O projeto prevê que parte da arrecadação das bets que iria para o Ministério do Esporte seja repassada à Comissão Desportiva Militar do Ministério da Defesa.
Brasília.- A Comissão de Esporte (CEsp) do Senado aprovou o Projeto de Lei 6.124/2025, que prevê que parte da arrecadação com os impostos das bets que iria para o Ministério do Esporte seja repassada à Comissão Desportiva Militar do Ministério da Defesa. A votação foi feita na quarta-feira (6).
A autora do projeto de lei é a senadora Leila Barros (PDT-DF), que é presidente da CEsp. Segundo a parlamentar, há muitos atletas de alto rendimento nas Forças Armadas, incluindo atletas olímpicos, e os novos recursos auxiliariam a preparação desses competidores.
Veja também: Comissão aprova repasse de loterias para entidades de atletas profissionais
Além disso, Barros ressaltou a atuação social do esporte militar. Segundo a senadora, as Forças Armadas propicia um ambiente de proteção e disciplina que é ideal para o esporte, mas que têm orçamento restrito para as suas atividades.
Segundo a Agência Senado, a proposta não criaria um novo tributo para as empresas de apostas de quota fixa, apenas repassaria 1% do que é destinado atualmente ao Ministério do Esporte para que seja enviado ao esporte militar.
O relator da proposta, o senador Chico Rodrigues (PSB-RR), considera que o projeto torna a distribuição dos recursos mais justa, já que outros setores esportivos têm direcionamento específico da arrecadação. O próximo passo da proposta é a análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O projeto prevê que parte da arrecadação das bets que iria para o Ministério do Esporte seja repassada à Comissão Desportiva Militar do Ministério da Defesa.
Brasília.- A Comissão de Esporte (CEsp) do Senado aprovou o Projeto de Lei 6.124/2025, que prevê que parte da arrecadação com os impostos das bets que iria para o Ministério do Esporte seja repassada à Comissão Desportiva Militar do Ministério da Defesa. A votação foi feita na quarta-feira (6).
A autora do projeto de lei é a senadora Leila Barros (PDT-DF), que é presidente da CEsp. Segundo a parlamentar, há muitos atletas de alto rendimento nas Forças Armadas, incluindo atletas olímpicos, e os novos recursos auxiliariam a preparação desses competidores.
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Além disso, Barros ressaltou a atuação social do esporte militar. Segundo a senadora, as Forças Armadas propicia um ambiente de proteção e disciplina que é ideal para o esporte, mas que têm orçamento restrito para as suas atividades.
Segundo a Agência Senado, a proposta não criaria um novo tributo para as empresas de apostas de quota fixa, apenas repassaria 1% do que é destinado atualmente ao Ministério do Esporte para que seja enviado ao esporte militar.
O relator da proposta, o senador Chico Rodrigues (PSB-RR), considera que o projeto torna a distribuição dos recursos mais justa, já que outros setores esportivos têm direcionamento específico da arrecadação. O próximo passo da proposta é a análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
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