” incluem:

Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL): Organizou a mobilização.

Associação Internacional de Gaming (AiGaming).

Associação Brasileira de Defesa da Integridade do Esporte (Abradie).

Associação em Defesa da Integridade, Direitos e Deveres nos Jogos e Apostas (Adeja).

Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJL): Também participa do grupo.

Manifestação pública acontece diante de críticas sobre consumo e dívidas atribuídas ao setor de apostas.

Operadoras de apostas no Brasil, representadas por cinco organizações do setor, lançaram uma “carta aberta à nação” para se defenderem de críticas, especialmente as que associam o aumento do endividamento da população ao consumo de apostas.

Conforme reportagem publicada pleo O Globo, as entidades afirmam que o Brasil vive um “momento histórico” com a regulamentação da indústria de apostas, mas que alguns setores econômicos têm manifestado “preocupações precipitadas” sobre os impactos desses serviços de entretenimento na população.

O documento, embora não cite diretamente nenhuma empresa, responde a várias delas. Um exemplo é a PwC Brasil, que recentemente estimou que pessoas de baixa renda destinam 1,38% do orçamento familiar para apostas, dado contestado na “carta aberta”.

Veja também: Pesquisa aponta que 35% dos potenciais estudantes adiam graduação por gastos com apostas online

Em agosto, economistas do Itaú estimaram que os brasileiros perderam R$ 23,9 bilhões em apostas em um ano. Em junho, o Santander também alertou para uma possível ligação entre o crescimento das apostas e a queda nas vendas no varejo.

Há três semanas, o presidente da CVM, João Pedro Nascimento, declarou que o crescimento das apostas é preocupante e tem o potencial de “esvaziar a geladeira dos brasileiros”.

Em sua defesa, as empresas de apostas afirmam querer “manifestar o seu compromisso com a proteção dos consumidores, a transparência e o combate a quaisquer práticas nocivas”. As empresas de apostas esclarecem que o público consumidor principal é de classe média (B e C), e não de baixa renda, como apontado no estudo da PwC Brasil.

“Pessoas mais vulneráveis financeiramente, ainda que estejam presentes no universo de apostadores, representam ínfima parcela”, afirma a mensagem.

Para contestar a relação entre apostas e queda no consumo, as empresas citam dados recentes do IBGE que mostram um aumento no consumo familiar: 1,3% a mais no trimestre atual em comparação ao início do ano e 4,9% acima do mesmo período de 2023.

“Os brasileiros não estão deixando de consumir para apostar”, afirma a carta.

As associações signatárias da “carta aberta à nação” incluem:

Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL): Organizou a mobilização.

Associação Internacional de Gaming (AiGaming).

Associação Brasileira de Defesa da Integridade do Esporte (Abradie).

Associação em Defesa da Integridade, Direitos e Deveres nos Jogos e Apostas (Adeja).

Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJL): Também participa do grupo.

  


Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/

O iGaming & Gaming International Expo - IGI, é um evento inovador criado para reunir empresas e empreendedores, profissionais, investidores, dos setores de iGaming e jogos. Com foco total em networking, exposição e feira de negócios. Além de ser uma fonte inigualável de informações sobre as tendências e o futuro das indústrias nos próximos anos.


📢 Receba em primeira mão notícias relevantes e fique por dentro dos principais assuntos sobre Igaming e Esportes no Brasil e o mundo. Siga no Whatsapp!
...

Entenda o iGaming neste guia completo