O profissional fez uma revelação sobre a situação envolvendo os bastidores da equipe
Trabalho realizado internamente
José Boto é recém chegado no Flamengo, já que foi contratado por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que foi eleito no final do último ano para a presidência do clube, onde substituiu Rodolfo Landim.
Conhecido de longa data do dirigente, desde os tempos de Benfica, do Portugal, Renato Paiva, ex-comandante do Bahia, atualmente no Toluca do México, revelou detalhes de como o português age no mercado.
“Se bem o conheço, vai trazer um ou outro jogador menos conhecido. Poder sair uma ou outra bomba, mas o torcedor do Flamengo tem que lhe dar algum crédito e esperar que venha um jogador com menos nome”.
Abriu o jogo sobre os bastidores
“Gera um investimento menor, e quando vender, o lucro é maior. Eu lembro dois jogadores, que o Boto identifica, que não eram minimamente conhecidos naquela altura”, revelou Renato Paiva ao Charla Podcast.
O ex-técnico do Bahia ainda revelou situações sobre o período que atuaram em Portugal. “O Benfica também tinha que ter esse trabalho, por não ter muito dinheiro. Witsel, que jogava na Bélgica, e outro ainda mais jovem, Eden Hazard. Ninguém falava no Hazard”.
Entregou situações internas
“Ele via seleções mais jovens, ia aos campeonatos. Não é só a questão do scouting. Ele obviamente vai organizar um gabinete de scouting, a trabalhar à sua imagem, mas também vai avaliar o treinador no dia a dia. Sabe dar treino. Tem muitos anos de futebol”, apontou.
Paiva apontou que, neste momento, Boto está focado em montar o gabinete de scouting do Flamengo, para conseguir buscar por boas opções no mercado, que não seja necessário um alto investimento.
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Trabalho realizado internamente
José Boto é recém chegado no Flamengo, já que foi contratado por Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que foi eleito no final do último ano para a presidência do clube, onde substituiu Rodolfo Landim.
Conhecido de longa data do dirigente, desde os tempos de Benfica, do Portugal, Renato Paiva, ex-comandante do Bahia, atualmente no Toluca do México, revelou detalhes de como o português age no mercado.
“Se bem o conheço, vai trazer um ou outro jogador menos conhecido. Poder sair uma ou outra bomba, mas o torcedor do Flamengo tem que lhe dar algum crédito e esperar que venha um jogador com menos nome”.
Abriu o jogo sobre os bastidores
“Gera um investimento menor, e quando vender, o lucro é maior. Eu lembro dois jogadores, que o Boto identifica, que não eram minimamente conhecidos naquela altura”, revelou Renato Paiva ao Charla Podcast.
O ex-técnico do Bahia ainda revelou situações sobre o período que atuaram em Portugal. “O Benfica também tinha que ter esse trabalho, por não ter muito dinheiro. Witsel, que jogava na Bélgica, e outro ainda mais jovem, Eden Hazard. Ninguém falava no Hazard”.
Entregou situações internas
“Ele via seleções mais jovens, ia aos campeonatos. Não é só a questão do scouting. Ele obviamente vai organizar um gabinete de scouting, a trabalhar à sua imagem, mas também vai avaliar o treinador no dia a dia. Sabe dar treino. Tem muitos anos de futebol”, apontou.
Paiva apontou que, neste momento, Boto está focado em montar o gabinete de scouting do Flamengo, para conseguir buscar por boas opções no mercado, que não seja necessário um alto investimento.”}]] 
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