Enquanto isso, advogado do jogador está otimista em recurso
Preso preventivamente há duas semanas, Daniel Alves está sendo investigado por agressão sexual contra uma jovem, de 23 anos, na Espanha. De acordo com o jornal catalão El Periódico, a juíza responsável por avaliar a acusação, Anna Marín, vê indícios considerados “mais do que suficientes” de que o estupro foi cometido.
Segundo a publicação do jornal, a afirmação de Marín é, por ora, apenas uma observação no texto da juíza, que é a responsável por avaliar se o caso realmente deve ir a julgamento. Vale destacar que, na Espanha, a Justiça investiga a denúncia antes mesmo de julgá-la. Por isso, Anna Marín é a juíza de instrução.
Foto: Reprodução/Instagram/@danialves
A avaliação da juíza não tem nenhum efeito legal sobre uma possível condenação de Daniel Alves. Porém, com base nos seus indícios, Marín define se o caso vai ou não à julgamento – e, consequentemente, o jogador se torna réu. Ou seja, a avaliação da juíza ainda não produz nenhum efeito legal sobre Daniel Alves.
��JUSTIÇA: Juíza afirma que há “indícios muito mais do que suficientes” para provar estupro no caso de Daniel Alves. pic.twitter.com/V1vp6NNsTt
— CHOQUEI (@choquei)
February 2, 2023
No entanto, é com base nesse texto que Marín decidirá se o caso deve ou não ir a julgamento – neste caso, o brasileiro se tornaria réu. Marín teria visto contradições nas declarações do jogador e acatou o pedido do Ministério Público da Espanha de prisão preventiva sem fianças. Já a defesa do atleta se diz otimista para que ele receba o recurso e possa responder o caso em liberdade, sem chances de fugir do país.
Enquanto isso, advogado do jogador está otimista em recurso Preso preventivamente há duas semanas, Daniel Alves está sendo investigado por agressão sexual contra uma jovem, de 23 anos, na Espanha. De acordo com o jornal catalão El Periódico, a juíza responsável por avaliar a acusação, Anna Marín, vê indícios considerados “mais do que suficientes” de que o estupro foi cometido.
Segundo a publicação do jornal, a afirmação de Marín é, por ora, apenas uma observação no texto da juíza, que é a responsável por avaliar se o caso realmente deve ir a julgamento. Vale destacar que, na Espanha, a Justiça investiga a denúncia antes mesmo de julgá-la. Por isso, Anna Marín é a juíza de instrução.
Foto: Reprodução/Instagram/@danialves
A avaliação da juíza não tem nenhum efeito legal sobre uma possível condenação de Daniel Alves. Porém, com base nos seus indícios, Marín define se o caso vai ou não à julgamento – e, consequentemente, o jogador se torna réu. Ou seja, a avaliação da juíza ainda não produz nenhum efeito legal sobre Daniel Alves.
��JUSTIÇA: Juíza afirma que há “indícios muito mais do que suficientes” para provar estupro no caso de Daniel Alves. pic.twitter.com/V1vp6NNsTt — CHOQUEI (@choquei)
February 2, 2023
No entanto, é com base nesse texto que Marín decidirá se o caso deve ou não ir a julgamento – neste caso, o brasileiro se tornaria réu. Marín teria visto contradições nas declarações do jogador e acatou o pedido do Ministério Público da Espanha de prisão preventiva sem fianças. Já a defesa do atleta se diz otimista para que ele receba o recurso e possa responder o caso em liberdade, sem chances de fugir do país.
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