Cassinos físicos x bets: veja o que pensa a Confederação Nacional do Comércio sobre as duas modalidades

Para a instituição, há mais benefícios na instalação de cassinos do que na manutenção das apostas.


Brasília.- A Confederação Nacional do Comércio (CNC) foi uma das cerca de 40 instituições convidadas a discutir em uma audiência pública os impactos das apostas de quota fixa na economia brasileira. O evento, que aconteceu nesta segunda-feira (11), foi organizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o site Valor, na oportunidade, a CNC defendeu a liberação dos cassinos físicos, mas condenou a manutenção das apostas esportivas no Brasil. Segundo um quadro comparativo apresentado pela entidade, os cassinos podem gerar R$ 148,4 bilhões (USD 25,85 bi) anuais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Entretanto, as apostas fariam o país perder entre R$ 19 bilhões (USD 3,3 bi) e R$ 220 bilhões (USD 38,22 bi) do PIB.

A justificativa apresentada pela CNC para essas estimativas é a de que os estabelecimentos de jogos de azar físicos têm o potencial de gerar para o país mais de R$ 37,3 bilhões em impostos e mais de 1 milhão de empregos. Já os jogos online fazem, segundo a Confederação, o Brasil perder entre R$ 2 bilhões e R$ 14 bilhões por ano em arrecadação, além de não geram empregos.


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A instituição argumentou ainda que os cassinos físicos em resorts podem ajudar a desenvolver regiões do Norte-Nordeste do país, criando empregos fomentando o turismo.

“Toda a parte da governança em relação à lavagem de dinheiro diminui abruptamente porque as empresas estão sediadas e operam no Brasil. Os cassinos físicos facilitam muito o controle porque existe um arcabouço de regulação real”, afirmou o economista chefe da CNC, Felipe Tavares.

Tavares apontou como outras vantagens dos cassinos, por necessitarem do deslocamento dos jogadores e barrarem a entrada de menores de idade, são mais seguros em relação à saúde mental dos apostadores.

A Confederação Nacional do Comércio atribui a redução dos gastos das famílias brasileiras no varejo ao aumento dos gastos em apostas esportivas e cassino online. A entidade diz se preocupar com o endividamento das famílias, principalmente aquelas mais vulneráreis economicamente, e com o vício em jogos.

Projeto de Lei 2234/22, que visa a legalização de cassinosbingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalo no Brasil, ainda está aguardando a votação na plenária do Senado Federal. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), antes de votar a legalização dos cassinos, é preciso reformular a legislação das apostas.

Veja também: Audiência do STF sobre bets: Banco Central e clubes de futebol devem participar da sessão

Para a instituição, há mais benefícios na instalação de cassinos do que na manutenção das apostas.

Brasília.- A Confederação Nacional do Comércio (CNC) foi uma das cerca de 40 instituições convidadas a discutir em uma audiência pública os impactos das apostas de quota fixa na economia brasileira. O evento, que aconteceu nesta segunda-feira (11), foi organizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o site Valor, na oportunidade, a CNC defendeu a liberação dos cassinos físicos, mas condenou a manutenção das apostas esportivas no Brasil. Segundo um quadro comparativo apresentado pela entidade, os cassinos podem gerar R$ 148,4 bilhões (USD 25,85 bi) anuais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Entretanto, as apostas fariam o país perder entre R$ 19 bilhões (USD 3,3 bi) e R$ 220 bilhões (USD 38,22 bi) do PIB.

A justificativa apresentada pela CNC para essas estimativas é a de que os estabelecimentos de jogos de azar físicos têm o potencial de gerar para o país mais de R$ 37,3 bilhões em impostos e mais de 1 milhão de empregos. Já os jogos online fazem, segundo a Confederação, o Brasil perder entre R$ 2 bilhões e R$ 14 bilhões por ano em arrecadação, além de não geram empregos.

A instituição argumentou ainda que os cassinos físicos em resorts podem ajudar a desenvolver regiões do Norte-Nordeste do país, criando empregos fomentando o turismo.

“Toda a parte da governança em relação à lavagem de dinheiro diminui abruptamente porque as empresas estão sediadas e operam no Brasil. Os cassinos físicos facilitam muito o controle porque existe um arcabouço de regulação real”, afirmou o economista chefe da CNC, Felipe Tavares.

Tavares apontou como outras vantagens dos cassinos, por necessitarem do deslocamento dos jogadores e barrarem a entrada de menores de idade, são mais seguros em relação à saúde mental dos apostadores.

A Confederação Nacional do Comércio atribui a redução dos gastos das famílias brasileiras no varejo ao aumento dos gastos em apostas esportivas e cassino online. A entidade diz se preocupar com o endividamento das famílias, principalmente aquelas mais vulneráreis economicamente, e com o vício em jogos.

Projeto de Lei 2234/22, que visa a legalização de cassinosbingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalo no Brasil, ainda está aguardando a votação na plenária do Senado Federal. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), antes de votar a legalização dos cassinos, é preciso reformular a legislação das apostas.

Veja também: Audiência do STF sobre bets: Banco Central e clubes de futebol devem participar da sessão

  


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