A Sport Integrity Global Alliance (SIGA), por meio de sua subsidiária latino-americana, publicou um documento oficial abordando o atual cenário de estruturação do mercado de iGaming no país.
A nota divulgada pela entidade internacional destaca, principalmente, que a evolução desse setor precisa ter como base a integridade, a transparência e a supervisão contínua.
De acordo com a organização, o verdadeiro risco para o esporte não reside na existência dos palpites em si, mas na ausência de regras claras e punições severas.
Por isso, o texto defende que a regulamentação das apostas no Brasil é a medida mais eficaz para proteger os consumidores, a integridade do esporte e a economia.
Por que a regulamentação das apostas no Brasil afasta a manipulação de resultados
O comunicado oficial explica que as apostas de quota fixa já são uma realidade global amplamente reconhecida.
Quando um país tenta manter esse ambiente na ilegalidade ou desestruturado, a capacidade de monitoramento do Estado é drasticamente reduzida.
Esse apagão de dados dificulta a identificação de padrões suspeitos, abrindo as portas para criminosos que buscam lavar dinheiro e fraudar partidas, o que destrói a credibilidade das competições.
A nota da SIGA reforça que a experiência internacional comprova que mercados legais e robustos são os mais eficazes para investigar irregularidades financeiras.
Dessa forma, a entidade elogiou os passos recentes dados pelo país, ressaltando que o modelo adotado garante o financiamento do esporte através de recursos rastreáveis.
Além disso, a aliança celebrou o anúncio de que o governo brasileiro pretende aderir à Convenção de Macolin (Conselho da Europa), um passo transnacional vital para alinhar o combate à manipulação aos mais altos padrões de inteligência global.
Aliança internacional repudia qualquer tentativa de proibição do mercado
Atuando lado a lado com as autoridades, a SIGA Latin America informou no documento que mantém acordos de cooperação técnica ativos com o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), com o Ministério do Esporte e com a Controladoria-Geral da União (CGU), além de parcerias esportivas com a CBF e a Federação Paulista de Futebol (FPF).
Justamente por atuar na linha de frente contra a corrupção esportiva, a nota da organização finaliza com um recado contundente: a entidade é frontalmente contrária a qualquer movimentação legislativa que vise proibir a atividade de forma total ou parcial no país.
O documento adverte que um retrocesso regulatório desse nível teria um único resultado prático, que seria estimular o crescimento vertiginoso do mercado ilegal, devolvendo o setor para as mãos de criminosos e fortalecendo os esquemas de manipulação.
O post Em nota, SIGA afirma que a regulamentação das apostas no Brasil é a principal arma contra o crime organizado apareceu primeiro em iGaming Brazil.
Participe da IGI Expo 2026: https://igi-expo.com/


